setembro 26, 2006

A Mística Benfiquista

Dentro de algumas horas eles vão-se encontrar outra vez, eles são o Benfica e o Manchester United. Sem se estar a contar o Benfica fez-se em brios e derrotou o Manchester na Luz, estava toda a gente muito céptica, ainda com o treinador Holandês em quem eu nunca acreditei que pudesse ser um bom treinador. Não me enganei, ele já regressou à Holanda e o seu companheiro das conquistas em Portugal, um tal Co Adriaance, eram boas pessoas mas nem um nem outro mostrou ter algum jeito para comandar jogadores de futebol.

O grande clube que é o Benfica, não está bem, o seu treinador está pior ainda, pois ainda não atinou no discurso certo para galvanizar os jogadores. Há quem diga que ele é bom, mas, penso eu, ele peca por falta de carisma no sentido de levar os jogadores, é por eles que passa tudo, desde que estejam bem envolvidos num espírito de vitória, levados por uma liberdade de acção em que as coisas saem de forma espontânea. Não é fácil lá chegar mas, chega-se, o contrário disto é exigir tácticas e técnicas que a própria exigência rejeita e vai tudo por água a abaixo.

Falando agora no jogo que vai decorrer dentro de horas acontece uma coisa engraçada é que o Benfica ganhou no ano passado e este ano fala-se em vingança da parte do ilustre derrotado no passado jogo. Ora aqui entra um fenómeno estranho que é aquela história da vingança que vai bailando na cabeça dos jogadores, que é negativo para quem quer vingar e positivo para o outro lado que beneficia da ansiedade do vingador.

Para além desta teoria há também um factor importante que é a grandeza do Benfica, ou seja, há uma mística tão grande naquele estádio que os jogadores e o público transcendem-se completamente quando, num jogo, como o de hoje, dois colossos da arte do futebol se defrontam com toda aquela carga psicológica, arrastando uma magia que dá gosto viver, por isso lá estarão 60 e tal mil crentes.


Quem, vai ganhar? É sem dúvida a gente da casa. “Para cá do Marão mandam os que cá estão”.
Dizem muito bem os trasmontanos.

Eduardo Moreira

setembro 22, 2006


Falar na Paz

Mahmoud Ahmadinejad deu uma cambalhota de cento e oitenta graus nestes últimos dias e fez muito bem. Aqui está como de momento para o outro duas pessoas intransigentes, passam a ser duas pessoas normais, que é o mesmo que serem sensatos e dialogantes independentemente do que tenham dito antes, pois em primeiro lugar está o bom senso e especialmente nos tempos que passam é mesmo isso que faz falta.

Alguém disse e muito bem que “temos de falar com os nossos inimigos” e é verdade, não se pode, especialmente quem tem a responsabilidade de evitar grandes conflitos ou outra coisa muito diferente que é a guerra invisível, sim aquela que veio sem se saber de onde e sem se saber bem onde estão os protagonistas e quem são. Quem tem um grande arsenal de armas acha, e mal, que pode resolver tudo num fechar de olhos e já está, grande erro. Este raciocínio aconteceu no dia 11 de Setembro de 2001. Eu tive a clara visão do que ia acontecer quando os vi ir de armas e bagagens lá para os lados do Afeganistão, foram bombas e mais bombas e o resultado é zero, não se resolveu nada tudo piorou.

Quando acontece o que aconteceu na bela cidade de Nova Iorque é porque há um forte vazio de vida e recalcamento por parte de um povo que se sente deveras humilhado, muito humilhado. Será que ao Sr. Presidente dos EUA não lhe ocorreu que haveria outras coisas a esclarecer, o porquê ?. Antes de arrancar com o arsenal militar.

Isto veio a lume agora pela reviravolta aparente ou não, nas palavras de Mahmoud Ahmadinejad e também de G.W. Bush, pareceu que com algumas palavras se poderia evitar uma guerra.

