maio 25, 2006

Sanções e mais Sanções

 

Eles aí estão, a Alemanha, China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia estão mais próximo de um compromisso sobre a aplicação de sanções ao Irão pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

 

Aqui, a uns anos atrás, usava-se e abusava-se de castigos físicos aos meninos e às meninas, quando eles ou elas se portavam mal. Ora, parece que há ainda quem pense que se pode usar esse método para resolver coisas bastante graves e complexas. Será que não é compreensível de que essas coisas já não se resolvem pela força, por mais força que se tenha.

 

Uma frase simbólica que apareceu há quase um mês atrás: Eles serão impedidos de produzir armas nucleares a bem ou a mal. (USA); Nós continuaremos a usar a

Eliminação selectiva. (Israel).  E esta?     


De onde lhes vem esta arrogância? E desfasastes. Não se pode estar a humilhar mais Países como Irão e tantos outros. São seres humanos, tal qual como os outros e tem direito a ter, os outros (até vizinhos) têm. Não é com sobranceria que se resolvem estes problemas. Eu gosto muito dos EUA, já lá vivi quatro anos, as coisas estavam muito mais calmas por lá, foi antes do 11 de Setembro 2001.

 

Estava eu em Paris quando se deu o “September Elevan”. A minha primeira reacção foi pensar na Palestina, pois estava (como sempre) sobre enorme pressão. Vi logo o rol de desgraças (incluindo para os EUA) que por aí vinham, fartei-me de dizer e escrever que não de devia retaliar nos mesmos termos desse inimigo, que não se sabia onde podia estar, o teria feito. Os EUA deveriam ter dado uma lição equiparada à sua grandeza e a tantas coisas que Mundo aprecia naquele grande e belo País, mas não fez, desceu do seu nível para o nível dos que estão e estavam. Humilhados.

Venham com as sanções, ou pior, a bem ou mal.

 

A. Eduardo Moreira                

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