março 30, 2006


Associativismo

PROPOSTA – 30 de Março de 06

O assunto da proposta, nasce espontaneamente a partir da constatação de um dirigente ter feito uma auto-cobrança, respeitante às suas despesas de transporte, creio eu, respeitante, não à despesa do dia em causa, mas a despesas feitas anteriormente e não cobradas. Embora se considere um pouco ortodoxo este procedimento é perfeitamente aceitável, dado a questões de logística.
A partir daqui, levantou-se a questão de quem, e em que base de critérios estabelecidos se processam estes levantamentos, para, naturalmente, cobrir os custos dos transportes ou de outras tarefas extraordinárias, como por exemplo as realizações, eventos.
Dado, me parecer, ser o actual método um pouco “adoc” na linha que normalmente é usado nestas Colectividades Sociais, em que na base da natural confiança em que cada um de vez em quando cobra as suas despesas, na maior parte das vezes com prejuízos próprios uns mais do que outros.
Daqui nasce a ideia de se moralizar e inovar esta questão e, porque não
, cada um de nós expressar a sua vontade e esclarecer, mediante a média das deslocações mensais, ou outros gastos, expressos detalhadamente, e a partir daí esse montante é-lhe entregue mensalmente, ou não, no caso daquele (s) que não quer (em) ser ressarcidos dos seus gastos. Como mais abaixo se exemplifica.
Por exemplo o meu caso, despesas de transportes: Miratejo Cacilhas: 1,40 euros...................................... Cacilheiro 0,70 euros
Eléctrico Alfama 1,20 euros
3,30 X 2
Total Diário 6,60X 4=
Total mensal 26,40

. Total mensal 26,40
(média de deslocações mensais à Sede=4)
Percentagem a ser ressarcido = 0 %

Este é o exemplo de um modelo que será entregue ao Director executivo, que manterá numa pasta e todo os meses reembolsa todos aqueles que acham o que devem receber para os ressarcir dos gastos, montantes estes que podem ser de 0 % como é o meu caso como pode ser o total do montante gasto ou até mais quando for justificável.
Outro dado importante é o total da despesa para o Clube, calculando pela média deste meu exemplo daria 17 X 26,40 = 448,80 euros mensais. Parte deste valor já vem sendo carregado na despesa do Clube o virá a esbater-se com a actual modalidade, da qual não posso contabilizar dado que não sei quem é ressarcido e quem não é, e em que periodicidade. Isto não que dizer que como se tem usado, que é na base da confiança de cada um e que, não tenho dúvida, os dirigentes certamente têm ficado sempre prejudicados em benefício do Clube. Mais uma razão para se inovar, o que é salutar.
Com a normalização deste acto de justiça que é haver uma paridade de critérios e um formato prático de aplicar a justiça, ou seja, sem prejuízo para ninguém, nem para os dirigentes nem para a Clube, as coisas claras, organizadas e práticas também, pois é só chegar uns dias antes do fim de mês e cada um é ressarcido do próprio montante que achou justo e o total da despesa lançada na Aplicação com o seu respectivo POC.
A vida não pára e nós temos de a acompanhar, sem nos deixar-mos ficar para trás, as coisas agora estão a outro ritmo e quem se acomodar deixa de andar fica trôpego, até aos mais fortes está a acontecer, temos o exemplo da Europa, que era o centro da inovação do desenvolvimento e já não é, são os asiáticos. Mas não são esses os nossos anseios, os nossos estão nas nossas mãos e, pergunto: será que estamos a fazer bem o nosso trabalho? Se sim podemos perguntar a nós próprios, qual a razão que, nós, com tantas vantagens sobre os outros clubes associativos, achamos não podermos suportar a despesa de transportes dos nossos dirigentes.
O nosso Clube tem subsídios, tem ofertas, tem dois Despenseiros, excelentes profissionais, tem quatro Marinheiros com as melhores qualificações, formados nas melhores escolas de formação profissional do País.
Temos funcionários a trabalhar connosco de excelente qualidade, carácter e integrados de uma forma humanizada, englobados no característico espírito militar, especialmente o da Marinha.
Perguntamos nós, como é possível não termos capacidade de, pelo menos, podermos mostrar aos nossos dirigentes que os consideramos e que lhes agradecermos a dedicação e o trabalho que têm tido até agora, e, tenho a certeza, vão continuar a honrar o compromisso.
Para terminar, não quero deixar de abordar a questão levantada quanto à necessidade extrema de se recorrer à redução dos montantes a auferir actualmente pelas duas pessoas que trabalham a tempo inteiro e são remuneradas.
Quero adiantar que tive o cuidado de transmitir a uma, e outra pessoas, ou seja ao Pais e ao Fernandes dois camaradas que prezo bastante, que as minhas palavras não tinham absolutamente nada de pessoal, inclusivamente o que foi dito não foi que tivesse sido planeado, saiu espontaneamente em consequência com a conversa que se estava a ter sobre os resultados financeiros menos bons. Porem, como já disse anteriormente o que está em causa é Clube. O Clube é o que todos queremos que avance, que evolua sem constrangimentos e para isso não ficaria mal a ninguém, antes pelo contrário, se aceitasse a dita redução, sem remoques ou constrangimentos, só iria elevar o conceito e o espírito associativo e dar mostras que a grande ligação que muitos dos que por cá passaram e que ainda cá estão, que o Clube é quase uma extensão da sua própria pele, uma coisa que se compreende e que algumas vezes têm sido objecto de se ter essa sensibilidade.
Para a união e creditação dos sócios, não se deve esquecer a intervenção de um ex. Presidente aquando da recente Assembleia-Geral. È importante, pois a assunção de uma total abertura e colaboração no seio da Direcção de todo o Clube é caminharmos todos para o mesmo lado. Para o lado certo. È esta a minha proposta.

