
O futuro o presente e o passado, mesclado
Diário das loucuras. Prá história.
2ª feira 34ª semana. Tudo treme, medo e medo, o sussurrar de mais este e outro acontecimento, é a toda a hora, já estamos habituados, já não sabemos viver sem um bocadinho de pica, nada de monotonias. O futuro é o que se vê, está à vista, o presente está em moda, é sempre a abrir, na maior. Fazer a história bem em cima, com um pitadinha de futuro e também de passado bem repassado.
Estamos fartos de falar em guerra e nos atentados, mísseis para aqui Roquetes para ali, outros armamentos em afinação. É o presente, é o que é. O passado faz-nos lembrar grandes coisas, que nós lembramos com um sorriso, outras vezes nem por isso, algumas são bem longínquas outras não, mas sorrimos sempre, já passou.
Fala-se muito em violência doméstica, que coisa primária. É bom que alguém acorde esses valentões. Um chorrilho de bom futuro: assaltos à mão armada, corridas ilegais, de carros, bares a saque, burlas com cartões, sida, etc.
Todo o mundo vai fingindo que controla alguma coisa mas tudo vai piorando. Que fazer? Num futuro próximo é o salve-se quem puder. O que é que fazem as pessoas que não têm emprego e (ou) não trabalham? boa coisa não é certamente.
Em Timor foram muito inteligentes, despedem militares e não lhes dão outra ocupação, os jovens, e não só, andam na rua a vaguear, logo asneira da grossa. As pessoas têm que ter uma ocupação e dinheiro. Os espertos em Timor, e não só, não vêm isso, até vão ter muito petróleo, têm crédito, estão a fazer o quê? ninguém gosta de ir para a cadeia, haja emprego e dinheiro e tudo mexe bem. Cambada...
Será que há alguém que dê rumo neste planeta. Falta de imaginação.
Eduardo Moreira
Diário das loucuras. Prá história.
2ª feira 34ª semana. Tudo treme, medo e medo, o sussurrar de mais este e outro acontecimento, é a toda a hora, já estamos habituados, já não sabemos viver sem um bocadinho de pica, nada de monotonias. O futuro é o que se vê, está à vista, o presente está em moda, é sempre a abrir, na maior. Fazer a história bem em cima, com um pitadinha de futuro e também de passado bem repassado.
Estamos fartos de falar em guerra e nos atentados, mísseis para aqui Roquetes para ali, outros armamentos em afinação. É o presente, é o que é. O passado faz-nos lembrar grandes coisas, que nós lembramos com um sorriso, outras vezes nem por isso, algumas são bem longínquas outras não, mas sorrimos sempre, já passou.
Fala-se muito em violência doméstica, que coisa primária. É bom que alguém acorde esses valentões. Um chorrilho de bom futuro: assaltos à mão armada, corridas ilegais, de carros, bares a saque, burlas com cartões, sida, etc.
Todo o mundo vai fingindo que controla alguma coisa mas tudo vai piorando. Que fazer? Num futuro próximo é o salve-se quem puder. O que é que fazem as pessoas que não têm emprego e (ou) não trabalham? boa coisa não é certamente.
Em Timor foram muito inteligentes, despedem militares e não lhes dão outra ocupação, os jovens, e não só, andam na rua a vaguear, logo asneira da grossa. As pessoas têm que ter uma ocupação e dinheiro. Os espertos em Timor, e não só, não vêm isso, até vão ter muito petróleo, têm crédito, estão a fazer o quê? ninguém gosta de ir para a cadeia, haja emprego e dinheiro e tudo mexe bem. Cambada...
Será que há alguém que dê rumo neste planeta. Falta de imaginação.
Eduardo Moreira

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