
Teresa Pires e Helena Paixão
Duas mulheres e uma filha, vivem as três na mesma casa e dão-se mal com os vizinhos. Isto é uma situação que pode acontecer em qualquer parte do planeta, mas, a razão porque estou a escrever sobre estas duas cidadãs é só porque elas assumem-se como lésbicas, gostam de viver juntas e querem casar-se, o que por Lei (actualmente) não é permitido, têm um advogado que se dispôs a ajuda-las gratuitamente.
Duas mulheres e uma filha, vivem as três na mesma casa e dão-se mal com os vizinhos. Isto é uma situação que pode acontecer em qualquer parte do planeta, mas, a razão porque estou a escrever sobre estas duas cidadãs é só porque elas assumem-se como lésbicas, gostam de viver juntas e querem casar-se, o que por Lei (actualmente) não é permitido, têm um advogado que se dispôs a ajuda-las gratuitamente.
É sem pagar nada porque elas não têm meios para isso, segundo afirmam, não tem emprego porque ninguém lho dá, por elas serem diferentes e as pessoas não aceitarem isso.
Conhecidas que são, através dos jornais, televisão etc. assim estão, de mal com os vizinhos e com muito mais gente, e porquê? Porque querem viver juntas para sempre e assim sendo, têm o direito de querer ser casadas uma com outra, como acontece com os casais heterossexuais.
A razão primeira desta pretensão é para terem os mesmos direitos que têm os outros casais, ou seja, tudo o que têm e que virão a ter, em comunhão de bens será sempre delas próprias no caso de uma delas falecer.
Quanto ao facto delas quererem viver uma com a outra, pois que vivam e felizes na maneira de estar que preferem e ninguém deve ver nisso de forma crítica.
Por outro lado as pessoas que fazem, no seu direito, essas escolhas, deverão também respeitar as pessoas que, pela sua sensibilidade, não gostam e não aceitam. Entrando aqui o bom senso de não haver atitudes que possam ser consideradas provocatórias.
A. Eduardo Moreira
A. Eduardo Moreira

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