De: A. Eduardo Moreira, Tesoureiro – CSA

março 24, 2006


Dia Mundial da Água
22 De Março de 06

Dia da água, foi ontem, e, hoje chove bastante. Tenho a porta aberta para ver e ouvir a chuva cair, tem caído forte e mais suave, as arvores a erva e a relva estão frescas e satisfeitas embora não tenham muita razão de queixa dado que a chuva, este ano, tem sido generosa, ao contrário do ano passado, que foi uma grande seca.

Quem é que não gosta da Água? é o nosso bem mais precioso H2O. Gosto da água limpa, sem poluição, gosto dela na Mar e também nos Rios e até nos Riachos e nas Lagoas e Barragens. Gosto também dos Aquedutos de Lisboa, espectaculares, onde a água corria para abastecer a grande Lisboa.

A poluição dos Rios e as secas são as preocupações primeiras dos responsáveis na defesa da qualidade da água. São as descargas poluentes a Montante que mais degradam a água dos rios e estes acabam por poluir o próprio Mar, sendo as praias, um lugar tão apreciado, especialmente no Verão e também no Inverno, estando por isso sujeitos a controle rigoroso da qualidade da água, e também à sua classificação por todas as praias.

Para além da tranquilidade que nos dá ouvir o característico cantar da água a correr nos riachos, nos jardins etc., também nos puxa para cima todos os dias de manhã quando nos revigoramos com o duche matinal.
As Nações Unidas, através da resolução A/RES/47/193, de 22 de Dezembro de 1992, declararam o dia 22 de Março de cada ano como o Dia Mundial da Água. Este dia tem sido marcado, desde 1993, com iniciativas várias nacionais e internacionais com o intuito de sensibilizar o público em geral para a necessidade de conservar os recursos hídricos e para algumas questões em particular, também relacionadas com a água.

A comemoração do Dia Mundial da Água de 2004 foi coordenado pela Estratégia Internacional da ONU para a Redução de Desastres e pela Organização Meteorológica Mundial, sobre o tema: “Água e Desastres”.

No nosso planeta há locais mais vulneráveis que outros a desastres naturais associados ao elemento água, como inundações e secas, deslizamentos de terra, avalanches e tempestades. Os efeitos destes desastres resultam não só das condições geológicas e meteorológicas locais (há solos menos produtivos, mais susceptíveis à erosão e degradação do que outros) como também do nível de desenvolvimento humano local (nomeadamente em termos de actividades económicas), sendo mais severos nos países em desenvolvimento. Tome-se o exemplo do ineficiente ordenamento do território, que permite o crescimento imobiliário irracional e a destruição de florestas e vegetação ripícola em zonas inundáveis, tendo conduzido ao aumento do número de pessoas afectadas pelas inundações.

