outubro 11, 2009

A Selecção Nacional


A Selecção Nacional


Até que enfim, vê-se agora Substância com alguma coisa. As coisas começarão brilhar. Os nossos estão a mostrar as nossas capacidades, estava-se a ver que mais tarde ou mais cedo as coisas entravam nos eixos. Houve grandes arrepios desde que se começou um alinhar as coisas. As capacidades dos nossos jogadores estão bem acima da média de alguns jogadores que tem não como habilidades mesmas.


Não vou aqui elevar os nossos jogadores, mas, verdade seja dita que há uma diferença alongada não diz que Respeita as capacidades dos nossos jogadores e também sobressaem, agora um tempo com as qualidades do treinador Carlos Queirós. Foi um início deveras difícil.


Somos mesmo uns amantes da Pátria, aqui ninguém nos vence, somos indivisíveis e unus, aqui ninguém nos verga, aqui ninguém nos vence. O nosso Rectângulo Juntamente com os Açores com a Madeira e está firme e inquebrantável rijo e invencível. É um amor incomum, inseparável.


Nada nos separa tudo nos une. Para sempre a nossa alma e não vacila, venha quem vier daí a Vitória é nossa.



Eduardo Moreira

outubro 07, 2009

meteorologia

Lembranças para sempre


Lembranças para sempre

Não vou por aí, vou ver a fonte das quatro bicas, que saudades que eu tenho da Fonte das quatro bicas. Que outras coisas, é, só a minha terra. Tenho uns amigos, João e Toninho. Acho que já os perdi mas não por agora, talvez mais tarde. Ao fim ou no fim. Tudo tem um fim, mas será que posso ver os meus amigos. Está para breve, eu seu que sentirei os meus amigos, num tempo já ultrapassado.

O que é que poderei querer mais, tudo, a fonte continua a jorrar, a sua a nossa fonte das quatro bicas. Não está fácil, que venha depressa, o que não tem pressa. Eu sei que falhei, e sei que voltarei. O espaço é generoso e que mais haverá? tudo, as nossas terras nunca esqueceremos. Fui para longe e para perto mas as lágrimas estão lá e vêem ou sentem. Mais ninguém aqui chegará?.


Quem quer vai, tarde, ou cedo, em que tempo á espaço. Seia é como seja é, Seia, a minha terra. Quero vela no real ou não, mas é a minha terra e a minha gente. Em breve estarei lá. Uma vez comprei seis robes para trazer de Singapura. Um pequeno carinho para a minha família.
Talvez um dia volte aos mares, depois do empurrão, mais tarde. Não está esquecido, está humilhado.

Vamos por aí, vamos com carinho.

Eduardo .

outubro 06, 2009

Um carinho


Lembranças para sempre


Não vou por aí, vou ver a fonte das quatro bicas, que saudades que eu tenho da Fonte das quatro bicas. Que outras coisas, é, só a minha terra. Tenho uns amigos, João e Toninho. Acho que já os perdi mas não por agora, talvez mais tarde. Ao fim ou no fim. Tudo tem um fim, mas será que posso ver os meus amigos. Está para breve, eu seu que sentirei os meus amigos, num tempo já ultrapassado.


O que é que poderei querer mais, tudo, a fonte continua a jorrar, a sua a nossa fonte das quatro bicas. Não está fácil, que venha depressa, o que não tem pressa. Eu sei que falhei, e sei que voltarei. O espaço é generoso e que mais haverá? tudo, as nossas terras nunca esqueceremos. Fui para longe e para perto mas as lágrimas estão lá e vêem ou sentem. Mais ninguém aqui chegará?.


Quem quer vai, tarde, ou cedo, em que tempo á espaço. Seia é como seja é, Seia, a minha terra. Quero vela no real ou não, mas é a minha terra e a minha gente. Em breve estarei lá. Uma vez comprei seis robes para trazer de Singapura. Um pequeno carinho para a minha família.


