
Navegar no Campo
No campo trabalha-se, nas cidades também se trabalha e muito. Mas no campo é diferente, a gente vai para o campo e trata da terra, a terra é dura e pesada, é como hoje, chove, daí as coisas ainda são mais complicadas, mais trabalhosas, ora chove ora não chove, as pessoas molham-se, sujam-se. Às vezes também há vento frio, outras é só frio e caminhando para o Verão vem o implacável sol, que nos faz destilar suor e mais suor.
Mas tudo isso não é nada, comparado com o criar das coisas, planta-se aqui, semeia-se ali, rega-se, limpa-se, preparam-se as terras, adubam-se, e espera-se que as coisas vão aparecendo. Por vezes é duro, a terra e toda a Quinta em si, é exigente, está sempre a pedia cuidados. Há também as árvores de fruto que sofrem muito no Inverno com as geadas, prolongando-se por vezes até Fevereiro, e há os jardins que querem delicados arranjos, especialmente no início da Primavera.
O Campo é assim, sujo e bruto, mas, dá-nos tudo, dá-nos o prazer do espaço, nosso, ali a trabalhar até suar, isolados, vizinhos afastados, mas amigos, estão lá. E com o dito esforço, o tal suor, o querer criar, construir, as coisas vão aparecendo. Há quem diga, e é verdade, O Homem Quer e a Obra aparece. Com ansiedade vai se esperando pelo florir das árvores e das plantas, pelas sementeiras, como as ervilhas, o alho, as favas etc. há Quintas que têm animais e aí é a riqueza redobrada e também de trabalho.
As pessoas nas Quintas por vezes sentem-se muito isoladas, falhando-lhes um contacto directo, imediato, estar ali, e ao mesmo tempo poder estar em conversa directa com o Globo, o Mundo, inclusivamente com visualização da pessoa quem se quer ver. Já chega a quase todo o País “o sinal” para, por, cabo ou linha telefónica, poder ter acesso a essa possibilidade que nos tira do “tal” isolamento, e manter-nos ligados ao Mundo, ou seja todos ligados, todos em contacto com a evolução e com desafios e os perigos que também fazem parte do nosso dia a dia.
Mas tudo isso não é nada, comparado com o criar das coisas, planta-se aqui, semeia-se ali, rega-se, limpa-se, preparam-se as terras, adubam-se, e espera-se que as coisas vão aparecendo. Por vezes é duro, a terra e toda a Quinta em si, é exigente, está sempre a pedia cuidados. Há também as árvores de fruto que sofrem muito no Inverno com as geadas, prolongando-se por vezes até Fevereiro, e há os jardins que querem delicados arranjos, especialmente no início da Primavera.
O Campo é assim, sujo e bruto, mas, dá-nos tudo, dá-nos o prazer do espaço, nosso, ali a trabalhar até suar, isolados, vizinhos afastados, mas amigos, estão lá. E com o dito esforço, o tal suor, o querer criar, construir, as coisas vão aparecendo. Há quem diga, e é verdade, O Homem Quer e a Obra aparece. Com ansiedade vai se esperando pelo florir das árvores e das plantas, pelas sementeiras, como as ervilhas, o alho, as favas etc. há Quintas que têm animais e aí é a riqueza redobrada e também de trabalho.
As pessoas nas Quintas por vezes sentem-se muito isoladas, falhando-lhes um contacto directo, imediato, estar ali, e ao mesmo tempo poder estar em conversa directa com o Globo, o Mundo, inclusivamente com visualização da pessoa quem se quer ver. Já chega a quase todo o País “o sinal” para, por, cabo ou linha telefónica, poder ter acesso a essa possibilidade que nos tira do “tal” isolamento, e manter-nos ligados ao Mundo, ou seja todos ligados, todos em contacto com a evolução e com desafios e os perigos que também fazem parte do nosso dia a dia.
A. Eduardo Moreira

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