Em 2001, as graves condições climatéricas que assolaram Portugal (precipitação intensa com consequente subida de águas), especialmente no norte e centro do país e no fim-de-semana de 26 a 28 de Janeiro, provocaram várias inundações e deslizamentos de terras com perdas de vidas humanas e avultados danos materiais avaliados em dezenas de milhões de contos, afectando não só terrenos agrícolas como também parques urbanos, infraestruturas imobiliárias e monumentais.

Por exemplo, só no distrito de Coimbra, o rio Mondego transbordou em muitos locais, incluindo na própria cidade de Coimbra, com consequente rebentamento de diques, morte de gado cavalar e bovino e isolamento de uma freguesia de Montemor-o-Velho, a Ereira. Vários agentes de autoridades como os fuzileiros da marinha e os bombeiros contribuíram na evacuação da população de várias povoações.

A ONU defende que os efeitos deste tipo de acontecimentos poderá ser minimizado envolvendo cidadãos, principalmente os de zonas sensíveis, em colaboração com a protecção civil e o instituto de meteorologia, entre outras instituições relacionadas, na elaboração de estratégias de gestão de desastres, incluindo os planos de evacuação. Estas estratégias deverão incorporar não só conhecimentos técnicos como também conhecimentos do fórum social e cultural.

É esta visão de prevenção envolvendo cidadãos e técnicos especializados, enfatizada na comemoração do Dia Mundial da Água de 2004, pela ONU, que se julga necessária e urgente estabelecer de forma a reduzir a vulnerabilidade das populações e a melhoria da sua participação activa nas medidas de redução dos efeitos de desastres naturais, através da sua adequada informação e preparação.
A ONU ainda vai mais longe, apontando como uma das principais causas do fracasso dos programas para abastecimento e saneamento de água potável em países como a Índia, o Quénia ou o Nepal é a falta de participação das populações. "Não é apenas uma questão de meios", admite Jan Pronk, presidente da Wash (agência especializada da ONU para a água) e ex-ministro holandês do Ambiente. É necessário envolver os cidadãos, informá-los de forma a que se deixe ter como resultado a "incompreensão absoluta entre o prestador [do trabalho] e o beneficiário e, finalmente, a recusa por parte da população de utilizar e pagar o serviço". [in Público, 18/03/2004].
A. Eduardo Moreira

Koeman o treinador desbocado

Os treinadores holandeses nunca me enganaram, Koeman e Co Adriannse, vieram para cá com alguns preconceitos, pensaram que, sendo eles holandeses, seriam uma espécie de sábios no meio de gente atrasada que os idolatrariam como seres perfeitos, vindos de um País muito mais evoluído do que o nosso e nunca iriam, de maneira nenhuma, pôr em causa qualquer diatribe que lhes apetecesse fazer.

Enganaram-se os Srs. Treinadores, completamente baralhados, desde o início, não atinaram de maneira nenhuma, perceber as qualidades dos jogadores foi (é) um caso sério, desmoralizam os moralizados etc. tem sido um tal de desacerto que vi as coisas muito mal, cheguei a acreditar que arrumavam as malas e rumavam à Holanda.

O Sr. Co Adriannse tem sido uma calamidade na gestão dos jogadores, às vezes parece-me que ele pensa que o os jogadores são Robôs, troca, baralha volta a baralhar, zanga-se, faz beicinho e mostrando uma total falta de sensibilidade, chegou a dizer publicamente que o excelente jovem jogador, Meireles devia estar a dormir, depois de o jogador em pleno esforço não ter podido evitar um golo sobre o FCP.

O Sr. Koeman, sobre Mantorras, num lampejo de detentor de todos os poderes e ignorando toda a gente e o próprio jogador, este, numa fase da sua vida altamente delicada, compreendida entre a recuperação de lesão grave, e o desencontro com o seleccionador de Angola não lhe ando oportunidade de jogar, roga-se no direito de dizer que teria de emprestar o Mantorras, como se isso fosse do seu foro. O homem não joga bem da bola.

A mais recente, desbocada e infeliz saída foi afirmar que gostaria de treinar o Real Madrid ou o Barcelona, este por sinal adversário do Benfica o homem ainda não assentou os pés no País em que está. Zanga-se com os jornalistas, não quer falar, muda de ideias e já quer falar, parece que quer fazer uma fuga para a frente, atrapalhada e desnorteada. Calma homem, não se terá enganado também n
as suas opções pessoais?.


