agosto 29, 2006

Outra Biblioteca

Outra Biblioteca

A vida num correr, corre, corre e foge-nos das mãos, tantas coisas se passam é como o encolher das balizas, as tantas não se acerta nela. Tudo vai encolhendo, até o futebol parece que quer baralhar tudo, mas aí cuidado, por razões que a gente sabe, ainda é do melhor que nós temos. 4º Lugar no Campeonato do Mundo, é um espectáculo.

Mas os sinais, parecem feios mas não são, parece que se quer arrumar a casa e há pessoas que têm de compreender que as coisas já não podem ser como eram, chegou a vez de trabalhar melhor no desporto rei e os sucessos vão ser maiores. Portugal está a modernizar-se, vamos daí, até o passaporte não deixa passar nada.

As nossas Forças Armadas e Policiais estão em todo o lado e sempre com boa presença. Até em Timor que um local que me diz tanto. Amo-te tanto amo-te tanto.

Não conseguem por aquela gente ocupada e com dinheiro no bolso e no banco, vem aí a força do Petróleo de Timor-Leste e a cambada a governar deixa muito a envergonhar.
Anda ali muita mãozinha da reacção, querem ver o jovem País completamente esfrangalhado, (já é a segunda vez que escrevo esta palavra, gosto tanto dela, amo-te tanto).

Aquela gente da Austrália é uma desgraça, desde o primeiro minuto que os topei, vieram com más intenções, querem tomar conta dos desgraçadinhos. Vai de quanto pior melhor para reinar, mas há mais para destabilizar, exactamente o contrário do que deviam fazer.

Acho que não vou dizer mais nada, está-se a esgotar o meu tempo.
Mas que nós ainda vamos dar cartas, vamos. Somos gente de bem.

Eduardo Moreira

O Sindroma deles

O Sindroma deles

Há dentro de cada um de nós vários tipos de traumas que são quase sempre de difícil interpretação. Quantos, verdadeiros sábios, são apanhados por estes estranhos devoradores de valores técnicos que ficam por aí mesmo sem provarem a doce alegria de tornar os seus sonhos em realidade.

Mas é assim mesmo, todos temos a nossa aura brilhante, mas quantos a apagam com traumas e teimas. Contudo, há sempre a possibilidade de exorcizar as ditas e mostrar que as ferramentas estão cá dentro e é preciso sabe-las usar.

A Vida é uma incógnita para todos nós, uma coisa sabemos nós e em muitos e muitos anos ninguém se lembra de que a espada está sempre por cima da nossa cabeça e um dia cai. Nós sabemos que não nos devemos importar com isso, talvez se saiba, num tempo.

Agora tenho de acabar, também estou a prazo, estou numa biblioteca pública.

Tudo muito bom.

Eduardo Moreira

agosto 28, 2006

CANÇÃO - Fernando Pessoa

CANÇÃO - Fernando Pessoa

Sol nulo dos dias vãos,
Cheios de lida e de calma,
Aquece ao menos as mãos
A quem não entras na alma!

Que ao menos a mão, roçando
A mão que por ela passe,
Com externo calor brando
O frio da alma disfarce!

Senhor, já que a dor é nossa
E a fraqueza que ela tem,
Dá-nos ao menos força
De a não mostrar a ninguém!

agosto 24, 2006


Mourinho adormece sentado (01)-(11)- (2-1)

José, pensou para ele, estamos já a ganhar 1-0 ao Middlesbrough, que por sina, não temos sido felizes com este clube, e vai daí, inebriado, ainda com os sucessos dos anos anteriores, sentiu-se bem no conforto das loas passadas e foi esperando que a inevitável vitória estava garantida e o tempo foi passando.

As ameaças no início da segunda parte, foram ignoradas, os jogadores também estavam seguros, é só deixar passar o tempo e com mais um golito, tudo acaba bem como é costume.

Eu, um simples espectador no conforto da minha casa, comecei a mexer-me muito no sofá, era notório um ganhar de confiança por parte do Middlesbrough. Por parte de Mourinho, nada, apatia, pensei: terá adormecido na sua imensa autoconfiança?

O meu coração batia mais rápido, vem o empate, Mourinho continua sentado. Pensou ele, vou já fazer uma mudança, o Middlesbrough crescia, o shelsea tremia já muito enervado, e a reviravolta consumou-se.

Assim não José, um adormecimento sentado?.

Eduardo Moreira

agosto 23, 2006

O Irão não desarma


O Irão não desarma,
desafia a ONU promete manter programa nuclear.

