
Associativismo
PROPOSTA – 30 de Março de 06
O assunto da proposta, nasce espontaneamente a partir da constatação de um dirigente ter feito uma auto-cobrança, respeitante às suas despesas de transporte, creio eu, respeitante, não à despesa do dia em causa, mas a despesas feitas anteriormente e não cobradas. Embora se considere um pouco ortodoxo este procedimento é perfeitamente aceitável, dado a questões de logística.
A partir daqui, levantou-se a questão de quem, e em que base de critérios estabelecidos se processam estes levantamentos, para, naturalmente, cobrir os custos dos transportes ou de outras tarefas extraordinárias, como por exemplo as realizações, eventos.
Dado, me parecer, ser o actual método um pouco “adoc” na linha que normalmente é usado nestas Colectividades Sociais, em que na base da natural confiança em que cada um de vez em quando cobra as suas despesas, na maior parte das vezes com prejuízos próprios uns mais do que outros.
Daqui nasce a ideia de se moralizar e inovar esta questão e, porque não, cada um de nós expressar a sua vontade e esclarecer, mediante a média das deslocações mensais, ou outros gastos, expressos detalhadamente, e a partir daí esse montante é-lhe entregue mensalmente, ou não, no caso daquele (s) que não quer (em) ser ressarcidos dos seus gastos. Como mais abaixo se exemplifica.
O assunto da proposta, nasce espontaneamente a partir da constatação de um dirigente ter feito uma auto-cobrança, respeitante às suas despesas de transporte, creio eu, respeitante, não à despesa do dia em causa, mas a despesas feitas anteriormente e não cobradas. Embora se considere um pouco ortodoxo este procedimento é perfeitamente aceitável, dado a questões de logística.
A partir daqui, levantou-se a questão de quem, e em que base de critérios estabelecidos se processam estes levantamentos, para, naturalmente, cobrir os custos dos transportes ou de outras tarefas extraordinárias, como por exemplo as realizações, eventos.
Dado, me parecer, ser o actual método um pouco “adoc” na linha que normalmente é usado nestas Colectividades Sociais, em que na base da natural confiança em que cada um de vez em quando cobra as suas despesas, na maior parte das vezes com prejuízos próprios uns mais do que outros.
Daqui nasce a ideia de se moralizar e inovar esta questão e, porque não, cada um de nós expressar a sua vontade e esclarecer, mediante a média das deslocações mensais, ou outros gastos, expressos detalhadamente, e a partir daí esse montante é-lhe entregue mensalmente, ou não, no caso daquele (s) que não quer (em) ser ressarcidos dos seus gastos. Como mais abaixo se exemplifica.
Por exemplo o meu caso, despesas de transportes: Miratejo Cacilhas: 1,40 euros...................................... Cacilheiro 0,70 euros
Eléctrico Alfama 1,20 euros
3,30 X 2
Total Diário 6,60X 4=
Total mensal 26,40
Eléctrico Alfama 1,20 euros
3,30 X 2
Total Diário 6,60X 4=
Total mensal 26,40
. Total mensal 26,40
(média de deslocações mensais à Sede=4)
Percentagem a ser ressarcido = 0 %
Este é o exemplo de um modelo que será entregue ao Director executivo, que manterá numa pasta e todo os meses reembolsa todos aqueles que acham o que devem receber para os ressarcir dos gastos, montantes estes que podem ser de 0 % como é o meu caso como pode ser o total do montante gasto ou até mais quando for justificável.
Outro dado importante é o total da despesa para o Clube, calculando pela média deste meu exemplo daria 17 X 26,40 = 448,80 euros mensais. Parte deste valor já vem sendo carregado na despesa do Clube o virá a esbater-se com a actual modalidade, da qual não posso contabilizar dado que não sei quem é ressarcido e quem não é, e em que periodicidade. Isto não que dizer que como se tem usado, que é na base da confiança de cada um e que, não tenho dúvida, os dirigentes certamente têm ficado sempre prejudicados em benefício do Clube. Mais uma razão para se inovar, o que é salutar.
Com a normalização deste acto de justiça que é haver uma paridade de critérios e um formato prático de aplicar a justiça, ou seja, sem prejuízo para ninguém, nem para os dirigentes nem para a Clube, as coisas claras, organizadas e práticas também, pois é só chegar uns dias antes do fim de mês e cada um é ressarcido do próprio montante que achou justo e o total da despesa lançada na Aplicação com o seu respectivo POC.
A vida não pára e nós temos de a acompanhar, sem nos deixar-mos ficar para trás, as coisas agora estão a outro ritmo e quem se acomodar deixa de andar fica trôpego, até aos mais fortes está a acontecer, temos o exemplo da Europa, que era o centro da inovação do desenvolvimento e já não é, são os asiáticos. Mas não são esses os nossos anseios, os nossos estão nas nossas mãos e, pergunto: será que estamos a fazer bem o nosso trabalho? Se sim podemos perguntar a nós próprios, qual a razão que, nós, com tantas vantagens sobre os outros clubes associativos, achamos não podermos suportar a despesa de transportes dos nossos dirigentes.
O nosso Clube tem subsídios, tem ofertas, tem dois Despenseiros, excelentes profissionais, tem quatro Marinheiros com as melhores qualificações, formados nas melhores escolas de formação profissional do País.
Temos funcionários a trabalhar connosco de excelente qualidade, carácter e integrados de uma forma humanizada, englobados no característico espírito militar, especialmente o da Marinha.
Perguntamos nós, como é possível não termos capacidade de, pelo menos, podermos mostrar aos nossos dirigentes que os consideramos e que lhes agradecermos a dedicação e o trabalho que têm tido até agora, e, tenho a certeza, vão continuar a honrar o compromisso.