Aprendam a dialogar e aprendam a saber ler o que se passa no mundo e no mundo também está a responsabilidade de se chegar aqueles que precisam de apoio e nunca queiram resolver as coisas pela espada como dizia Moisés. Os tempos são outros.

Eduardo Moreira

setembro 21, 2006

As pedras, o Outono e a Primavera

Elas são tantas tantas que eu não consigo dar conta delas, as pedras, elas são todas diferentes, não estou a falar delas em especial, das muito bonitas, estou a falar delas todas, todinhas, algumas nem as faço mexer de tão pesadas serem. È um trauma que eu tenho por elas, até já gosto delas de tanto trabalho me darem.

Elas começaram a perseguir-me há uns anos atrás, foi em 2003. Já passaram três anos e continuo com elas, é uma boa relação, eu fui procurando por elas e elas foram aparecendo, especialmente quando, vencido pela necessidade de terra, elas, oportunistas vieram também, foram toneladas e toneladas delas, também amante da terra fui remexendo e elas continuaram a aparecer.

Já têm feito jeito, às vezes é preciso pedra muita pedra. Às vezes aproveito-as para ornamentar o jardim e as cazolas das árvores, mantêm as terras mais frescas. Mas tem sido uma perseguição, eu, teimoso procuro a terra, essa que não se cansa de rebentar pela Primavera e como por milagre, vem daí as ervas, as plantas etc. tudo rebentando, quase num desafio de quem mais belo quer apresentar, é um espanto o renascer da vida todos os anos.

Estou ansioso pela Primavera, oxalá não haja nenhuma catástrofe agrícola, às vezes acontece, mas nós cá estamos a preparar coisas que queremos ver reviver numa Primavera nova e linda. É o milagre da criação é a vida a dar vida, é o equilíbrio suave e seguro que mantém a orquestra filarmónica em harmonia e perfeição, a este conjunto de maravilhas há quem lhe chame Deus.

O Outono vai já começar depois de amanhã dia 23 de Setembro, é a despedida do Verão, que foi bem quente, quiçá, quente de mais, tudo fugia para as sombras, ou para a praia e também para o ar condicionado. Eu não sei para onde fugia, talvez fugisse de mim mesmo a pensar em algo que se desejava muito, o ser humano é assim, quer sempre atingir o limite na vida, salvar a Pátria e acabar com a miséria. Mas quando assim não é, o que é não é nada, é o desistir o perder da alma e esta é a que tem de estar sempre bem viva.

Voltando às pedras, que eu amo, vou pondo sempre pedra sobre pedra e assim se constrói o nosso castelo o castelo das nossas ilusões, das nossas paixões, na caminhada do êxito ou não.

Eduardo Moreira
As pedras, o Outono e a Primavera

Elas são tantas tantas que eu não consigo dar conta delas, as pedras, elas são todas diferentes, não estou a falar delas em especial, das muito bonitas, estou a falar delas todas, todinhas, algumas nem as faço mexer de tão pesadas serem. È um trauma que eu tenho por elas, até já gosto delas de tanto trabalho me darem.

Elas começaram a perseguir-me há uns anos atrás, foi em 2003. Já passaram três anos e continuo com elas, é uma boa relação, eu fui procurando por elas e elas foram aparecendo, especialmente quando, vencido pela necessidade de terra, elas, oportunistas vieram também, foram toneladas e toneladas delas, também amante da terra fui remexendo e elas continuaram a aparecer.

Já têm feito jeito, às vezes é preciso pedra muita pedra. Às vezes aproveito-as para ornamentar o jardim e as cazolas das árvores, mantêm as terras mais frescas. Mas tem sido uma perseguição, eu, teimoso procuro a terra, essa que não se cansa de rebentar pela Primavera e como por milagre, vem daí as ervas, as plantas etc. tudo rebentando, quase num desafio de quem mais belo quer apresentar, é um espanto o renascer da vida todos os anos.