Obviamente o Irão não aceita as exigências da América e da Europa, um País, seja qual for não pode ser tratado deste modo, com menosprezo e arrogância. Não há nada a fazer, não podem nem devem proibir, outros países produzem Energia Atómica e o Irão tem o mesmo direito que os outros, não pode ser tratado de qualquer maneira. É uma humilhação que só piora as coisas.

A única maneira de este assunto poder ser tratado é deixá-los fazer o que, por si, tem direito e engloba-lo no mundo onde as pessoas são de confiança, e essa será a base da segurança, num ambiente de respeito e lealdade, assim sim, se constrói uma base de igualdade.

Não podemos classificar uns como bons e outros como maus, assim, aumenta a desconfiança e o tal ódio de estimação que teima em aumentar cada dia que passa.
Quanto ao enriquecimento de Urânio e até o construir da bomba atómica, não devem proibir nem têm esse direito, tão pouco é inteligente fazê-lo.

A segurança real está em deixar de considerar uns bons e outros maus, os considerados maus só o são porque há um mundo marginalizado que precisa de ser respeitado e não achincalhado.

As atitudes arrogantes de países que se acham com poder para ditar as suas leis, estão enganados e têm de cair na realidade, e ser inteligentes e humanos. Dizer que se não aceitam a bem aceitam a mal é horrível para quem tem o desplante e estupidez de dizer tal coisa. Assim como ter a barbaridade de dizerem que continuam a fazer eliminação selectiva, é de bradar aos céus.

Eduardo Moreira

agosto 21, 2006


O futuro o presente e o passado, mesclado

Diário das loucuras. Prá história.
2ª feira 34ª semana. Tudo treme, medo e medo, o sussurrar de mais este e outro acontecimento, é a toda a hora, já estamos habituados, já não sabemos viver sem um bocadinho de pica, nada de monotonias. O futuro é o que se vê, está à vista, o presente está em moda, é sempre a abrir, na maior. Fazer a história bem em cima, com um pitadinha de futuro e também de passado bem repassado.

Estamos fartos de falar em guerra e nos atentados, mísseis para aqui Roquetes para ali, outros armamentos em afinação. É o presente, é o que é. O passado faz-nos lembrar grandes coisas, que nós lembramos com um sorriso, outras vezes nem por isso, algumas são bem longínquas outras não, mas sorrimos sempre, já passou.

Fala-se muito em violência doméstica, que coisa primária. É bom que alguém acorde esses valentões. Um chorrilho de bom futuro: assaltos à mão armada, corridas ilegais, de carros, bares a saque, burlas com cartões, sida, etc.

Todo o mundo vai fingindo que controla alguma coisa mas tudo vai piorando. Que fazer? Num futuro próximo é o salve-se quem puder. O que é que fazem as pessoas que não têm emprego e (ou) não trabalham? boa coisa não é certamente.

Em Timor foram muito inteligentes, despedem militares e não lhes dão outra ocupação, os jovens, e não só, andam na rua a vaguear, logo asneira da grossa. As pessoas têm que ter uma ocupação e dinheiro. Os espertos em Timor, e não só, não vêm isso, até vão ter muito petróleo, têm crédito, estão a fazer o quê? ninguém gosta de ir para a cadeia, haja emprego e dinheiro e tudo mexe bem. Cambada...

Será que há alguém que dê rumo neste planeta. Falta de imaginação.

Eduardo Moreira

agosto 17, 2006

Israel a Guerra e as famílias

Israel a Guerra e as Famílias
Através do ICQ tenho conversado muitas vezes com uma senhora israelita que, considerando-a minha amiga, pelo que temos conversado, veio ontem a lume algum azedume entre nós, pela simples razão de não estarmos de acordo em muitos pontos de vista em relação às relações entre Israel e o Mundo Muçulmano.

Mais zangada ficou quando eu lhe disse que tinha escrito no meu blogue que Israel estava a ser arrogante desde o início do conflito, que depois de 33 dias está agora em banho-maria até chegarem as tropas do Líbano e do da ONU e outras que se preparam para chegar. A minha amiga, afinou mesmo, compreende-se, perdeu um irmão numa das guerras que tem havido e teve agora um filho envolvido neste conflito.

Também não alinhamos no mesmo diapasão quando à forma de dar a volta ou dar solução a este interminável ódio de estimação que grassa nesta região. Melindrou-se quando lhe disse, que através das armas só aumenta a rivalidade, por mais que lhe disse-se, que esse terá de ser sempre o bom caminho, não aceita nem acredita.

