setembro 18, 2009

Deixem correr a vida


Deixem correr a vida


A vida vai correndo como que seja um rio, vai no seu caminho sem parar, é como ombro amigo do coração está sempre presente, nada o faz mudar para onde quer que seja. Vai por mim esse nunca falta, está sempre presente. O Rio que passa na minha terra é o mais belo de todos os rios. Eu quero ver o meu rio todas as vezes que me seja disponível.


As pessoas que gostam do meu rio, são gente de amor ao rio. Mas não vou falar do meu rio, quero mantêm-lo discreto e suave. Quero falar com ele, mas não creio que seja viável, ele não tem tempo para parar tem que estar sempre a correr como um tolinho. Aliás, quem é que não fica louco quando tem o seu Rio para poder falar com ele. Meu amigo, não te conto contos da minha viva porque quero mantelo em segredo, entre mim e ele.


Escrevi para os meus amigos e amigas mas não falei com os meus companheiros. Fico por aí indiscreto, mesmo muito indiscreto, talvez seja melhor assim cada um com as suas loucuras sim até essas coisas são estranhas às vezes.


Escrevi ainda hoje um artigo que não caiu mal. Foi assim mesmo como aconteceu fico mesmo por aí, há uma necessidade séria de falar com os meus amigos mas eles não andam por aqui nem aparecem, sei lá como estão, é tão estranha a forma para os ver. Alguma coisa se passa ou passou e eu não estava lá.


Está tudo muito estranho, mas a gente sabe sempre quem está por lá ou por aqui em pensamento, não sabemos de nada é tudo muito discreto. Quem sabe se estou a ver gente pela frente e não chego a perceber. As coisas fortes estão por todo o lado que mais podemos desejar.


Não vou mais longe porque está tudo muito perto. Sem abraços e sem nada mas há boas coisas por outros lados. Falando assim parece estranho mas vamos andando e o Rio da minha terra vai-me dizer algumas coisas.


Talvez não esteja a escrever bem mas são coisas muito subtil


António E. M. Moreira





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