janeiro 30, 2006

A Neve e outras coisas mais


A Neve e outras coisas mais
Lagoa Comprida - Seia - Serra da Estrela
É Janeiro no seu final, baptizado por uma neve aqui e ali suave, noutros lugares bem generosa, dando alegria a toda a gente, pois, para muita gente, era coisa que não se via há para aí 50 anos. A beleza e a novidade trouxe alegria às pessoas e quem é que não gosta de uma pitada de alegria quer meninos quer grandinhos. Até eu gostei, pois é na minha terra que ela mais vezes aparece e sempre se gosta, pelo encanto, pelas árvores, parece que ainda não desmontamos os enfeites de Natal.
É um manto suave, terno, limpo e puro abençoando as almas com véu branco acariciando os telhados das imensas Igrejas que, especialmente, nas terras altas há. Em Seia também lá estão, lá no alto insinuando antigos Castelos protegendo todos, mostrando a sua altivez rasgando as Serras Montanhas e Vales produzindo de tudo, de tudo e de bom. Muitas faces marcadas dos frios e dos gelos das chuvas e dos ventos. Gente valente, em tudo se pega nada mete medo é esse o segredo de gente valente e sem receio. Não esquecendo as Fábricas, Seia, S.Romão, Loriga, Gouveia etc., em tempos os Teares teciam com a força das águas que das montanhas desciam, as máquinas andavam e os tecidos nos rolos cresciam das mãos competentes, para o estrangeiro se vendiam.
Teares mais modernos entretanto apareciam, as gentes da Estrela têm boa têmpera a nada viram a cara com raça e saber e que saudades começo a ter.
Dividido por vários amores, amanhã que termina o Janeiro vou para Sul outras vezes vou para Norte, outras vezes estou nas grandes cidades, todos os lugares têm o seu encanto, e em todos os lugares há que fazer. O fazer faz viver faz amar faz gostar de estar e acompanhar vivendo as vidas e as expectativas.
Tivemos também no final de Janeiro as comemorações a Mozart ouvimos as suas musicas, os seus “CDs” vimos o Sporting a devorar o Benfica (1-3) aí está um campeonato melhor o Leão afugentou a �?guia, o FCPorto perdeu o norte com o Co Adriance (o homem não tem jeito, não sabe lidar com a arte).
Na política nacional, há uma luz ao fundo do túnel, nem que a vaca tussa não deixem apagar a luzinha, falaram sempre demais e não era sobre o trabalho que tinham pela frente era pelo “poleiro” vergonhoso quando a única preocupação que tinham era derrubar o outro partido, que coisa horrível esse carácter, não sei como é que muita gente não tem isso na memória e não se envergonha, ainda estão a tempo de fazer meia-culpa.
A política internacional é que não tem franja por onde se pegue. Já o tenho dito há muito tempo, só lá vai com um grave conflito internacional.

A. Eduardo Moreira

janeiro 28, 2006

Actores e outros




Actores
Fernando Távora
Álvaro Siza Vieira
Eduardo Souto Moura
Filipe Oliveira Dias
Gonçalo Byrne
Manuel Graça Dias
Manuel Salgado
Joao Luis Carrilho da Graca
Joao Santa-Rita
Vitor Figueiredo
António Silva
Beatriz Costa
Carmen Miranda
Eugénio Salvador
Joaquim de Almeida
Maria de Medeiros
Vasco Santana
Catarina Furtado
Dalila Carmo
Arquitectos
Fernando Távora
Álvaro Siza Vieira
Eduardo Souto Moura
Filipe Oliveira Dias
Gonçalo Byrne
Manuel Graça Dias
Manuel Salgado
Joao Luis Carrilho da Graca
Joao Santa-Rita
Vitor Figueiredo
Cientistas
António Damásio, neurocientista
Bento de Jesus Caraça, matemático
Egas Moniz, prémio Nobel de Medicina em 1949, médico (1874-1955)
Garcia da Orta, botânico
Pedro Nunes, astrónomo, matemático e geógrafo
Atletismo
Carlos Lopes, primeiro campeão olímpico de atletismo português
Fernando Mamede, recordista mundial de 10000m nos anos 80
Rosa Mota, campeã olímpica de atletismo
Francis Obikwelu, medalha de prata nos 100m nos Jogos Olímpicos de Atenas/2004
Futebol