Argumentou imenso sobre as características dos radicais islâmicos, comparando com os cerca de 60 milhões de Árabes que vivem em Israel e ao redor de Israel, mas não concebe qualquer solução a não ser pelas armas. Por mais que eu argumentasse sobre uma evolução lenta e consequente no diálogo para a Paz, não aceitou e considera que eu sou um ingénuo, mas não vislumbra uma saída para as crises a não ser pelas armas.

Fui-lhe dizendo que coisas estão a mudar e não para melhor no diz respeito a Israel, dado que no outro lado, há já algum poderio organizativo e militar, assim sendo, só há duas alternativas, ou deixam-nos avançar para armamento muito perigoso ou então terão de destruir toda o sua potencial capacidade militar o que também é muito arriscado, inclusivamente a nível mundial.

A Senhora não acredita na hipótese mais razoável, que será o bom senso de todos.
Houve uma altura recente em que li duas coisas horríveis:

1)
Ou aceitam as coisas, que nós queremos, a bem ou a mal.
2) Nós continuaremos com a eliminação selectiva
.

Quem terá dito tais coisas?

Eduardo Moreira

agosto 15, 2006


Dia 15 de Agosto, Dormição da Santíssima Mãe de Deus

A última grande festa do ano litúrgico bizantino (que nos Minéa termina no dia 31 de agosto) é mariana: Dormição da SS. Mãe de Deus, Kóimesis no grego e Uspénie no eslavo eclesiástico, palavras que aludem justamente ao ato de dormir. E a tradicional representação iconográfica de 15 de agosto mostra a Virgem estendida no leito de morte, rodeada para o último sono pelos apóstolos, vindos prodigiosamente dos lugares onde pregavam o evangelho, tendo ao centro Jesus Cristo que acolhe a sua alma, representada como uma menina envolta em faixas e por ele sustentada.
A partir do dia 1 de agosto, o Oriente bizantino prepara-se para a festa com um jejum (do qual também fala São Teodoro Estudita, morto no ano 826) e dado que, além da pré-festa do dia 14 de agosto, os textos litúrgicos falam do trânsito de Maria SS. ao céu até o dia 23 de agosto, pode-se afirmar que este é o mês mariano dos fiéis ortodoxos e greco-católicos.
A celebração dessa solenidade no dia 15 de agosto foi fixada com um edito do imperador do Oriente, Maurício (582-602), confirmando uma tradição, sem dúvida, mais antiga. No Ocidente, a festa foi introduzida, juntamente com outras três festas marianas, pelo papa Sérgio I, coincidindo as datas de sua celebração. Quanto ao conteúdo, o tropário principal assim sintetiza o mistério:

agosto 14, 2006

O blogue, MorbidMan, está a fazer um ano


O blogue, MorbidMan, está a fazer um ano

Foi em Agosto, quente como é costume, no espreguiçar do muito e do pouco que se pode fazer, vem o desabafo, coisas muito importantes e outras nem tanto, há sempre um fervilhar de acontecimentos, queremo-las fixar, marcá-las no tempo, dar o palpite, suspirar a vontade da contribuição, nas batalhas de levar o que achamos melhor para o caminho certo de lançar um país para o seu lugar merecido.

Também no mundo temos a veleidade de querer intervir, nem que seja de forma virtual, intervenientes sim, parados não, nada está seguro, tudo está periclitante, há um jogo manhoso por esse mundo fora, há coisas que vêm de muito longe no tempo, e o homem não esquece, os genes fazem o seu trabalho, passam de uns para os outros, em todos à razões, em quase todos à religiões, em muitos há ódios, em muitos não nada disso, há a paz para viver, na sua, em bem.

Hoje de manhã, teoricamente uma guerra entrou em pausa, por quanto tempo não se sabe, sabe-se que as guerras continuam, é como que fazem parte da vida, as bombas caiem sem dó, das pessoas também não há dó, nem das crianças, que não sabem bem o que é aquilo, que destrói e aumenta a vontade de vingança e as guerras continuam.

Com tanta coisa boa que há para fazer, melhor seria que se chegasse a um consenso de que é tempo de parar, já somos crescidos, com tanto trabalho para se construir e sentir o sabor da paz e tranquilidade, para os meninos, meninas, novos e velhos. Vai-se para o sofrimento, o terror. Neste planeta lindíssimo que tudo dá, que a todos nos encanta com a sua beleza, os rios os mares, as florestas, os animais, as aves cantando, esbanjadoramente tudo nos oferece.

