O Palácio da despedida
Era uma vez uma pessoa que vivia num Pálacio, não era um palácio de brincar, era um Palácio a sério. Havia muita alegria dentro dele e também fora dele, tudo era belo e alegre, era como se fosse o País das maravilhas e dos sonhos que teimavam em querer ser verdadeiros e sinceros como em tantas ilusões, os sonhos eram tão reais e autênticos que parecia que não iriam acabar nunca a não ser que houvesse alguma ameaça no ar, quiçá uma ameaça verdadeira que viria de forma irreversível e cruel, não sua caminhada desconhecida, ou não, real ou virtual, mas que prometia chegar.
O subconsciente tem destas coisas, guarda zelosamente os segredos quando assim o entende e quando outros valores bem mais importantes se impõem na selva da vida, ou na vida selvagem. A beleza da vida é assim, tem espinhos nos caminhos e no seu próprio caminho, sabe tudo, parece que o mais singelo pormenor está previsto no nosso próprio caminho. Será que a Mãe natureza é assim tão perspicaz? Estou em querer que sim, é como na criação, tudo meticulosamente perfeito para todos os “items” a mais pequena folha que cai da árvore é sem dúvida o fim do seu percurso do seu caminho, mas na Primavera logo vem outra folha nova, tenra e feliz a cumprir a infalibilidade da criação do redentor.
Os caminhos como o de cada um de nós tem os seus picos onde nos podemos picar e há picos que picam muito e outros nem tanto, será que nós todos temos de passar pelos picos da vida? ou sabemos contorna-los ou precisamos deles para melhor caminharmos no nosso próprio caminho da vida. Temos sempre ensinamentos que não podemos desprezar e há que entender esses caminhos que podem ser de tortura no intuito de nos moldarmos aos ziguezagues da vida acreditando que, como já se disse acima, o equilíbrio em que todos nos devemos manter é o mesmo que vemos quando olhamos para o céu estrelado e saboreamos a suavidade em com que os astros dia a dia fazem a sua dança encantada sem falhar. Já nós por cá não estamos sempre bem sintonizados.
Voltamos ao Palácio dos sonhos e queremos encarar a realidade fora do Palácio, então é como um acordar para a verdade que não queríamos enfrentar mas não há outra opção e então há o tal caminho que está ruim, com muitas silvas e muitos picos, porém é um caminho que tem de ser percorrido aceitando ou não as realidades doridas e crescendo com elas ou não consoante o carácter que se caracteriza ou não, dentro de nós.
Eduardo Moreira
Era uma vez uma pessoa que vivia num Pálacio, não era um palácio de brincar, era um Palácio a sério. Havia muita alegria dentro dele e também fora dele, tudo era belo e alegre, era como se fosse o País das maravilhas e dos sonhos que teimavam em querer ser verdadeiros e sinceros como em tantas ilusões, os sonhos eram tão reais e autênticos que parecia que não iriam acabar nunca a não ser que houvesse alguma ameaça no ar, quiçá uma ameaça verdadeira que viria de forma irreversível e cruel, não sua caminhada desconhecida, ou não, real ou virtual, mas que prometia chegar.
O subconsciente tem destas coisas, guarda zelosamente os segredos quando assim o entende e quando outros valores bem mais importantes se impõem na selva da vida, ou na vida selvagem. A beleza da vida é assim, tem espinhos nos caminhos e no seu próprio caminho, sabe tudo, parece que o mais singelo pormenor está previsto no nosso próprio caminho. Será que a Mãe natureza é assim tão perspicaz? Estou em querer que sim, é como na criação, tudo meticulosamente perfeito para todos os “items” a mais pequena folha que cai da árvore é sem dúvida o fim do seu percurso do seu caminho, mas na Primavera logo vem outra folha nova, tenra e feliz a cumprir a infalibilidade da criação do redentor.
Os caminhos como o de cada um de nós tem os seus picos onde nos podemos picar e há picos que picam muito e outros nem tanto, será que nós todos temos de passar pelos picos da vida? ou sabemos contorna-los ou precisamos deles para melhor caminharmos no nosso próprio caminho da vida. Temos sempre ensinamentos que não podemos desprezar e há que entender esses caminhos que podem ser de tortura no intuito de nos moldarmos aos ziguezagues da vida acreditando que, como já se disse acima, o equilíbrio em que todos nos devemos manter é o mesmo que vemos quando olhamos para o céu estrelado e saboreamos a suavidade em com que os astros dia a dia fazem a sua dança encantada sem falhar. Já nós por cá não estamos sempre bem sintonizados.
Voltamos ao Palácio dos sonhos e queremos encarar a realidade fora do Palácio, então é como um acordar para a verdade que não queríamos enfrentar mas não há outra opção e então há o tal caminho que está ruim, com muitas silvas e muitos picos, porém é um caminho que tem de ser percorrido aceitando ou não as realidades doridas e crescendo com elas ou não consoante o carácter que se caracteriza ou não, dentro de nós.
Eduardo Moreira

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