
O blogue, MorbidMan, está a fazer um ano
Foi em Agosto, quente como é costume, no espreguiçar do muito e do pouco que se pode fazer, vem o desabafo, coisas muito importantes e outras nem tanto, há sempre um fervilhar de acontecimentos, queremo-las fixar, marcá-las no tempo, dar o palpite, suspirar a vontade da contribuição, nas batalhas de levar o que achamos melhor para o caminho certo de lançar um país para o seu lugar merecido.
Também no mundo temos a veleidade de querer intervir, nem que seja de forma virtual, intervenientes sim, parados não, nada está seguro, tudo está periclitante, há um jogo manhoso por esse mundo fora, há coisas que vêm de muito longe no tempo, e o homem não esquece, os genes fazem o seu trabalho, passam de uns para os outros, em todos à razões, em quase todos à religiões, em muitos há ódios, em muitos não nada disso, há a paz para viver, na sua, em bem.
Hoje de manhã, teoricamente uma guerra entrou em pausa, por quanto tempo não se sabe, sabe-se que as guerras continuam, é como que fazem parte da vida, as bombas caiem sem dó, das pessoas também não há dó, nem das crianças, que não sabem bem o que é aquilo, que destrói e aumenta a vontade de vingança e as guerras continuam.
Com tanta coisa boa que há para fazer, melhor seria que se chegasse a um consenso de que é tempo de parar, já somos crescidos, com tanto trabalho para se construir e sentir o sabor da paz e tranquilidade, para os meninos, meninas, novos e velhos. Vai-se para o sofrimento, o terror. Neste planeta lindíssimo que tudo dá, que a todos nos encanta com a sua beleza, os rios os mares, as florestas, os animais, as aves cantando, esbanjadoramente tudo nos oferece.
Eduardo Moreira
Foi em Agosto, quente como é costume, no espreguiçar do muito e do pouco que se pode fazer, vem o desabafo, coisas muito importantes e outras nem tanto, há sempre um fervilhar de acontecimentos, queremo-las fixar, marcá-las no tempo, dar o palpite, suspirar a vontade da contribuição, nas batalhas de levar o que achamos melhor para o caminho certo de lançar um país para o seu lugar merecido.
Também no mundo temos a veleidade de querer intervir, nem que seja de forma virtual, intervenientes sim, parados não, nada está seguro, tudo está periclitante, há um jogo manhoso por esse mundo fora, há coisas que vêm de muito longe no tempo, e o homem não esquece, os genes fazem o seu trabalho, passam de uns para os outros, em todos à razões, em quase todos à religiões, em muitos há ódios, em muitos não nada disso, há a paz para viver, na sua, em bem.
Hoje de manhã, teoricamente uma guerra entrou em pausa, por quanto tempo não se sabe, sabe-se que as guerras continuam, é como que fazem parte da vida, as bombas caiem sem dó, das pessoas também não há dó, nem das crianças, que não sabem bem o que é aquilo, que destrói e aumenta a vontade de vingança e as guerras continuam.
Com tanta coisa boa que há para fazer, melhor seria que se chegasse a um consenso de que é tempo de parar, já somos crescidos, com tanto trabalho para se construir e sentir o sabor da paz e tranquilidade, para os meninos, meninas, novos e velhos. Vai-se para o sofrimento, o terror. Neste planeta lindíssimo que tudo dá, que a todos nos encanta com a sua beleza, os rios os mares, as florestas, os animais, as aves cantando, esbanjadoramente tudo nos oferece.
Eduardo Moreira

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