A. Eduardo Moreira

março 20, 2006


Dança Comigo

O programa Dança Comigo na RTP é uma autêntica desgraça, não tem ritmo, o Júri foi mal escolhido os convidados para dançar também não são as melhores, havendo alguns muito bons mas muito mal aproveitados e também não tiveram cuidado no vestuário apresentado inclusive, vestindo pessoas em que só desfavorecia a dançarina. Um dos casos mais graves foi com Marina Mota.

A apresentadora Catarina Furtado, pessoa que gosto bastante, é sem dúvida uma apresentadora sem ritmo, o que tem acontecido noutros programas como Operação Triunfo. Fala sem noção que está a fazer televisão.

É uma dor de alma assistir a estes programas de um provincianismo a toda a prova, não sei quem tem paciência para ver, eu desiste varias vezes, consegui ver alguma coisa na última sessão de sábado.

Parece uma turma que se encontra na rua e parte pedra para ver passar o tempo com diálogos chochos, irritantes, provincianos e sem o mínimo de profissionalismo. Conversa de comadres com muito paternalismo.

Acudam, quem é o responsável pelo espectáculo, ninguém é se assume ou é “o quanto pior melhor” até na televisão temos de virar pata a TVE? ...

A. Eduardo Moreira

março 19, 2006


Mourinho

Há que ter cuidado com a sorte. Quase sempre depois da ascensão vem a queda, que invariavelmente é extremamente dolorosa. Há que saber gerir o sucesso com equilíbrio e com bom senso e, especialmente, com contenção e descrição.
Por vezes um certo estilo arrogante, mostrando muita segurança, altivez, faz notícia, traz novidade e popularidade, agita a imprensa, logo a cotação sobe e isso é bom para todos.

Todo o País se sente orgulhoso com o êxito do nosso compatriota José Mourinho considerado o melhor treinador do Mundo.

Não tenho dúvida de que 99 % dos portugueses torcem por ele e pelo Shelsea vibrando com todos os seus êxitos, passando a ver os jogos do Shelsea quase, como se do nosso clube do coração se tratasse, eu próprio não perco acompanho pela TV o clube do Mourinho, aliás já acontecia, ser adepto do Real Madrid quando lá jogava o Figo, assim como todos gostamos de ver os nossos compatriotas ter êxito no estrangeiro, especialmente quando se atinge a notoriedade do José Mourinho.

Tudo isto tem a ver com algumas nuvens negras, metaforicamente falando, quando soube de alguns dilates do Sr. Mourinho, acusando de uma forma extremamente grosseira, jornalistas que com elevada moderação comentaram os menos êxitos do altivo treinador, usando no seu vocabulário qualquer coisa como “veterinários”.

Fiquei preocupado, pois aparece aí um deficit até agora escondido mas que estando lá poderá trazer, para mais cedo do que supunha, oxalá que não, a tal queda que vem depois da ascensão.

Há também que clamar, sendo esta atitude do Sr. Mourinho uma grande injustiça contra os jornalistas, que entusiasticamente têm relevado os êxitos de Mourinho. Quero também lembrar que já me surpreendeu a violenta reacção e menos educada, contra o jogador Ricardo Carvalho só porque comentou o facto de não estar a ser chamado a jogar com a assiduidade do costume.
Cuidado Sr. Mourinho não nos desiluda, todos nós gostamos muito de si.