Artur Jorge, Treinador
Artur de Sousa (Pinga), jogador
Barrigana, jogador
Carlos Queiroz, treinador
Cristiano Ronaldo, jogador
Deco, (Anderson Luiz de Sousa), jogador
Eusébio da Silva Ferreira, jogador
Fernando Chalana, jogador
Fernando Couto, jogador
Fernando Gomes, jogador
Paulo Futre, jogador
Jesus Correia, jogador
José Maria Pedroto, treinador
José Mourinho, treinador
José Travassos, jogador
Luís Figo, jogador
Mário Coluna, jogador
Pedro Pauleta, jogador
Pinto da Costa,Dirigente
Rui Costa, jogador
Vicente, jogador
Vítor Baía, jogador
Diplomatas
Aristides Sousa Mendes
Empresários
Américo Amorim
António Champalimaud (1918-2004)
Belmiro de Azevedo
Cupertino de Miranda
Engenheiros
Edgar Cardoso, engenheiro civil
Escritores
Agustina Bessa-Luís (1922-)
António Lobo Antunes (1942-)
Aquilino Ribeiro (1885-1963)
Camilo Pessanha (1867-1926)
Camilo Castelo Branco (1825-1890)
Cesário Verde (1855-1886)
Eça de Queiroz (1845-1900)
Eugénio de Andrade (1923-)
Fernando Namora (1919-1989)
Fernando Pessoa (1888-1935)
Florbela Espanca (1894-1930)
Gil Vicente (1465(?)-1536(?))
Jorge de Sena (1919-1978)
José Régio (1901-1969)
José Saramago, prémio Nobel de Literatura em 1998 (1922-)
Luís Vaz de
Camões (1524-1580)
Manuel da Fonseca (1991-1993)
Manuel Teixeira Gomes (1862-1941)
Mário de Sá Carneiro (1890-1916)
Miguel Torga (1907-1995)
Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)
Vergílio Ferreira (1916-1996)
[
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Historiadores
Fernão Lopes
Músicos
Francisco Lacerda, compositor (1869-1934)
Arminda Correia, cantora (1903-1988)
Amália Rodrigues, fadista (1920-1999)
António Variações, cantor (1944-1984)
Carlos Paredes, guitarrista (1925-2004)
Guilhermina Suggia, violoncelista
Sequeira Costa, pianista
Vianna da Motta, pianista
Zeca Afonso, cantor (1929-1987)
Alfredo Marceneiro, fadista (1891-1982)
Nuno Bettencourt, guitarista
Navegadores/Exploradores
Bartolomeu Dias, navegador
Diogo Cão, navegador
Duarte Pacheco, navegador
Fernão de Magalhães, navegador
João Gaspar Côrte-Real, navegador
João Gonçalves Zarco, navegador
Pedro Álvares Cabral, navegador
Roberto Ivens, explorador
Vasco da Gama, navegador
Alvaro Cardoso, astronauta
[
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Papas
Papa João XXI (1210-1277)
[
editar]
Pintores
Amadeo de Souza-Cardoso
Columbano Bordalo Pinheiro
Graça Morais
José de Almada Negreiros
Josefa de Óbidos
Júlio Pomar
Júlio Resende
Maria Helena (Vieira da Silva)
Nuno Gonçalves
Paula Rego
[
editar]
Políticos
Alberto João Jardim, presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira pelo PSD (1943-)
Álvaro Cunhal, líder do PCP
Aníbal Cavaco Silva, primeiro-ministro pelo PSD (1939-)
António de Oliveira Salazar, ditador e primeiro-ministro (1932-1970)
António de Spínola, general e presidente da República
António Vitorino, comissário europeu pelo PS
Carlos Mota Pinto (1936-1985), fundador do PSD, primeiro-ministro, deputado e ministro de várias pastas.
Diogo Freitas do Amaral, fundador do CDS e presidente da Assembleia Geral da ONU
Francisco Lucas Pires, deputado pelo CDS e eurodeputado pelo PSD
Francisco Pinto Balsemão, primeiro-ministro pelo PSD
Francisco Sá Carneiro (1934-1980), primeiro-ministro pelo PSD
Jorge Sampaio, líder do PS e presidente da República
José Manuel Durão Barroso, primeiro-ministro pelo PSD e presidente da Comissão Europeia
José Pacheco Pereira, político e historiador
Óscar Carmona, general e presidente da República (1869-1951)famoso pelo apoio a Salazar
Marcelo Caetano, primeiro-ministro pós Salazar
Maria de Lourdes Pintasilgo, primeira-ministra
Mário Soares, fundador do PS, primeiro-ministro e presidente da República
Sebastião José de Carvalho e Melo,
Marquês de Pombal, primeiro-ministro (1699-1782)

janeiro 26, 2006

Coisas à solta no dia a dia

Coisas à solta no dia a dia

10:00 H quinta-feira, 2006-01-26. O HAMAS ganhou as eleições, como as coisas andam, mexem, o bulício no Mundo as lutas travadas as lutas em marcha. Também as crianças vão para escola pela manhã riem saltam aprendem sonham com sua pequenas coisas, os rios continuam a correr nos seus leitos uns grandes outros menos. O Sol rompe através das nuvens insistindo em trazer-nos o quentinho. Os sonhos de amor, o emprego esperado. As paixões do desporto, os novos craques chegados. O Benfica ficou mais forte? Será. O Sporting sempre em golpes de rins à espera do milagre o FCP com um treinador louco e pouco inteligente, ao contrário do que faz Mourinho “castiga” os jogadores porque não sabe o que é moralizar um grupo ou um jogador. Co Adrianse o idiota.