Estou ansioso pela Primavera, oxalá não haja nenhuma catástrofe agrícola, às vezes acontece, mas nós cá estamos a preparar coisas que queremos ver reviver numa Primavera nova e linda. É o milagre da criação é a vida a dar vida, é o equilíbrio suave e seguro que mantém a orquestra filarmónica em harmonia e perfeição, a este conjunto de maravilhas há quem lhe chame Deus.

O Outono vai já começar depois de amanhã dia 23 de Setembro, é a despedida do Verão, que foi bem quente, quiçá, quente de mais, tudo fugia para as sombras, ou para a praia e também para o ar condicionado. Eu não sei para onde fugia, talvez fugisse de mim mesmo a pensar em algo que se desejava muito, o ser humano é assim, quer sempre atingir o limite na vida, salvar a Pátria e acabar com a miséria. Mas quando assim não é, o que é não é nada, é o desistir o perder da alma e esta é a que tem de estar sempre bem viva.

Voltando às pedras, que eu amo, vou pondo sempre pedra sobre pedra e assim se constrói o nosso castelo o castelo das nossas ilusões, das nossas paixões, na caminhada do êxito ou não.

Eduardo Moreira

setembro 13, 2006

Uma noite de chuva

Depois de largos meses fugindo ao poder do calor do Sol, hoje pelo fim da tarde a caminho da noite o céu cobriu-se de nuvens e com a ajuda do vento, daí a nada começaram a cair as primeiras gotas frescas, depois já quase frias.
As terras agradecem, pois, têm estado quentes, assim como as árvores, com um sol agressivo começaram a ver cair as folhas queimadas numa antecipação do Outono.

Foi, sem dúvida, bem recebida a água empurrada lá do céu. Parece um bocado aborrecido esta lenga-lenga melancólica e patética, mas, pergunto eu, quem não sente alguma ternura por umas gotas de água fresca depois de um verão quente e ambíguo. Faz-me lembrar alguém que uma vez disse, deixa lá, amanhã é outro dia vamos beijar e abraçar com to o amor e toda a ternura

E pronto, o melhor é falar de futebol, ao menos aí a gente até vê onze mangas de cada lado a darem o litro por um golito e a alegria louca da festa que vai do rectângulo relvado até aquelas bancadas cravejadas de sportinguismos, neste caso.
Foi ontem mesmo, ali sim viu-se um belo jogo, bem disputado e com um excelente golo de Marco Caneira, não estou a dizer isto por ser o meu clube mas foi hino ao desporto e à juventude e ao treinador do Sporting Paulo Bento.


Falando agora do treinador do Benfica, els até tem muitas características para ser bom, mas, desconfiei dele logo de início e naquele jogo com o Boavista fez-me pressentir qualquer coisa e que vinha aí asneira, especialmente quando lhe lembraram que nunca tinha ganho no Bessa. Notei aí algum menosprezo, ligeirismo o que é fatal e correu bem mal.

Outro caso foi com o último jogo internacional, ou seja, no jogo em que o Rui Costa fez um grande jogo assim como o Nuno Gomes. Acontece que F. Santos não soube gerir os jogadores em campo quando já tinha a vitória garantida e não substituiu R. Costa estando já ele com queixas apôs entradas duras, o mesmo aconteceu com N. Gomes que também estava indiscutivelmente a pedir substituição.

Fernando, Fernando mais atenção na gestão dos jogadores e menos tiques de sabichão.

Eduardo Moreira

setembro 07, 2006



PEZINHO DO PICO

Popular

Eu fui ao Pico, piquei-me,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num silvado,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num silvado.
Nunca mais eu vou ao Pico,
Ai sem o Pico sem o Pico ser podado,
Ai sem o Pico sem o Pico ser podado.

Eu fui ao Pico, piquei-me,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num picão,
O pico nasce da silva,
Nasce da silva e a silva nasce do chão.

