
Amanhã dia 1o de Junho, dia de Portugal
Povos ibéricos pré-romanos. Os nativos da Península Ibérica foram os designados Iberos que, com a invasão dos povos indo-europeus (Celtas) se fundiriam nos Celtiberos. Série História da Península Ibérica
Portugal Espanha Pré-História
Período pré-Romano
Invasão romana
Hispânia: Citerior e Ulterior Lusitânia ;Galécia Bética e Tarraconense ;Cartaginense
Invasões bárbaras: Suevos e Visigodos Domínio árabe Reconquista Reino de Leão
Portucale
Cerca de 10 000 a.C. a Península Ibérica era habitada por povos autóctones que vieram a ser conhecidos como Iberos. Entre eles estão os Tartessos.
Quatro mil anos depois, a região passou a ser habitada por um povo indo-europeu, os Celtas que coexistiram pacificamente com as tribos Iberas até ao ponto de se fundirem, dando origem aos Celtiberos que se subdividiram em vários povos, como os Lusitanos, os Calaicos ou Gallaeci e os Cónios, entre outras menos significativas, tais como os Brácaros, Célticos, Coelernos, Equesos, Gróvios, Interamici, Leunos, Luancos, Límicos, Narbasos, Nemetatos, Pésures, Quaquernos, Seurbos, Tamagani, Taporos, Zoelas, Turodos. Influências menores foram os Gregos e os Fenícios-Cartagineses (com pequenas feitorias comerciais costeiras semi-permanentes).
Rufio Avieno no seu poema Ode Marítima (século IV d.C.) relata as aventuras de um navegador grego nos finais do século VI a.C., que descreve a existência de várias etnias iberas na costa meridional atlântica que já praticavam a cultura megalítica e seriam, provavelmente, os responsáveis pelo comércio com o atlântico norte — os Estrímnios e os Cinetes (ou Cónios). A junção das tribos iberas e celtas iria ensinar aos primeiros a cultura agrária, que se juntava à vocação marítima dos nativos. São estes invasores, os celtas, os responsáveis pelos sufixos dunuum e briga em nomes de cidades, como Conímbriga (que viria a dar o nome à cidade de Coimbra), ou Miróbriga (Santiago do Cacém), Caetóbriga (Setúbal) e Lacóbriga (Lagos).
Portugal Espanha Pré-História
Período pré-Romano
Invasão romana
Hispânia: Citerior e Ulterior Lusitânia ;Galécia Bética e Tarraconense ;Cartaginense
Invasões bárbaras: Suevos e Visigodos Domínio árabe Reconquista Reino de Leão
Portucale
Cerca de 10 000 a.C. a Península Ibérica era habitada por povos autóctones que vieram a ser conhecidos como Iberos. Entre eles estão os Tartessos.
Quatro mil anos depois, a região passou a ser habitada por um povo indo-europeu, os Celtas que coexistiram pacificamente com as tribos Iberas até ao ponto de se fundirem, dando origem aos Celtiberos que se subdividiram em vários povos, como os Lusitanos, os Calaicos ou Gallaeci e os Cónios, entre outras menos significativas, tais como os Brácaros, Célticos, Coelernos, Equesos, Gróvios, Interamici, Leunos, Luancos, Límicos, Narbasos, Nemetatos, Pésures, Quaquernos, Seurbos, Tamagani, Taporos, Zoelas, Turodos. Influências menores foram os Gregos e os Fenícios-Cartagineses (com pequenas feitorias comerciais costeiras semi-permanentes).
Rufio Avieno no seu poema Ode Marítima (século IV d.C.) relata as aventuras de um navegador grego nos finais do século VI a.C., que descreve a existência de várias etnias iberas na costa meridional atlântica que já praticavam a cultura megalítica e seriam, provavelmente, os responsáveis pelo comércio com o atlântico norte — os Estrímnios e os Cinetes (ou Cónios). A junção das tribos iberas e celtas iria ensinar aos primeiros a cultura agrária, que se juntava à vocação marítima dos nativos. São estes invasores, os celtas, os responsáveis pelos sufixos dunuum e briga em nomes de cidades, como Conímbriga (que viria a dar o nome à cidade de Coimbra), ou Miróbriga (Santiago do Cacém), Caetóbriga (Setúbal) e Lacóbriga (Lagos).

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