Eduardo Moreira

agosto 10, 2006

Quente, muito Quente


Quente, muito Quente

No tórrido Alentejo, escapa-se quando se tem uma biblioteca com ar condicionado, muitos livros à escolha, podem levar-se para casa, todos os jornais do dia, revistas um bom ambiente e acesso à Internet.

Na bela Vila que é Grândola, é assim está-se bem, há outro lugar para os internautas, onde têm cerca de dez bons computadores. Tem o nome “o lugar da net” e os mais novos lá estão a navegar por onde lhes der na veneta. Também lá aparecem alguns mais velhos (cotas) como eu.

É interessante o projecto para todo o País, onde toda a gente pode ter contacto com todo o Mundo, em qualquer Aldeia há um centro cultural apoiado pelas Câmaras e assim a malta mais nova e os outros vão entrando pela descoberta desta ligação ao nível do Globo onde se pode espreitar pelos mais diversos temas, assim como a comunicação “on line” para todos os nossos amigos ou conhecidos.

Esta abertura ao Mundo no interior é relativamente recente, mas já está implantada e isso é que interessa o importante é mesmo, neste caso o Alentejo, imenso, com muita gente ainda isolada e logo tudo vai mudando, ensinando, mudando. Faz-me lembrar aquele rapaz que é o único na Aldeia, tem as suas cabras e ovelhas, mas o alcance dele é total.

Daqui a pouco, 1h e 15 minutos, estamos a ver o jogo de futebol Portmouth-FCP, acompanhamos os movimentos, bem quentes de todo o Mundo. Mas são coisas muito graves para estarmos aqui a falar disso. A mais recente, que fez assustar o Reino-Unido, foi a ameaça de ataque a aviões de e para os EUA, ao que se sabe foi desmantelado já e ainda bem, mas há muita coisa a resolver, mas tem de ser bem profundamente.

E pronto, por enquanto temos as nossas vilas, aldeias e cidades, sem receios, e esperemos que continuem assim, ou ainda melhor.

Eduardo Moreira

agosto 09, 2006

Co Adriaance


Co Adriaance

Pinto da Costa esteve bem, este treinador assim com o que foi despedido por parte do Benfica, estava na cara de qualquer um, que estas duas peças estavam, a ver o filme ao contrário, apanhei-os logo de início, muita parra e pouca uva, não se davam ao trabalho de conhecer os jogadores que já cá estavam, era experiências umas atrás das outras.

Estou plenamente convencido de que Adriaance não teria sucesso no FCP, falava demais e sabia muito pouco, mais um casmurro, era a sua táctica de sempre que sempre resultou mal, teve sorte no FCP. Metia-se onde não devia e descarregava lá para a Holanda, falando das contas financeiras do Clube como se fosse mais do que um treinador.

Baralhou muito e construiu pouco, já era tempo de Pinto da Costa fazer alguma, depois da vaga desgraçada de compras e vendas de jogadores e troca de treinadores, foi tempo mau para o FCP e para o Presidente, foi um chorrilho de disparates. Esperamos que desta acerte e recupere as contas.

Eduardo Moreira

agosto 08, 2006

Almeida Garret

OLHOS NEGROS

Por teus olhos, negros,
Trago eu negro o coração,
De tanto pedir-lhe amores…
E eles a dizer que não.

E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azuis dão muita esp´rança.
Mas fiar-me eu neles, não.

Só negros, negros os quero:
Que em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim…
Nunca mais dizem que não.

agosto 07, 2006

A arrogância de Israel 2

A arrogância de Israel 2

A maneira como se comporta, continua a ser de arrogância presunção, acham que são os maiores e sabem que têm o irmão grande que sempre os vai apoiar. Esquecem-se porém que por esse caminho nunca resolverão o seu próprio problema, nem com a ajuda do mano. O melhor seria pensarem melhor e mudarem da atitude sobranceira.

Os Estados Unidos, perante o problema das torres gémeas, Set.2001, decidiram avançar com as armas, não resolveram nada, O Afeganistão está como está e o Iraque pior ainda, o ódio aumentou o B. Laden está em parte incerta e o Mundo está pior.

Pressenti logo o que se iria passar, muita gente a morrer em todas as frentes e muita destruição e não se chegou a nada, a não ser ser pior a emenda do que os sonetos todos.