Ó meu amor nada, nada,
Ó meu amor nada, nada, nada não.
Nada trago em meu peito,
Ai em meu peito, de que te faça quinhão.

Ponha aqui o seu pezinho,
Aí ponha aqui, ponha aqui, que não faz mal.
Que esta moda do pezinho,
Ai foi do Pico, foi do Pico pró Faial.

setembro 06, 2006

Finlândia-Portugal
Jogadores: Ricardo, P.Ferreira(sup), R.Carvalho, Costinha, Deco, Tiago(sup), Nani, N. Valente, Petit, Nuno Gomes, Caneira, Ricardo Costa.
5.56 Hino Nacional Português.
5:58 Hino Finlandês
18 Graus de temperatura.
Início: 06:00 pm

Aos 07 m pressão sobre as Quinas. Ricardo faz boa defesa. Bom desempenho de Nani, 6:8 s. 21:40 Golo da Finlândia.
Finlândia 1 Portugal 0. Portugal tem pela frente uma Finlândia aguerrida e muito bem fisicamente actuando com muita garra.27:17 grande remate de meia distância por Ronaldo. 35:35 canto a favor de Portugal. Nani 7 ataques.41:20 Golo de Nuno Gomes. Finlândia 1 - Portugal 1.
Nani 8 ataques. Recebe assistência aos 45 m. + 3 m 10 s. Acaba a 1ª Parte.

Começou a 2ª parte. Tiago e H. Almeida. Segunda-parte dinâmica para Portugal no início. Ricardo Costa expulso. 52 m.
Já tinha um amarelo. 57 m entra Ricardo Rocha. 59:21 Grande defesa. 81:30 Livre perigoso contra Portugal, defende muito bem Ricardo.

Entra Tiago aos 84 m. Pressão sobre as quinas, mas o empate deve estar garantido. Imussão no último minuto Portugal arrancou um empate com menos um desde o início da segunda parte.

Eduardo Moreira
Without you - From Nilson

Well I can´t forget this evening,
and your face when you were leaving,
but I guess that´s just the way the story goes,
You always smile but in your eyes your sorrow shows,

Yes it shows.

Well I can´t forget tomorrow,
When I think of all the sorrow,
I had you there and then I let you go.
And now it´s only fair to let you know,
What you should know.

I can´t live is living is without you,
I can´t live, I can´t live anymore.
I can´t live, if leaving is without you,
I can´t live, I can´t live anymore.

setembro 05, 2006

A descoberta do não acaso

Estou a ver o jogo Portugal-Polónia, aos 42:00 está a zero zero, tenho visto intermitantemente, ora vejo, ora não vejo. Tenho outros encantos, que têm a ver por exemplo o “digitalizador de textos e também com as conversações internacionais via ICQ e também com outros trabalhos que sempre estão presentes no local.
Os meus cães fazem-me companhia, sempre atentos, aos movimentos dos vizinhos.

Os amigos, não se sabe se existem ou não, agora é tudo materializado, e não foi sempre assim? Há a arborização, que está em curso, é interessante como uma coisa aparentemente tão vulgar e é tão significativo. É algo que fica e a gente vai olhando o seu crescimento e a sua beleza, quiçá a suas possíveis maleitas.
As árvores de fruto são mais sensíveis, requerem mais cuidados, em contrapartida também nos enchem de orgulho, com as suas Primaveras, lindíssimas flores e mais tarde os frutos. Depois é a criação, o fazer criar, produzir, embelezar e algum produto, filho da terra e da vontade de quem foi preparando as terras e as suas disponibilidades.

Estamos já a 5 de Setembro de 06. O tempo menos quente agora e mais fresco depois, talvez com chuva também. E é uma nova fase da maravilha da Natureza que nunca se esquece nem se engana. Segue o seu percurso, uma infinidade, contrapondo a beleza da transformação que sempre está a acontecer.
O mundo também vai andando no seu caminho para se ir refazendo, aprendendo devagar, a desfrutar deste milagre contínuo, quais visitantes trabalhadores turistas que se vão preparando para partir e deixar a vaga para os novos visitantes.

