
Bombardear o Irão? Não.
Parece que, é quase unânime a ideia de que, tem que se destruir todo o, possível, potencial nuclear do Irão. Vai-se dizendo que se admite só em último caso, só mesmo quando se esgotarem todas as alternativas de diálogo ou persuasão, mas muita gente admite aceitar o que é um grave erro.
Em minha opinião não, o que acontece se essas terríveis ameaças se concretizarem, é, que nada se resolve e tudo fica pior, como aconteceu, quando se iniciou e retaliação ao ataque da Torres Gémeas no World Trade Center. O que levou a este desesperado ataque foi o ódio, por parte dos seguidores de Ben Laden e não só, há uma revolta muito grande contra o Ocidente que já vem de séculos atrás.
Acontece que houve sempre guerras e vinganças, num ciclo vicioso, e o que tem resultado é um ódio acrescido por parte dos que ultimamente mais têm perdido, tem ficado para trás, parados no tempo, agarrados aos seus costumes e valores, considerados agora muito ultrapassados, impedindo qualquer tentativa de uma vivência comum, num mundo de tremendas diferenças.
Nestes novos tempos, já crescemos o suficiente para sabermos conversar seriamente, e já sabemos, sem dúvida nenhuma, de que agora as guerras já não uma brincadeira, os brinquedos são assustadores, já não podem ser só para um lado, há muitos lados e são completamente devastadores.
Em muitos lados as coisas estão tão desequilibradas que, já nada importa, venha o que vier, por outro há grandes evoluções de colossos que não querem, não merecem que volte tudo para trás outra vez, quando a luz está ao fundo do túnel.
As belicistas que tenham calma, se optarem pelos ataques, inebriados com as suas potencialidades e com outras, que estão permanentemente a testar e a desenvolver, então está tudo estragado, fica tudo muito pior, mais revolta, mais sede de vingança, mais miséria etc.
Como se sabe, mesmo não havendo guerras, as coisas estão a caminhar para o descalabro as assimetrias terríveis e as injustiças que por este mundo há e pelo desagregar de valores, pelo vale tudo, o que aí vem é dor, sofrimento, humilhação e destruição.
Agora não se pode pensar em países grandes pequenos, poderosos etc. tem de se pensar na grande aldeia global, chegamos a esse belo patamar. O vizinho está ali precisa de ajuda hoje, tem de se ajudar, amanhã será o outro o fazê-lo. Não há outra hipótese de convivência, tem de ser assim. Façam o favor de entender isso de uma vez, antes que seja tarde demais.
Temos um bom exemplo, vem aí o campeonato do Mundo de Futebol, uns vizinhos de mais perto, outros de mais longe, aí está a Aldeia Global inteira a ver e a vibrar pelos seus, os jogadores dão tudo o que têm, para vencer com as camisolas coladas ao corpo, não com sangue mas com suor e no final, vai um aperto de mão e um abraço o vencedor ao vencido e vice-versa. O Irão irá ser adversário de Portugal no futebol e ainda bem como serão bem vindos os outros adversários.
Se uns têm armas nucleares, os que também querem ter, têm esse direito e um impedimento a isso não trás nada de bom, antes pelo contrário. Para além disso é asneira da grossa.
A. Eduardo Moreira
Em minha opinião não, o que acontece se essas terríveis ameaças se concretizarem, é, que nada se resolve e tudo fica pior, como aconteceu, quando se iniciou e retaliação ao ataque da Torres Gémeas no World Trade Center. O que levou a este desesperado ataque foi o ódio, por parte dos seguidores de Ben Laden e não só, há uma revolta muito grande contra o Ocidente que já vem de séculos atrás.
Acontece que houve sempre guerras e vinganças, num ciclo vicioso, e o que tem resultado é um ódio acrescido por parte dos que ultimamente mais têm perdido, tem ficado para trás, parados no tempo, agarrados aos seus costumes e valores, considerados agora muito ultrapassados, impedindo qualquer tentativa de uma vivência comum, num mundo de tremendas diferenças.
Nestes novos tempos, já crescemos o suficiente para sabermos conversar seriamente, e já sabemos, sem dúvida nenhuma, de que agora as guerras já não uma brincadeira, os brinquedos são assustadores, já não podem ser só para um lado, há muitos lados e são completamente devastadores.
Em muitos lados as coisas estão tão desequilibradas que, já nada importa, venha o que vier, por outro há grandes evoluções de colossos que não querem, não merecem que volte tudo para trás outra vez, quando a luz está ao fundo do túnel.
As belicistas que tenham calma, se optarem pelos ataques, inebriados com as suas potencialidades e com outras, que estão permanentemente a testar e a desenvolver, então está tudo estragado, fica tudo muito pior, mais revolta, mais sede de vingança, mais miséria etc.
Como se sabe, mesmo não havendo guerras, as coisas estão a caminhar para o descalabro as assimetrias terríveis e as injustiças que por este mundo há e pelo desagregar de valores, pelo vale tudo, o que aí vem é dor, sofrimento, humilhação e destruição.
Agora não se pode pensar em países grandes pequenos, poderosos etc. tem de se pensar na grande aldeia global, chegamos a esse belo patamar. O vizinho está ali precisa de ajuda hoje, tem de se ajudar, amanhã será o outro o fazê-lo. Não há outra hipótese de convivência, tem de ser assim. Façam o favor de entender isso de uma vez, antes que seja tarde demais.
Temos um bom exemplo, vem aí o campeonato do Mundo de Futebol, uns vizinhos de mais perto, outros de mais longe, aí está a Aldeia Global inteira a ver e a vibrar pelos seus, os jogadores dão tudo o que têm, para vencer com as camisolas coladas ao corpo, não com sangue mas com suor e no final, vai um aperto de mão e um abraço o vencedor ao vencido e vice-versa. O Irão irá ser adversário de Portugal no futebol e ainda bem como serão bem vindos os outros adversários.
Se uns têm armas nucleares, os que também querem ter, têm esse direito e um impedimento a isso não trás nada de bom, antes pelo contrário. Para além disso é asneira da grossa.
A. Eduardo Moreira

Sem comentários:
Enviar um comentário