
As Sanções contra a Coreia do Norte
O perigo de uma catástrofe está aí presente e a forma de a contornar está muito mal ajuizada. Embora a resolução exclua o uso da força a situação permanece quente e com hipóteses de estourar. Num País como este tem de haver muita sensibilidade no tratamento da mesma. Todos sabemos como está a situação no que diz respeito ao modo de vida deste povo, extremamente má. A Península está dividida, os do Sul estão muito bem e os do Norte estão muito mal, isolados, acusados e ameaçados.
Numa situação destas é um barril de pólvora prestes a rebentar, pressão em cima deles é a pior coisa que se pode fazer. Têm um exército de um milhão e duzentos mil soldados prontos para o que der e vier. Não têm nada a perder porque na situação em que estão leva-os a aceitar tudo.
Falarmos para aqui, não leva a nada, sanções ainda pior, ameaças nem pensar. O que eles precisam e o que o Mundo precisa é que chegue lá uma mão estendida sem arrogâncias e estupidez.
Humildade onde ela faz falta, compreensão pelos outros povos que não vivem numa abundância esbanjadora. Tentar compreender os sentimentos de revolta de umas tantas situações à beira de vários ataques de nervos na sua humilhação. Vamos lá ter tento na língua e nas intenções. Não se pode brincar com coisas tão sérias, sérias mas mesmo, mesmo, mesmo muito, muito sérias.
Avancem com as mãos estendidas para a frente. Não estão fartos de conflitos perfeitamente escusados?.
Quanto aos testes nucleares, não há volta a dar, não se pode proibir, é pior, não faz sentido uns podem outros não podem. Não há resolução da ONU que possa dar a volta a isto, daí, há que aceitar o que tem de ser e avançam com métodos de solidariedade e ajuda, sim ajuda a quem precisa. Não sabem que tem de ser assim. O quero posso e mando está fora de contexto.
Eduardo Moreira
O perigo de uma catástrofe está aí presente e a forma de a contornar está muito mal ajuizada. Embora a resolução exclua o uso da força a situação permanece quente e com hipóteses de estourar. Num País como este tem de haver muita sensibilidade no tratamento da mesma. Todos sabemos como está a situação no que diz respeito ao modo de vida deste povo, extremamente má. A Península está dividida, os do Sul estão muito bem e os do Norte estão muito mal, isolados, acusados e ameaçados.
Numa situação destas é um barril de pólvora prestes a rebentar, pressão em cima deles é a pior coisa que se pode fazer. Têm um exército de um milhão e duzentos mil soldados prontos para o que der e vier. Não têm nada a perder porque na situação em que estão leva-os a aceitar tudo.
Falarmos para aqui, não leva a nada, sanções ainda pior, ameaças nem pensar. O que eles precisam e o que o Mundo precisa é que chegue lá uma mão estendida sem arrogâncias e estupidez.
Humildade onde ela faz falta, compreensão pelos outros povos que não vivem numa abundância esbanjadora. Tentar compreender os sentimentos de revolta de umas tantas situações à beira de vários ataques de nervos na sua humilhação. Vamos lá ter tento na língua e nas intenções. Não se pode brincar com coisas tão sérias, sérias mas mesmo, mesmo, mesmo muito, muito sérias.
Avancem com as mãos estendidas para a frente. Não estão fartos de conflitos perfeitamente escusados?.
Quanto aos testes nucleares, não há volta a dar, não se pode proibir, é pior, não faz sentido uns podem outros não podem. Não há resolução da ONU que possa dar a volta a isto, daí, há que aceitar o que tem de ser e avançam com métodos de solidariedade e ajuda, sim ajuda a quem precisa. Não sabem que tem de ser assim. O quero posso e mando está fora de contexto.
Eduardo Moreira

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