
Freitas do Amaral, Gilberto Madail e o Futebol
A entrega das camisolas de futebol para os meninos de Israel e da Palestina. Muita gente riu-se quando o Professor disse que devia de haver um campeonato de futebol entre os países que estão, praticamente, em guerra há anos e anos.
Também criticaram pela forma humana e moderadora como FA reagiu ao caso das caricaturas, houve alguém que chegou a dizer que ele nem desprezo merecia. Tudo isso por causa da liberdade de imprensa, sim senhor toda a gente deve dizer o que lhe apetece porque estamos em democracia.
É verdade que não se pode andar para trás e deveríamos poder fazer as caricaturas e pronto. Mas as coisas têm de ser vistas no seu contexto complexo e os povos, massacrados, humilhados e empobrecidos estão, obviamente, numa sensibilidade agudíssima, vivendo à beira de um colapso total.
Freitas do Amaral teve a coragem de ir contra a corrente do seguidismo cego e defendeu quem estava e está, com o mundo forte e desenvolvido a cair-lhe em cima.
Não se pode deitar mais achas para a fogueira tem de se ser compreensivo e, que tal enviar equipamentos de futebol e bolas para as crianças jogarem com os outros meninos. Para os senhores tão ciosos da sua liberdade de expressão foi um crime acção do Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Freitas do Amaral teve a coragem de criticar duramente o Presidente Bush pela invasão do Iraque e do Afeganistão, e como se vê o tempo está a dar-lhe razão, não é com bombardeamento que tudo se resolve, terá de se analisar quais são as raízes do ódio.
Eu próprio critiquei logo a reacção dos Americanos quando se deu o ataque de 11 de Setembro 2001, escrevi um artigo a apelar ao bom senso e não retaliar com violência e procurar as razões para um tão profundo ódio à América.
No próprio dia do atentado (11 Setembro 2001) tive a sensação de não retaliação. Os artigos que escrevi em 2001 foram publicados no DN. Mas o morticínio e destruição ainda continuam e não se sabe como acabará.
Mário Soares também se manifestou várias vezes a favor do bom senso e diálogo.
Freitas do Amaral deu uma lição com inteligência e bom senso.
A. Eduardo Moreira
A entrega das camisolas de futebol para os meninos de Israel e da Palestina. Muita gente riu-se quando o Professor disse que devia de haver um campeonato de futebol entre os países que estão, praticamente, em guerra há anos e anos.
Também criticaram pela forma humana e moderadora como FA reagiu ao caso das caricaturas, houve alguém que chegou a dizer que ele nem desprezo merecia. Tudo isso por causa da liberdade de imprensa, sim senhor toda a gente deve dizer o que lhe apetece porque estamos em democracia.
É verdade que não se pode andar para trás e deveríamos poder fazer as caricaturas e pronto. Mas as coisas têm de ser vistas no seu contexto complexo e os povos, massacrados, humilhados e empobrecidos estão, obviamente, numa sensibilidade agudíssima, vivendo à beira de um colapso total.
Freitas do Amaral teve a coragem de ir contra a corrente do seguidismo cego e defendeu quem estava e está, com o mundo forte e desenvolvido a cair-lhe em cima.
Não se pode deitar mais achas para a fogueira tem de se ser compreensivo e, que tal enviar equipamentos de futebol e bolas para as crianças jogarem com os outros meninos. Para os senhores tão ciosos da sua liberdade de expressão foi um crime acção do Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Freitas do Amaral teve a coragem de criticar duramente o Presidente Bush pela invasão do Iraque e do Afeganistão, e como se vê o tempo está a dar-lhe razão, não é com bombardeamento que tudo se resolve, terá de se analisar quais são as raízes do ódio.
Eu próprio critiquei logo a reacção dos Americanos quando se deu o ataque de 11 de Setembro 2001, escrevi um artigo a apelar ao bom senso e não retaliar com violência e procurar as razões para um tão profundo ódio à América.
No próprio dia do atentado (11 Setembro 2001) tive a sensação de não retaliação. Os artigos que escrevi em 2001 foram publicados no DN. Mas o morticínio e destruição ainda continuam e não se sabe como acabará.
Mário Soares também se manifestou várias vezes a favor do bom senso e diálogo.
Freitas do Amaral deu uma lição com inteligência e bom senso.
A. Eduardo Moreira

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