Talvez um dia volte aos mares, depois do empurrão, mais tarde. Não está esquecido, está humilhado.


Vamos por aí, vamos com carinho.


Eduardo .



A verdade virá celere com alma e com calma


A verdade virá célere com alma e com calma


Fervendo, vivendo, sonhando, amando, cantando, etc. estão coisas e coisas, pensando.. fervendo ? rasgando. Sonhando. Para onde vamos, por onde estamos? o que queremos o que não temos, nada faz mal, faz bem ou não.


Algo nos chega um dia? ou não?. Tão longe e tão perto, os nossos estão sempre aqui connosco, também se canta o fado, da Amália e de todos que gostam, nesta hora cá estamos, eu incluido.


Recebi uma prenda, uma daquelas que nos faz sorrir, um sorriso carinhoso, merecido como todos aqueles que são belos e amorosos, não são letras de poesia, são poisia mesmo, de quem ama a vida, sempre aconchegada com a amizade pura da amizade carinhosa.


A poésia está fraca? não está, nunca estará dedicada a ti Aninha


Um beijo Aninha. Um abraço Bruno.


Eduardo e Bruno






outubro 04, 2009

Coisas do passado e do presente


Coisas do passado e do presente - (sem desculpas ou não) -


Nada está esquecido, muito pelo contrário, porem as coisas estão na nossa cabeça desde a primeira hora. Um dia se saberá em que nada está esquecido, bem pelo contrário. Não são as coisas tristes ou alegres, são as nossas vidas, são as nossas coisas imortais. Logo logo sentirei o que é que sentir dentro do coração.

As razões estão por aqui, uma alma estraçalhada, sem nada que se possa justificar. Vamos caminhando para onde não se pode contactar, a não ser atravez da alma, do amor, da ternura, da mágoa que sentimos. Há tantas coisas que não podemos fazer, que coisa tão, má e tão boa. Onde estamos todos, eu também já não sei bem onde estou.

E outras coisas que se fecharão, ou que estão pura e simplesmente no espaço. Este também é sem físico, sem nada, zero, é um esvoaçar para todos os lados da existência. Há um serra, bem no alto, lá de cima, onde um dia alguém me quis castigar, uma coisa absurda, uns do nada que podem culpar como se isso fosse positivo, vamos ao real e não ao castigo ridículo.

Mas o mais importante é navegar em algo que faz parte, um pouco de tudo, um pouco de coisas belas bem longe numa volta ao mundo, mas como que um presente daqueles que sabem quem somos todos. Em Paz, em amor. Singapura. Em Portugal onde se lembram muitas coisas. Mais tarde mostrarei e sentirei um abraço ao Mundo. Foram seis Robes para as Senhoras. Um beijo destes para sempre.

Tenho de voar mais alto, talvez o voar para todos com amor e o meu pedido de perdão.

Eduardo Moreira










outubro 03, 2009

Deixem correr a vida


Deixem correr a vida


Sábado, 3 de Outubro 2009


A vida é tão complexa que até dá graça, outras vezes não. Vejo-te assim como tanta coisa que eu gostaria de ver. Vem de longe (não) muito. Está também muito perto. Engraçado, um esculpido de coisas, antigas e algumas recentes. Num á parte, o Jorge de Jesus deixou escapar o caminho em que tão bem seguia. É assim a vida, é sempre mau quando um pequeno pormenor, estraga tudo. Não pode haver facilitismos, será que o Jorge se descuidou. É um pequeno deslize mas marca. Mas onde quero eu chegar? só se sabe que se quer alguma coisa? o que será. Onde estão os meus?.


O que fica depois da escrita? a mensagem para algo, para alem do que fica num abraço de solidariedade e de amor. A força que temos quer-se para dar aos outros, aquilo que todos merecem e que sintam o calor dum carinho forte e extremamente puro.


Tenho, uma paragem no tempo, essa é totalmente desejada, seja em que patamar se encontre. Há uma tentativa de se chegar onde já só sentimos a perca a falha a dor.


Um beijo.