Avizinham-se grandes catástrofes, que eu não queria ver, mas tudo indica tal. Israel continua a tratar os vizinhos autoritariamente, sobranceiramente, ainda pensa que vence sempre e portanto não muda de atitude. Orgulhosamente em direcção ao desastre para todos, muito grande.

Quando as pessoas não se dão com os vizinhos que vieram depois, mesmo protegidos pelas leis do ONU, não há nada que lhes valha, ou se mudam ou andam sempre em guerra e, desiludam-se não se ficam sempre a rir, o mais certo é ficaram a chorar. Os ventos não sopram sempre para o mesmo lado. Haja tino na cuca ou então desastres muito grande vêm por aí. Resolver as coisas com o poderio militar não é nem saudável nem inteligente.

Eduardo Moreira

agosto 06, 2006

Eras tão formosa


Manuel L. L. Monteiro

I
Eras tão formosa
Ó linda moçoila
Perfume de rosa
Maçãs de papoila
II
Que lindos caminhos
Trilhámos, trilhámos;
Fomos amiguinhos
Com amor andámos.
III
Linda pastorinha
Eu te conheci.
Eras tão meiguinha
Nunca mais te vi.
IV
Linda pastorinha
Eu não te esqueci
Tudo o que deste
Eu te dei a ti.

agosto 05, 2006

SONHO INVENTADO

Inquietação – Sofia Muller

SONHO INVENTADO

Num sonho inventado
Da escuridão se faz luz
Do desejo, realidade
Sem barreiras nem tabus,
Mas num sonho inventado
Ultrapassa-se a imaginação
Dirijo a minha própria vida
Tenho o comando na mão,
Tudo ganha forma e sentido
Não há vítima nem culpado
Salta o desejo reprimido
Num sonho inventado.

agosto 03, 2006

A arrogância de Israel


A arrogância de Israel

Fica-lhe mal, ao estado de Israel, a forma sobranceira como se apresenta, em relação aos seus vizinhos. Algum bom senso e humildade ficar-lhe-ia muito bem.

O facto de se ter umas forças armadas do mais fino engenho que se conhece, não lhe dá o direito a tentar subjugar os seus vizinhos pela força.

Foi-lhe atribuído um espaço, depois, holocausto na segunda guerra mundial, para se estabelecer e viver, não se lembrou porém de muita coisa, uma delas, é que havia e há uma grande hostilidade entre Muçulmanos e Israel, e a solução é só uma:

Ou se entendem, num passo de grande altruísmo e inteligência por parte de Israel ou vão continuar a aumentar o ódio e aumentar as capacidades de destruição, parte a parte.

Isso só pode dar em coisas horríveis. A humilhação imposta ao mundo Islâmico alastra-se por todo o globo. Quem não se dá com os vizinhos, que são predominantes, só tem é de se mudar para outro lado, ou mudar a forma de estar na vida, sem arrogâncias bélicas e de superioridade.
É tão simples como isso. Outro holocausto não.

Eduardo Moreira

agosto 01, 2006

Não estou para...ficar sem...


Não estou para...ficar sem...

Há pessoas que não têm amor a ninguém, acontece, isso do amor deve ser um disparate. Não se sabe porque é que se fala tanto do dito amor. Mas que ele existe, existe. Muitas vezes ele está disfarçado, é envergonhado, discreto e às vezes parece meio tontinho da silva, mas é a força das forças, quando ele quer, ninguém o segura.
Traz a vida, porque a vida é quando o amor quer e como se costuma dizer “QUEM QUER TEM”, aqui está a essência da criação e a criação só acontece quando a gente a quer, obviamente com AMOR.

Ele é a mais força que existe, há quem lhe chame DEUS. As pessoas dizem valha-me Deus e não é só porque os padres nos ensinaram assim, é porque as pessoas encontram ali a força de que necessitam, logo que acreditem, é como uma pequena ervinha na terra que quer crescer e ter cada vez mais células e mais, até os unicelulares querem progredir e ter mais células.

Quem, sem querer, ou por puro egoísmo, não tem amor, não tem mesmo, acha até esquisito que quase toda a gente tenha amor por outros sejam quem, por quem, ou o que for. Há pessoas que, o amor é querer ter tudo, não perder nada, é como que uma gula, ou uma alarvice, ter isto ou aquilo, porque quer, é a lei. Quem sabe, se pode aprender o que é o amor, é que viver sem amor e só ganância de ter tudo e mais alguma coisa, então aí está uma pessoa, mas de pedra e as pedras são frias e as coisas que se querem só por querer, logo nunca têm nada só frieza das pedras.

Eduardo Moreira