Vale a pena vir por cá, aquele tempo que está programado e que os que estão vão sendo tentando prolongá-lo o mais que puderam, mas sempre com a certeza que, não foge muito ao que está traçado, é preciso pois absorvê-lo e prolongá-lo o melhor e mais possível. È o paraíso, é a nossa visita e é aquilo que nós não sabemos e se assim é, é porque assim tem de ser.

Entretanto o jogo já vai nos 65 minutos e Portugal ganha à Polónia 2-0. Sub 21.

Eduardo Moreira

setembro 01, 2006

A fuga ao Sol


A fuga do Sol

Tirando uns mergulhos na praia, estes meses, Junho, Julho, Agosto e o recém-chegado Setembro fazem-nos correr para as zonas com ar condicionado, fresquinho. O todo poderoso Rei Sol é implacável na sua autoridade e poder. É a nossa principal luz. Por vezes andamos ofuscados, mas não é por culpa do Sol é por outras coisas, coisas sem valor, olhando para a frente, temos luz, logo, temos tudo o que é preciso, pois o esplendor solar, qual vitrina ou janela para espreitar e logo nos parece que temos tudo, nada nos falta.

Pela noite manda-nos descansar, para que, melhor pela manhã os possamos apreciar, o Sol a Luz. Na escuridão da noite vemos as estrelas brilhar lá em cima, espectáculo maravilhoso, vemos as constelações. Variando, como que para continuar o encantamento, aparece a Lua, reflectindo uma luz suave a convidar-nos para o velho romantismo que tanto gostamos de absorver com avidez e deleite.

Mas eu estava em fuga do sol, nestes meses veraneantes, é verdade, mas mesmo implacável como é nestes meses, ele é sempre a luz que nos bronzeia e no faz mais rebeldes a atrevidos, pondo os corpos entregues à natureza que é pura e sadia e gosta da nossa nudez mergulhada nas dançarinas ondas do mar.

Sempre, abertas para nos receber fazendo-nos sentir leves e livres naquele mar azul fresco e limpo numa lavagem de espírito e carregamento de energias e esperanças para um Outono de imensos motivos de postais ilustrados a desfazerem-se e refazerem-se no Céu.

Eduardo Moreira

Primeiro de Setembro - O Barro



Primeiro de Setembro - O Barro

No campo alentejano, aqui estou a desbravar o barro, barro bem barro, fechado duro e imponente, dá que fazer quando se quer trabalha-lo, mas também é moldável quando comandado pela mão humana. Saem peças muito belas e o cheiro também é bom, a água, nas púcaras de barro, está sempre mais fresquinha e faz parte da nossa vida, quando pela sua personalidade, se impõe também, pela sua verticalidade.

Duros e moles consoante o caso são também os Iranianos, que puseram os americanos zangados, porque não, não vergam às exigências dos senhores de Washington e outros que tais. Não aceitam que os “maus” tenham o direito de desenvolver a energia nuclear e outros desenvolvimentos, não enxergão que não se podem armar em Rei Salomão e apontarem quem são os bons e quem são os maus.

Além desse abuso, nem sequer estão a ser inteligentes, pois as sanções, além de serem ineficazes, não vão de encontro ao que se pretende, ou seja, que não se façam descriminações, humilhando quem já está muito humilhado, alimentando assim um mau estar, uma arrogância constrangedora.

Tenham juízo meninos, as coisas já não são o que eram e se querem continuar a viver com uma espada por cima das vossas cabeças, tem de aceitar os outros tal como querem ser e não serem o que os outros querem conseguir à martelada. Assim não, venha lá daí, alguma humildade e falem com todos.

Eduardo Moreira