Israel a Guerra e as Famílias
Através do ICQ tenho conversado muitas vezes com uma senhora israelita que, considerando-a minha amiga, pelo que temos conversado, veio ontem a lume algum azedume entre nós, pela simples razão de não estarmos de acordo em muitos pontos de vista em relação às relações entre Israel e o Mundo Muçulmano.
Mais zangada ficou quando eu lhe disse que tinha escrito no meu blogue que Israel estava a ser arrogante desde o início do conflito, que depois de 33 dias está agora em banho-maria até chegarem as tropas do Líbano e do da ONU e outras que se preparam para chegar. A minha amiga, afinou mesmo, compreende-se, perdeu um irmão numa das guerras que tem havido e teve agora um filho envolvido neste conflito.
Também não alinhamos no mesmo diapasão quando à forma de dar a volta ou dar solução a este interminável ódio de estimação que grassa nesta região. Melindrou-se quando lhe disse, que através das armas só aumenta a rivalidade, por mais que lhe disse-se, que esse terá de ser sempre o bom caminho, não aceita nem acredita.
Argumentou imenso sobre as características dos radicais islâmicos, comparando com os cerca de 60 milhões de Árabes que vivem em Israel e ao redor de Israel, mas não concebe qualquer solução a não ser pelas armas. Por mais que eu argumentasse sobre uma evolução lenta e consequente no diálogo para a Paz, não aceitou e considera que eu sou um ingénuo, mas não vislumbra uma saída para as crises a não ser pelas armas.
Fui-lhe dizendo que coisas estão a mudar e não para melhor no diz respeito a Israel, dado que no outro lado, há já algum poderio organizativo e militar, assim sendo, só há duas alternativas, ou deixam-nos avançar para armamento muito perigoso ou então terão de destruir toda o sua potencial capacidade militar o que também é muito arriscado, inclusivamente a nível mundial.
A Senhora não acredita na hipótese mais razoável, que será o bom senso de todos.
Houve uma altura recente em que li duas coisas horríveis:
1) Ou aceitam as coisas, que nós queremos, a bem ou a mal.
2) Nós continuaremos com a eliminação selectiva.
Quem terá dito tais coisas?
Eduardo Moreira
Mais zangada ficou quando eu lhe disse que tinha escrito no meu blogue que Israel estava a ser arrogante desde o início do conflito, que depois de 33 dias está agora em banho-maria até chegarem as tropas do Líbano e do da ONU e outras que se preparam para chegar. A minha amiga, afinou mesmo, compreende-se, perdeu um irmão numa das guerras que tem havido e teve agora um filho envolvido neste conflito.
Também não alinhamos no mesmo diapasão quando à forma de dar a volta ou dar solução a este interminável ódio de estimação que grassa nesta região. Melindrou-se quando lhe disse, que através das armas só aumenta a rivalidade, por mais que lhe disse-se, que esse terá de ser sempre o bom caminho, não aceita nem acredita.
Argumentou imenso sobre as características dos radicais islâmicos, comparando com os cerca de 60 milhões de Árabes que vivem em Israel e ao redor de Israel, mas não concebe qualquer solução a não ser pelas armas. Por mais que eu argumentasse sobre uma evolução lenta e consequente no diálogo para a Paz, não aceitou e considera que eu sou um ingénuo, mas não vislumbra uma saída para as crises a não ser pelas armas.
Fui-lhe dizendo que coisas estão a mudar e não para melhor no diz respeito a Israel, dado que no outro lado, há já algum poderio organizativo e militar, assim sendo, só há duas alternativas, ou deixam-nos avançar para armamento muito perigoso ou então terão de destruir toda o sua potencial capacidade militar o que também é muito arriscado, inclusivamente a nível mundial.
A Senhora não acredita na hipótese mais razoável, que será o bom senso de todos.
Houve uma altura recente em que li duas coisas horríveis:
1) Ou aceitam as coisas, que nós queremos, a bem ou a mal.
2) Nós continuaremos com a eliminação selectiva.
Quem terá dito tais coisas?
Eduardo Moreira

Sem comentários:
Enviar um comentário