A. Eduardo Moreira

março 17, 2006


Freitas do Amaral, Gilberto Madail e o Futebol

A entrega das camisolas de futebol para os meninos de Israel e da Palestina. Muita gente riu-se quando o Professor disse que devia de haver um campeonato de futebol entre os países que estão, praticamente, em guerra há anos e anos.
Também criticaram pela forma humana e moderadora como FA reagiu ao caso das caricaturas, houve alguém que chegou a dizer que ele nem desprezo merecia. Tudo isso por causa da liberdade de imprensa, sim senhor toda a gente deve dizer o que lhe apetece porque estamos em democracia.
É verdade que não se pode andar para trás e deveríamos poder fazer as caricaturas e pronto. Mas as coisas têm de ser vistas no seu contexto complexo e os povos, massacrados, humilhados e empobrecidos estão, obviamente, numa sensibilidade agudíssima, vivendo à beira de um colapso total.
Freitas do Amaral teve a coragem de ir contra a corrente do seguidismo cego e defendeu quem estava e está, com o mundo forte e desenvolvido a cair-lhe em cima.
Não se pode deitar mais achas para a fogueira tem de se ser compreensivo e, que tal enviar equipamentos de futebol e bolas para as crianças jogarem com os outros meninos. Para os senhores tão ciosos da sua liberdade de expressão foi um crime acção do Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Freitas do Amaral teve a coragem de criticar duramente o Presidente Bush pela invasão do Iraque e do Afeganistão, e como se vê o tempo está a dar-lhe razão, não é com bombardeamento que tudo se resolve, terá de se analisar quais são as raízes do ódio.
Eu próprio critiquei logo a reacção dos Americanos quando se deu o ataque de 11 de Setembro 2001, escrevi um artigo a apelar ao bom senso e não retaliar com violência e procurar as razões para um tão profundo ódio à América.
No próprio dia do atentado (11 Setembro 2001) tive a sensação de não retaliação. Os artigos que escrevi em 2001 foram publicados no DN. Mas o morticínio e destruição ainda continuam e não se sabe como acabará.
Mário Soares também se manifestou várias vezes a favor do bom senso e diálogo.
Freitas do Amaral deu uma lição com inteligência e bom senso.

A. Eduardo Moreira

março 14, 2006


Será desta Fátima Campos Ferreira ?

Mais um Prós e Contras segunda-feira à noite. Fátima sempre aguerrida e dinâmica a tentar puxar para a frente o nosso País que, faz que anda mas não anda. Fátima, frustrada ontem em mais um programa debate, há quatro anos a pôr os craques a debater e tudo na mesma. Lamenta-se a jornalista apresentadora cheia de “genica”.

O debate de ontem foi bom, água mole em pedra dura tanto dá até que fura, deve pensar a Fátima. Tem sido um deixa andar com os políticos a pensar só em pôr o seu partido no poder e depois é um partir pedra e, apresentar resultados, nada. Metia dó a ganância na luta para deitar abaixo o partido concorrente até que um desistia, o outro saía para ir para outro lugar, e por aí tem sido ora agora viro eu ora agora viras tu, como dizia ontem o político do PCP Carlos Carvalhas.

O actual governo, está a querer dar a volta, está a pôr o dedo na ferida, a situação é, ainda bastante grave, é a hora de haver uma conjunção de forças por todos. Não sei porque é que Sócrates não aceitou o pacto oferecido pelo PSD, aliás havia de se fazer um pacto com todos os partidos. Não estamos em condições de orgulhos patéticos esquecendo a situação grave do País. Humildade, honestidade dedicação e trabalho é quanto basta. Todos merecemos isso e Fátima Campos Ferreira não mais estará frustrada no seu magnífico trabalho.

A. Eduardo Moreira.

março 11, 2006


Duas ameaças – Duas coisas horríveis de se dizerem

Tenho estado para aqui a ler a imprensa destes dias e de hoje, só palha, nada de interessante. Eu estive fora, no campo puro, e duro também. Quase a semana toda no Alentejo grande e rijo, mas, vá lá, muito verde, terra forte, barrenta. Faz lá falta muita força de máquinas e não só... Muito suor vai caindo.

No Algarve, Lagos, bom tempo, muito sol, e aquelas praias maravilhosas Meia Praia, (apeteceu-me cantar Zeca Afonso) Dona Ana, Porto de Mós, Ponta da Piedade, Meia Praia etc. Havia muitos turistas estrangeiros, regalados com o Sol, bom tempo e as excelentes iguarias nos Restaurantes.

Fui vendo a tomada de posse de Cavaco Silva, só um pouco à noite. Grande Pompa, espero que também seja sinal de fazermos alguma coisa em vez de tanto ruído e choradeira, os dados estão lançados, não há desculpa é arregaçar as mangas e vamos a isso a ver se deixamos de ser os inoperantes do Sul que só pensam em grandes caldeiradas bem regadas, futebol, grande palavreado etc.

