Proibir a Coreia do Norte
Alguém acredita que isso vai resolver alguma coisa? Não, nada. A resoluções da ONU, serão sempre letra morta neste caso. O País tem um problema que não consegue engolir e as ameaças com sanções só vão espicaçar ainda mais um País que vê o que era a Coreia e não uma parte dela. È certo que tudo isto teve a aprovação das entidades que decidem, mas, as coisas não se resolvem assim. A outra parte da Coreia, os seja a Coreia do Sul é qualquer coisa que a Coreia (do Norte) não vai ultrapassar nunca e o que está escrito, não passa disso.
Não se pode dividir um País por mais que os do Sul se sintam bem (muitos) com a presença dos EUA instalados lá na outra parte o que acontece é que o orgulho da gente do Norte, está muito ferido e humilhado e não será o poder da força que vai resolver, mesmo sabendo-se de que a parte Norte, vive, ou sobrevive muito mal, especialmente o grande povo. A grande decisão será a reunião e aí a do Sul terá de dar o passo e com humildade chegar-se aos seus irmãos mandando os amigos e protectores do Sul irem para sua casa.
As armas são a única esperança da parte Norte, não se vislumbra, para eles, outra solução para reunir a Coreia, humildade mais humildade, ao fim e ao cabo são irmãos que estão desavindos e irmão não mata irmão. Neste caso dramático está-se a chegar à catástrofe. No Norte aparecem os testes a grandes poderios de destruição massiva, é a derradeira esperança de satisfazer o ego e acabar com a humilhação de não serem tratados com dignidade, trazendo o Povo, meio ou completamente anestesiados, aceitando todos os sacrifícios para lavar a alma que outros acham que podem manter ou resolver pelo poder bélico.
Quase ninguém acredita numa possível reconciliação pacifica, mas também ninguém acredita numa resolução com as sanções da ONU, por isso é imperioso que haja humildade parte a parte e os do Sul têm de ser os primeiros a avançar com uma atitude de irmandade para com os irmãos ricos e desenvolvidos, é essa a tarefa e ninguém encontrará outra a não ser esta, sem ódios recalcados.
Eduardo Moreira
Alguém acredita que isso vai resolver alguma coisa? Não, nada. A resoluções da ONU, serão sempre letra morta neste caso. O País tem um problema que não consegue engolir e as ameaças com sanções só vão espicaçar ainda mais um País que vê o que era a Coreia e não uma parte dela. È certo que tudo isto teve a aprovação das entidades que decidem, mas, as coisas não se resolvem assim. A outra parte da Coreia, os seja a Coreia do Sul é qualquer coisa que a Coreia (do Norte) não vai ultrapassar nunca e o que está escrito, não passa disso.
Não se pode dividir um País por mais que os do Sul se sintam bem (muitos) com a presença dos EUA instalados lá na outra parte o que acontece é que o orgulho da gente do Norte, está muito ferido e humilhado e não será o poder da força que vai resolver, mesmo sabendo-se de que a parte Norte, vive, ou sobrevive muito mal, especialmente o grande povo. A grande decisão será a reunião e aí a do Sul terá de dar o passo e com humildade chegar-se aos seus irmãos mandando os amigos e protectores do Sul irem para sua casa.
As armas são a única esperança da parte Norte, não se vislumbra, para eles, outra solução para reunir a Coreia, humildade mais humildade, ao fim e ao cabo são irmãos que estão desavindos e irmão não mata irmão. Neste caso dramático está-se a chegar à catástrofe. No Norte aparecem os testes a grandes poderios de destruição massiva, é a derradeira esperança de satisfazer o ego e acabar com a humilhação de não serem tratados com dignidade, trazendo o Povo, meio ou completamente anestesiados, aceitando todos os sacrifícios para lavar a alma que outros acham que podem manter ou resolver pelo poder bélico.
Quase ninguém acredita numa possível reconciliação pacifica, mas também ninguém acredita numa resolução com as sanções da ONU, por isso é imperioso que haja humildade parte a parte e os do Sul têm de ser os primeiros a avançar com uma atitude de irmandade para com os irmãos ricos e desenvolvidos, é essa a tarefa e ninguém encontrará outra a não ser esta, sem ódios recalcados.
Eduardo Moreira

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