Para terminar, não quero deixar de abordar a questão levantada quanto à necessidade extrema de se recorrer à redução dos montantes a auferir actualmente pelas duas pessoas que trabalham a tempo inteiro e são remuneradas.
Quero adiantar que tive o cuidado de transmitir a uma, e outra pessoas, ou seja ao Pais e ao Fernandes dois camaradas que prezo bastante, que as minhas palavras não tinham absolutamente nada de pessoal, inclusivamente o que foi dito não foi que tivesse sido planeado, saiu espontaneamente em consequência com a conversa que se estava a ter sobre os resultados financeiros menos bons. Porem, como já disse anteriormente o que está em causa é Clube. O Clube é o que todos queremos que avance, que evolua sem constrangimentos e para isso não ficaria mal a ninguém, antes pelo contrário, se aceitasse a dita redução, sem remoques ou constrangimentos, só iria elevar o conceito e o espírito associativo e dar mostras que a grande ligação que muitos dos que por cá passaram e que ainda cá estão, que o Clube é quase uma extensão da sua própria pele, uma coisa que se compreende e que algumas vezes têm sido objecto de se ter essa sensibilidade.
Para a união e creditação dos sócios, não se deve esquecer a intervenção de um ex. Presidente aquando da recente Assembleia-Geral. È importante, pois a assunção de uma total abertura e colaboração no seio da Direcção de todo o Clube é caminharmos todos para o mesmo lado. Para o lado certo. È esta a minha proposta.
De: A. Eduardo Moreira, Tesoureiro – CSA
Este é o exemplo de um modelo que será entregue ao Director executivo, que manterá numa pasta e todo os meses reembolsa todos aqueles que acham o que devem receber para os ressarcir dos gastos, montantes estes que podem ser de 0 % como é o meu caso como pode ser o total do montante gasto ou até mais quando for justificável.
Outro dado importante é o total da despesa para o Clube, calculando pela média deste meu exemplo daria 17 X 26,40 = 448,80 euros mensais. Parte deste valor já vem sendo carregado na despesa do Clube o virá a esbater-se com a actual modalidade, da qual não posso contabilizar dado que não sei quem é ressarcido e quem não é, e em que periodicidade. Isto não que dizer que como se tem usado, que é na base da confiança de cada um e que, não tenho dúvida, os dirigentes certamente têm ficado sempre prejudicados em benefício do Clube. Mais uma razão para se inovar, o que é salutar.
Com a normalização deste acto de justiça que é haver uma paridade de critérios e um formato prático de aplicar a justiça, ou seja, sem prejuízo para ninguém, nem para os dirigentes nem para a Clube, as coisas claras, organizadas e práticas também, pois é só chegar uns dias antes do fim de mês e cada um é ressarcido do próprio montante que achou justo e o total da despesa lançada na Aplicação com o seu respectivo POC.
A vida não pára e nós temos de a acompanhar, sem nos deixar-mos ficar para trás, as coisas agora estão a outro ritmo e quem se acomodar deixa de andar fica trôpego, até aos mais fortes está a acontecer, temos o exemplo da Europa, que era o centro da inovação do desenvolvimento e já não é, são os asiáticos. Mas não são esses os nossos anseios, os nossos estão nas nossas mãos e, pergunto: será que estamos a fazer bem o nosso trabalho? Se sim podemos perguntar a nós próprios, qual a razão que, nós, com tantas vantagens sobre os outros clubes associativos, achamos não podermos suportar a despesa de transportes dos nossos dirigentes.
O nosso Clube tem subsídios, tem ofertas, tem dois Despenseiros, excelentes profissionais, tem quatro Marinheiros com as melhores qualificações, formados nas melhores escolas de formação profissional do País.
Temos funcionários a trabalhar connosco de excelente qualidade, carácter e integrados de uma forma humanizada, englobados no característico espírito militar, especialmente o da Marinha.
Perguntamos nós, como é possível não termos capacidade de, pelo menos, podermos mostrar aos nossos dirigentes que os consideramos e que lhes agradecermos a dedicação e o trabalho que têm tido até agora, e, tenho a certeza, vão continuar a honrar o compromisso.
Para terminar, não quero deixar de abordar a questão levantada quanto à necessidade extrema de se recorrer à redução dos montantes a auferir actualmente pelas duas pessoas que trabalham a tempo inteiro e são remuneradas.
Quero adiantar que tive o cuidado de transmitir a uma, e outra pessoas, ou seja ao Pais e ao Fernandes dois camaradas que prezo bastante, que as minhas palavras não tinham absolutamente nada de pessoal, inclusivamente o que foi dito não foi que tivesse sido planeado, saiu espontaneamente em consequência com a conversa que se estava a ter sobre os resultados financeiros menos bons. Porem, como já disse anteriormente o que está em causa é Clube. O Clube é o que todos queremos que avance, que evolua sem constrangimentos e para isso não ficaria mal a ninguém, antes pelo contrário, se aceitasse a dita redução, sem remoques ou constrangimentos, só iria elevar o conceito e o espírito associativo e dar mostras que a grande ligação que muitos dos que por cá passaram e que ainda cá estão, que o Clube é quase uma extensão da sua própria pele, uma coisa que se compreende e que algumas vezes têm sido objecto de se ter essa sensibilidade.
Para a união e creditação dos sócios, não se deve esquecer a intervenção de um ex. Presidente aquando da recente Assembleia-Geral. È importante, pois a assunção de uma total abertura e colaboração no seio da Direcção de todo o Clube é caminharmos todos para o mesmo lado. Para o lado certo. È esta a minha proposta.
De: A. Eduardo Moreira, Tesoureiro – CSA

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