O Festival da Canção apareceu muito bonito com grande diversidade, gente nova e bonita. Um reviver de outros festivais que estão bem presentes na nossa memória, onde Fernando Pereira mostrou mais uma vez os seus excelentes talentos de voz e grande “performance”. Já o tenho dito, é o melhor artista português em imitação de vozes e artista de variedades. Confirmado pela grande artista Simone de Oliveira.

Agora para terminar, fazendo jus ao cabeçalho, (Duas ameaças – Duas coisas horríveis de se dizerem) é a ameaça feita pelo Sr. Dicky Chenny Secretário de Defesa do País nosso amigo (que eu gosto imenso) EUA, afirmando que o Irão nunca irá possuir a Bomba Nuclear seja a bem ou seja a mal....

De outro lado os Israelitas afirmam que irão continuar as eliminações selectivas. Ou seja, usando os seus sofisticados meios, escolhem e matam, via míssil, nas casas, nos carros etc. e pronto. Isto é que é gente determinada e valente!.

A. Eduardo Moreira

março 06, 2006

Os Oscars - 2006






Os Americanos estão ao rubro na loucura dos Oscars. O brilho deste acontecimento ultrapassa tudo, recorrente da magia dos filmes e da beleza dos intervenientes. É a America na sua essência no glamur fazendo esquecer as guerras e os conflitos, transformando as coisas que eram consideradas más em boas, dando a volta, tudo isto na aparência, mas como se costuma dizer "o que parece é" e assim no meio de tanta guerra tantos preconceitos, tanto mal dizer, tudo parece estar na normalidade e no fundo a normalidade é todo o mundo em grande convulsão, num fervilhar de crer de viver de estar. É esta a grandeza da vida todos os corações batem no peito bombeando num milagre de vida e coisas novas dia a dia, é este o miragre que nos entusiasma e põe os olhos brilhantes umas vezes e outras com as lágrimas a correr pela face abaixo. Já se viu no filme "E tudo o vento levou" Ela dizia, no meio da confusão da guerra: Amanhã é outro dia, e ia descançar, recarregar as "baterias" para a manhã seguinte.

A.Eduardo Moreira

março 04, 2006

Mourinho as Rolhas e o Vinho


West Brom 1-2 Chelsea

Drogba looked in impressive form for Chelsea. Chelsea marked manager Jose Mourinho's 100th match in charge with a win to further cement their
Premiership lead.
Having been virtually anonymous as an attacking force in the first-half, Chelsea took the lead on 50 minutes through Didier Drogba's low shot.
Chelsea were reduced to 10 men when Arjen Robben was sent off for a wild two-footed lunge on Jonathan Greening


Mourinho não perdeu o pé, está outra vez na senda das vitórias. A excelência na condução de homens rumo ao sucesso é um exemplo para o Mundo e particularmente para os portugueses. Podem aprender, também, alguma coisa os nossos amigos Holandeses que, diga-se de passagem, têm sido desastre no que toca a escolher os jogadores e às suas tácticas. Aprendam, Aprendam.
O "Jose" está também agora envolvido na publicidade á Cortiça Portuguesa dando um bom exemplo nessa área de interesse nacional esclarecendo também os "Srs." da mais antiga democracia do Mundo do modo como se produz a dita, que tão bem arrolha as garrafas protegendo o vinho das melhores castas. Diga-se também, de passagem, que para os portugueses, sábios apreciadores das boas cepas, exímios entendedores/apreciadores dos mesmos, mas já agora não é preciso exagerar.
A. Eduardo Moreira

março 01, 2006


CARNAVAL - Unidos da Tijuca





Dia de Carnaval Feb 28, 06

Um escrito será inserido, ainda não há Net na Azinheira, neste caso para a minha casa. É uma fuga do Carnaval ou é o Carnaval da vida, melhor ainda será a vida com carnaval as disketes pregaram a partida "no possible" "o carnival post" a travessia do Sahara está no inicio no meio ou no fim.

Dias de festa relaxante para os pequenos e grandes. É um festejo importante para o sabe aproveitar, é um período de relaxe os pequeninos adoram aquelas roupas extravagantes que as mães lhes vestem e sentem que são coisas para se divertirem e passageiras, é só para quebrar o ritmo demasiado a sério que se tem durante o ano, e depois nestes dias vai de extravasar a adrenalina fazer todas as brincadeiras, alguns homens e rapazes gostam de se vestir com roupas de mulher, aliás, as pessoas inventam as coisas esquisitas que podem, há os carros alegóricos as músicas os tambores etc.

