
A terceira semana
Uma viagem uma paragem para almoço e a continuação do percurso que nos levaria a um lugar lindo de se ver, um rio que corria, florestas, montanhas, pinheiros muitos, estradas boas e outras de sobe e desce, uma paz, gente agradável, preços não especulativos, sensação de paz, boa disposição, gente em tratamento de águas, um cheiro permanente a águas sulfúricas.
Ao longo do Rio Vouga havia mesas e bancos de pedra, para as pessoas instalarem as suas merendas. Óptimo também para os artistas sacarem dos seus pincéis e paletas e passarem para a tela a sua arte e os lindos motivos sempre com o Vouga vadiando rio abaixo. Os patos e os gansos alimentavam-se, cuidavam das crias e lavavam-se, quase com vaidade, sentindo-se felizes e aconchegados, variando o pão que as pessoas lhes atiram com umas esperas de girinos no correr do rio.
A vida dentro do INATEL Palace era saudável para o corpo e para a mente, as refeições eram boas, muita fartura, self-service, aliás, naquelas terras, Beira-Baixa Interior, S. Pedro do Sul, respira-se fartura, tudo muito verde e tudo a produzir.
Na parte boa para a mente, a alma e coração, havia a animação cultural, onde, no interior das instalações da INATEL ou no exterior, quase todos os dias havia música e dança, que intervalava com a animação no Largo Rainha D. Amélia, um bom lugar para muita gente se esticar na dança e festa até as 23 00h ou mais um bocadinho. Não faltava aí uma Biblioteca Pública onde eu aproveitava para o “post” quase diário, no Blog.
Pudemos também acompanhar a saga da nossa selecção, que foi longe, mas não gostei do jogo com a Inglaterra, nem com a França, aliás dei conta disso nos respectivos “posts”.
Isto foi a primeira semana de férias, a segunda foi Monte com companhia e a terceira está a ser no mesmo sítio, trabalhando para a restauração, não da República mas da parte velha do Monte da Azinheira, ou Monte da Cerca. Com alguma solidão mas também paixão pelo que está feito e pelo que está por fazer.
Eduardo Moreira
Uma viagem uma paragem para almoço e a continuação do percurso que nos levaria a um lugar lindo de se ver, um rio que corria, florestas, montanhas, pinheiros muitos, estradas boas e outras de sobe e desce, uma paz, gente agradável, preços não especulativos, sensação de paz, boa disposição, gente em tratamento de águas, um cheiro permanente a águas sulfúricas.
Ao longo do Rio Vouga havia mesas e bancos de pedra, para as pessoas instalarem as suas merendas. Óptimo também para os artistas sacarem dos seus pincéis e paletas e passarem para a tela a sua arte e os lindos motivos sempre com o Vouga vadiando rio abaixo. Os patos e os gansos alimentavam-se, cuidavam das crias e lavavam-se, quase com vaidade, sentindo-se felizes e aconchegados, variando o pão que as pessoas lhes atiram com umas esperas de girinos no correr do rio.
A vida dentro do INATEL Palace era saudável para o corpo e para a mente, as refeições eram boas, muita fartura, self-service, aliás, naquelas terras, Beira-Baixa Interior, S. Pedro do Sul, respira-se fartura, tudo muito verde e tudo a produzir.
Na parte boa para a mente, a alma e coração, havia a animação cultural, onde, no interior das instalações da INATEL ou no exterior, quase todos os dias havia música e dança, que intervalava com a animação no Largo Rainha D. Amélia, um bom lugar para muita gente se esticar na dança e festa até as 23 00h ou mais um bocadinho. Não faltava aí uma Biblioteca Pública onde eu aproveitava para o “post” quase diário, no Blog.
Pudemos também acompanhar a saga da nossa selecção, que foi longe, mas não gostei do jogo com a Inglaterra, nem com a França, aliás dei conta disso nos respectivos “posts”.
Isto foi a primeira semana de férias, a segunda foi Monte com companhia e a terceira está a ser no mesmo sítio, trabalhando para a restauração, não da República mas da parte velha do Monte da Azinheira, ou Monte da Cerca. Com alguma solidão mas também paixão pelo que está feito e pelo que está por fazer.
Eduardo Moreira

1 comentário:
Continuação de boas férias.
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