O Código de Da Vinci ou de Dan Brown
É uma história bem contada, com todos os ingredientes necessários para ter sucesso.
Nos meandros da trama, aparece de tudo, contado ao pormenor, para o leitor poder navegar, sempre com mais entusiasmo. Coisas interessantes, são escalpelizadas até ao tutano, no fundo tudo isso para se chegar aos tempos de vida de Jesus Cristo e como as coisas se passaram, é verdade que a história de Jesus Cristo, de tão magnânime arrastou multidões com ele, embriagados pelos seus sermões e pelas palavras de amor, justiça, igualdade, bondade etc.
Era tão inebriante que se tornou num Deus para as pessoas, ansiadas por aquilo que desejavam, sem saber bem o quê, mas algo mais que ter tiranos a mandar, a matar, a usar pessoas, como de brinquedos se tratassem e, viram ali, nas palavras certas da compaixão algo que seria tão maravilhoso alguma vez poder acontecer, mas a vontade estava ali o querer e, o querer tem poder.
Já se viam milagres em muitos lados, era um milagreiro, que não tinha qualquer tipo de segurança a não ser as suas palavras, nem organizações secretas, os poderosos lá foram desvalorizando o homem e o que se estava a desenvolver, ou seja, uma viragem para valores que ninguém imaginaria virem a ser uma realidade.
Ele Jesus Cristo foi crucificado, e segundos os crentes e a quem lhe interessava, como uma via para uma grande Religião, que seria a forma encontrada de humanizar as pessoas, como sendo um empurrão para os homens viverem sob os altos valores pregoados por Jesus Cristo.
Era uma forma subtil e enganadora no bom sentido, para amaciar espiritualmente o Homem. Mas o ser humano é o que é não vai lá assim tão depressa, a Igreja foi fazendo o seu trabalho bem feito os homens que a governam é que vão falhando e foram-se também aproveitando da Fé, que se ia espalhando, não sabe bem explicar o que é a Fé mas que existe é verdade.
Há medida que as pessoas vão evoluindo no seu carácter e embrenhados nos valores, que para nosso bem, todos querem, também as Igrejas vão amortecendo a rigidez com que em séculos e séculos foram exercendo, muitas vezes de forma muito cruel a sua missão de evangelizar o mundo. Passaram-se tempos horríveis como “o tempo da inquisição”, foi como ter de passar uma vaga marítima muito brava, um salto no tempo.
Hoje esses horrores estão ultrapassados e a evolução foi enorme, porém os sinais do tempo não são muito atraentes, parece que se está a descambar para a desvalorização de valores, a andar para trás, será que terá de aparecer outro Jesus Cristo? Pode muito bem chegar quando for mesmo preciso, pois há por aqui muitos, que são homens ou mulheres que podem render o outro Homem que foi e é Jesus Cristo.
A. Eduardo Moreira
É uma história bem contada, com todos os ingredientes necessários para ter sucesso.
Nos meandros da trama, aparece de tudo, contado ao pormenor, para o leitor poder navegar, sempre com mais entusiasmo. Coisas interessantes, são escalpelizadas até ao tutano, no fundo tudo isso para se chegar aos tempos de vida de Jesus Cristo e como as coisas se passaram, é verdade que a história de Jesus Cristo, de tão magnânime arrastou multidões com ele, embriagados pelos seus sermões e pelas palavras de amor, justiça, igualdade, bondade etc.
Era tão inebriante que se tornou num Deus para as pessoas, ansiadas por aquilo que desejavam, sem saber bem o quê, mas algo mais que ter tiranos a mandar, a matar, a usar pessoas, como de brinquedos se tratassem e, viram ali, nas palavras certas da compaixão algo que seria tão maravilhoso alguma vez poder acontecer, mas a vontade estava ali o querer e, o querer tem poder.
Já se viam milagres em muitos lados, era um milagreiro, que não tinha qualquer tipo de segurança a não ser as suas palavras, nem organizações secretas, os poderosos lá foram desvalorizando o homem e o que se estava a desenvolver, ou seja, uma viragem para valores que ninguém imaginaria virem a ser uma realidade.
Ele Jesus Cristo foi crucificado, e segundos os crentes e a quem lhe interessava, como uma via para uma grande Religião, que seria a forma encontrada de humanizar as pessoas, como sendo um empurrão para os homens viverem sob os altos valores pregoados por Jesus Cristo.
Era uma forma subtil e enganadora no bom sentido, para amaciar espiritualmente o Homem. Mas o ser humano é o que é não vai lá assim tão depressa, a Igreja foi fazendo o seu trabalho bem feito os homens que a governam é que vão falhando e foram-se também aproveitando da Fé, que se ia espalhando, não sabe bem explicar o que é a Fé mas que existe é verdade.
Há medida que as pessoas vão evoluindo no seu carácter e embrenhados nos valores, que para nosso bem, todos querem, também as Igrejas vão amortecendo a rigidez com que em séculos e séculos foram exercendo, muitas vezes de forma muito cruel a sua missão de evangelizar o mundo. Passaram-se tempos horríveis como “o tempo da inquisição”, foi como ter de passar uma vaga marítima muito brava, um salto no tempo.
Hoje esses horrores estão ultrapassados e a evolução foi enorme, porém os sinais do tempo não são muito atraentes, parece que se está a descambar para a desvalorização de valores, a andar para trás, será que terá de aparecer outro Jesus Cristo? Pode muito bem chegar quando for mesmo preciso, pois há por aqui muitos, que são homens ou mulheres que podem render o outro Homem que foi e é Jesus Cristo.
A. Eduardo Moreira

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