Aos políticos fazem as respectivas caricaturas e os desfiles vão sendo os mais bonitos todos os anos com excelentes organizações e muito trabalho de verdadeiros artistas, e, é mesmo uma grande festa. É feita em muitos países no mundo. O Mais importante e famoso de todos é no Brasil (Rio de Janeiro) este país tem tudo para o Carnaval ser de
excepção dadas as características do Brasil onde o clima é óptimo e a maneira de ser deste povo é muito descontraída e dança maravilhosamente o Samba, espalha alegria e beleza por tudo quanto é sítio numa alegria contagiante.

Em Portugal o melhor é do da Madeira onde o clima também é ameno e temos também pelo País fora excelentes cortejos como é o caso de Loulé no Algarve e Torres Vedras.
Quanto à minha participação nestas festas acho que sou muito cinzento ou então é a vida que talvez, não sei porquê, me envolve nestes períodos em outros estados de espírito que me amarram e, apreciando, não me vou soltando muito. Quem sabe, a vida estará mais aberta noutros Carnavais e, eu menos cinzento psicologicamente.

A. Eduardo Moreira

LOS CARNAVALES EN BRASIL
¿Qué tiene el Carnaval de Río, que tanto nos fascina?
Es distinto de todos, es tan espectacular, que se cotiza como los grandes espectáculos: se venden entradas para ver los desfiles y las rúas,se venden a las televisiones los derechos de transmisión como si se tratara de grandes partidos de fútbol o de Juegos Olímpicos.
La grandiosidad, la belleza, el ritmo, la gracia, la sensualidad que de ellos emana, bien lo valen.Cuentan los que conocen la historia,que estos carnavales aún no han cumplido los 200 años.Pero al igual que todos los carnavales que en el mundo son y han sido,traen su origen de las grandes ceremonias romanas propias del mes de febrero, el de las purificaciones.
En sus primeros tiempos, los carnavales de Brasil tenían el formato de batallas.No nos recuerdan las antiguas lides entre Don Carnal y Doña Cuaresma,es decir entre los carniceros y los pescateros, de los que aún quedan vestigios,sino que nos retrotraen a los ritos lustrales que acompañaban el Carnaval.
Nada de escobas, como en Europa;se tiraban directamente los trastos a la cabeza. Se trataba de vaciar la casa de trastos viejos, y por lo visto la gracia estaba en darle a alguien con ellos.
Estas prácticas desataban no poca violencia, que acababa en tragedia.Pero esta es una característica que acompaña a muchos carnavales.Al fin y al cabo, en sus antiguos ancestros romanos, griegos, egipcios, etc.,no se concebía la gran procesión del Carrus Navale o su equivalente,sin el respectivo sacrificio. Hoy también se paga este precio.
La decoración de la ciudad, las escuelas de samba, los ensayos, los concursos de fantasías, la elección del Rey Momo, de la Reina, de las Princesas,las espectaculares carrozas,las vestimentas y las desnudeces acordes con el clima cálido de la tierra,el movimiento y el ritmo,que lo llevan con la misma gracia y naturalidad que los andares,la música, la luz, la increíble acumulación de belleza,eso y más es el Carnaval de Río.
Hoy les brindamos a nuestros lectores un itinerario bien seleccionado de sitios para disfrutar de imágenes, textos e información sobre estos carnavales.
El carnaval de Salvador de Bahía
De todos los carnavales de Brasil, te recomendamos el de Salvador de Bahía. Es el que gracias al sentimiento de los bahianos, su oposición a la mercantilización del carnaval, ha mantenido casi intacto su carácter. Además, el que Bahía sea la ciudad musicalmente más avanzada e importante de Brasil hace que estos seis días, donde no hay otra cosa más que música y baile en las calles, sean la manifestación más autentica del espíritu de los carnavales brasileños. Los Blocos son las grandes atracciones del carnaval. Son mucho más que simples grupos musicales para los bahianos, debido a la implicación de los más importantes en la mejora de las condiciones sociales y culturales de los más pobres. Hay dos tipos de grupos musicales: