outubro 25, 2006

,,,,, O Morbidman tem um irmão mais novo chama-se Morbidman-Naif,,,, Visite-o

As Sanções contra a Coreia do Norte

O perigo de uma catástrofe está aí presente e a forma de a contornar está muito mal ajuizada. Embora a resolução exclua o uso da força a situação permanece quente e com hipóteses de estourar. Num País como este tem de haver muita sensibilidade no tratamento da mesma. Todos sabemos como está a situação no que diz respeito ao modo de vida deste povo, extremamente má. A Península está dividida, os do Sul estão muito bem e os do Norte estão muito mal, isolados, acusados e ameaçados.

Numa situação destas é um barril de pólvora prestes a rebentar, pressão em cima deles é a pior coisa que se pode fazer. Têm um exército de um milhão e duzentos mil soldados prontos para o que der e vier. Não têm nada a perder porque na situação em que estão leva-os a aceitar tudo.

Falarmos para aqui, não leva a nada, sanções ainda pior, ameaças nem pensar. O que eles precisam e o que o Mundo precisa é que chegue lá uma mão estendida sem arrogâncias e estupidez.

Humildade onde ela faz falta, compreensão pelos outros povos que não vivem numa abundância esbanjadora. Tentar compreender os sentimentos de revolta de umas tantas situações à beira de vários ataques de nervos na sua humilhação. Vamos lá ter tento na língua e nas intenções. Não se pode brincar com coisas tão sérias, sérias mas mesmo, mesmo, mesmo muito, muito sérias.

Avancem com as mãos estendidas para a frente. Não estão fartos de conflitos perfeitamente escusados?.

Quanto aos testes nucleares, não há volta a dar, não se pode proibir, é pior, não faz sentido uns podem outros não podem. Não há resolução da ONU que possa dar a volta a isto, daí, há que aceitar o que tem de ser e avançam com métodos de solidariedade e ajuda, sim ajuda a quem precisa. Não sabem que tem de ser assim. O quero posso e mando está fora de contexto.

Eduardo Moreira

outubro 24, 2006

Querem modernização ou não?

Essa gente dos sindicatos ainda não perceberam que a luta sindicalista é, actualmente, bem diferente. Agora está em causa a nossa modernização ou seja o nosso desenvolvimento, para fazermos frente à concorrência que quer a nível mundial quer a nível da EU vergonhosamente estamos cada vez mais atrás e assim sendo não há santo que nos valha. Se não produzirmos competitivamente, continuamos na miséria.
Os nossos inefáveis sindicalistas lêem ainda pela mesma cartilha de há muitos anos atrás, mobilizam as massas para irem buscar uns tostões e estão-se nas tintas para o País, não querem saber nada, se o País vai para a frente ou, sabem que está em curso um esforço enorme em marcha para o desenvolvimento e toca de boicotar com manifestações e greves. Esta hora é de união não de destabilização.
Veio por aí a baixo o Sr. Luís Filipe Meneses de mansinho “blá blá “ que até chegou a falar em moção de censura ao governo. E outros que tais, que como uma carneirada, viram logo o seu discurso para alinharem no bota a baixo consertado, só de sonharem que já ali está a nossa chance.
Só pensam em ir para o poleiro, ignorando completamente os altos interesses do País especialmente numa fase tão crucial como a que estamos a viver. Agora deveríamos estar todos unidos com o governo para darmos decisivamente o salto para a média dos nossos parceiros da EU. Ou agora ou nunca.
O nosso também inefável Marcelo veio nas suas escolhas ajudar a quebrar o caminho em curso por parte do Governo e que “se não recuperamos o deficit agora pose ser daqui por uns anos”. Para esse peditório todos nós já demos. Não queremos esperar mais, se não for agora não o será nunca. O que é preciso Professor é realmente fazer o País andar, não é só debitar um chorrilho de tácticas de jogo e não arriscar uma palavra para impulsionar o País, eu a si hoje só lhe dou 9.
PS: Egoísmo e desprezo pelo País só por sonharem em ser ministros. E horrível. Hipócritas.

Eduardo Moreira

outubro 20, 2006

Tempo de Trovoada

Tempo de Trovoada

Os tempos mudam, as vontades mudam também, parei uns dias por aqui pelo meu Blog, não me zanguei com ele, também não estou com saudades de trovoadas, parece que alguém está irritado lá por cima. Falando de outras trovoadas não há novidades, tudo está a acontecer como eu previ logo no September Elevan. No Iraque é o que se vê, carnificina até demais e no Afeganistão para lá vai. Que falta de sensibilidade nas cabeças de quem manda, decide etc. Às vezes esta gente parece que pode mandar em tudo e já está, faz-se o que os poderosos querem e pronto.

Não sabem, eles não sabem lidar com as pessoas, são uns toscos. São exímios em deitar água nas fogueiras, malvados e ignorantes. Há que ter a humildade e a inteligência de saber ler as situações e a humilhação que incendeiam as almas, há que ir ao fundo das questões e observar as raízes bem profundas. Ouvi o Presidente Bush dizer que não abandonará o Iraque enquanto não transformar aquele País com uma Democracia.

Tem que se saber quem muda o que tiver que mudar, e devia mudar, são os seus próprios cidadãos. Já nos vai lembrando o Vietname, mas não vamos por aí.

Uns podem ter armas nucleares outros não, o que é isto? Acordem, não é com proibições que se chega lá, muito menos com as sanções aos meninos de escola. O Irão vai vagueando, numa atitude de balanceamento para um lado e para outro, tem a sua personalidade e não gosta que o tratem como um arguido. Todos querem os seus povos a viverem melhor numa situação de igualdade e aí só há que ajudar, ajudar, ajudar e respeitar e então todos vamos marchando com o passo mais acertado.

Quanto à personagem de Bem Laden, ouve quem dissesse que era impossível lidar com quem não se conhece, ultimamente já se vai dizendo que poderá haver diálogos, com certeza que sim e esse é sem dúvida a vitória de todos.
Para com a Coreia do Norte aplicasse o mesmo critério, não os encontem à parede... as caldeiras estão a ferver haja bom senso. Todos merecem respeito e merecem ser ajudados não o contrário.

Foi mais um desabafo a acabar com uma pequena paragem. Até em mim caem trovoadas como a destes dias, mas logo logo aí vem um clima bem ao nosso estilo, não o devemos estragar.
Eduardo Moreira

outubro 08, 2006

Proibir a Coreia do Norte

Alguém acredita que isso vai resolver alguma coisa? Não, nada. A resoluções da ONU, serão sempre letra morta neste caso. O País tem um problema que não consegue engolir e as ameaças com sanções só vão espicaçar ainda mais um País que vê o que era a Coreia e não uma parte dela. È certo que tudo isto teve a aprovação das entidades que decidem, mas, as coisas não se resolvem assim. A outra parte da Coreia, os seja a Coreia do Sul é qualquer coisa que a Coreia (do Norte) não vai ultrapassar nunca e o que está escrito, não passa disso.

Não se pode dividir um País por mais que os do Sul se sintam bem (muitos) com a presença dos EUA instalados lá na outra parte o que acontece é que o orgulho da gente do Norte, está muito ferido e humilhado e não será o poder da força que vai resolver, mesmo sabendo-se de que a parte Norte, vive, ou sobrevive muito mal, especialmente o grande povo. A grande decisão será a reunião e aí a do Sul terá de dar o passo e com humildade chegar-se aos seus irmãos mandando os amigos e protectores do Sul irem para sua casa.

As armas são a única esperança da parte Norte, não se vislumbra, para eles, outra solução para reunir a Coreia, humildade mais humildade, ao fim e ao cabo são irmãos que estão desavindos e irmão não mata irmão. Neste caso dramático está-se a chegar à catástrofe. No Norte aparecem os testes a grandes poderios de destruição massiva, é a derradeira esperança de satisfazer o ego e acabar com a humilhação de não serem tratados com dignidade, trazendo o Povo, meio ou completamente anestesiados, aceitando todos os sacrifícios para lavar a alma que outros acham que podem manter ou resolver pelo poder bélico.

Quase ninguém acredita numa possível reconciliação pacifica, mas também ninguém acredita numa resolução com as sanções da ONU, por isso é imperioso que haja humildade parte a parte e os do Sul têm de ser os primeiros a avançar com uma atitude de irmandade para com os irmãos ricos e desenvolvidos, é essa a tarefa e ninguém encontrará outra a não ser esta, sem ódios recalcados.

Eduardo Moreira

outubro 03, 2006

O Palácio da despedida

Era uma vez uma pessoa que vivia num Pálacio, não era um palácio de brincar, era um Palácio a sério. Havia muita alegria dentro dele e também fora dele, tudo era belo e alegre, era como se fosse o País das maravilhas e dos sonhos que teimavam em querer ser verdadeiros e sinceros como em tantas ilusões, os sonhos eram tão reais e autênticos que parecia que não iriam acabar nunca a não ser que houvesse alguma ameaça no ar, quiçá uma ameaça verdadeira que viria de forma irreversível e cruel, não sua caminhada desconhecida, ou não, real ou virtual, mas que prometia chegar.

O subconsciente tem destas coisas, guarda zelosamente os segredos quando assim o entende e quando outros valores bem mais importantes se impõem na selva da vida, ou na vida selvagem. A beleza da vida é assim, tem espinhos nos caminhos e no seu próprio caminho, sabe tudo, parece que o mais singelo pormenor está previsto no nosso próprio caminho. Será que a Mãe natureza é assim tão perspicaz? Estou em querer que sim, é como na criação, tudo meticulosamente perfeito para todos os “items” a mais pequena folha que cai da árvore é sem dúvida o fim do seu percurso do seu caminho, mas na Primavera logo vem outra folha nova, tenra e feliz a cumprir a infalibilidade da criação do redentor.

Os caminhos como o de cada um de nós tem os seus picos onde nos podemos picar e há picos que picam muito e outros nem tanto, será que nós todos temos de passar pelos picos da vida? ou sabemos contorna-los ou precisamos deles para melhor caminharmos no nosso próprio caminho da vida. Temos sempre ensinamentos que não podemos desprezar e há que entender esses caminhos que podem ser de tortura no intuito de nos moldarmos aos ziguezagues da vida acreditando que, como já se disse acima, o equilíbrio em que todos nos devemos manter é o mesmo que vemos quando olhamos para o céu estrelado e saboreamos a suavidade em com que os astros dia a dia fazem a sua dança encantada sem falhar. Já nós por cá não estamos sempre bem sintonizados.

Voltamos ao Palácio dos sonhos e queremos encarar a realidade fora do Palácio, então é como um acordar para a verdade que não queríamos enfrentar mas não há outra opção e então há o tal caminho que está ruim, com muitas silvas e muitos picos, porém é um caminho que tem de ser percorrido aceitando ou não as realidades doridas e crescendo com elas ou não consoante o carácter que se caracteriza ou não, dentro de nós.

Eduardo Moreira