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janeiro 25, 2006

Morrer lentamente

Morrer lentamente (Viva a Vida)

Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê, quem não ouve música,
quem destrói o seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is"
a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!

Pablo Neruda

janeiro 23, 2006

Obrigado Mário Soares


EleiçõesObrigado Mário Soares

Mário Soares não ganhou esta batalha, mas correndo o País ponta a ponta ganhou porque lutou, fez, como sempre a sua obrigação, convencido que estava e continua de que seria melhor para o País emprestar a sua sabedoria e experiência na nobre causa de Portugal. Cumpriu está de bem com ele próprio, nunca se perdoaria se não o fizesse, fez, está, não descansado mas com a consciência tranquila.
Esta coragem demonstrada por Mário Soares, não foi em vão, é um exemplo de luta pelo que acredita, por Portugal. Esta lição serve para todos os que têm nas mãos o trabalho árduo e decisivo de promover o País para a dignidade, para o lugar que já merece há muito tempo e que desta vez é proibitivo falhar. Empenhem-se pois na tarefa, Mário Soares está ai para ver e para os fazer corar de vergonha se falharem. Podem confirmar a máxima o trabalho e o entusiasmo nas boas causas não faz mal a ninguém, pelo contrário rejuvenesce como se pode confirmar em Mário Soares. Obrigado.

A. Eduardo Moreira

janeiro 21, 2006

Eu voto em Mario Soares


Eu voto em Mário Soares

É já amanhã que o povo vai votar para a Presidência. È importante mas não é muito importante e sabe-se bem porquê. Importante para o nosso Pais é o Governo, esse sim tem de fazer muito e bem, pois, nós sabemos que não podemos errar mais, chegamos ao ponto crucial para vivermos com realismo. Há uns tempos atrás escrevi neste blog que acreditava estarmos no melhor momento e não no pior, pois estávamos a pôr o “dedo na ferida” finalmente. Oxalá, bem precisamos. Contudo, o que vamos fazer amanhã é assinalar no boletim de voto o nome do candidato que merece o nosso voto, em muitos casos, quer seja elegível ou não.O meu candidato é, desde a primeira hora, Mário Soares. Escrevi variadíssimas vezes a dar o meu apoio, e, a razão da minha posição tem a ver com vários pontos de identificação com a sua visão sobre os acontecimentos no mundo, especialmente depois do 11 de Setembro de 2001 e o desenvolvimento que se gerou levando à intervenção no Afeganistão e a Guerra no Iraque que ainda hoje persiste.Para além disso não tenho dúvidas de que Mário Soares é o candidato que melhor se adapta como Presidente na actual situação no País, pois basta-lhe o seu passado a sua experiência, a sua forma de estar na vida e enquadrar-se-á na governação do PS tendo em conta o momento importantíssimo que vivemos.Quanto aos outros candidatos, não têm as características apropriadas, começando por Cavaco Silva. Cavaco Silva começou por mostrar a não confiança no actual governo, que, está a arrancar com várias medidas no sentido de levar o País para uma normalidade inadiável, considerando a nossa posição na EU, tentando de uma vez por todas sairmos do nosso eterno atraso, tratados com a condescendência que se tem nos atrasados do Sul.Quanto ao candidato Manuel Alegre, apareceu a concorrer a Secretário-geral do PS, gostou, entusiasmou-se e decidiu propor-se a candidato pelo PS. Mário Soares achou e bem, que ele seria melhor, e no interesse do nosso País decidiu ir para a frente com o apoio do PS, decidiu bem e teve muita coragem como sempre.Quanto a Jerónimo de Sousa, trouxe ânimo ao Partido Comunista, e empolgou os militantes, é sempre bom e importante que os partidos continuem a sua característica de defesa dos que menos têm condições de se defender e pelos seus ideais, sempre na primeira linha.Quanto a Francisco Louçã é uma eterna promessa, toda a gente lhe reconhece enormes capacidades e num dos chamados partidos grandes teria todo o sucesso, mas continua na sua luta esperando que novas gerações aceitem (compreendam) as suas avançadas posições.Quanto a Garcia Pereira, é outro resistente na luta por mudança de mentalidades e Portugal bem precisa de mudar de mentalidade. Por agora Viva Mário Soares.
A. Eduardo Moreira

janeiro 15, 2006

A força do querer universal é a evolução é Deus


No início da faina com a terra, terra dura e crua com imensas pedras escondidas e à vista, naquele campo arredondado, bravio e agreste enfrentando a vontade dos homens. Ver-se-á quem vence, no enfrentamento e no afrontamento com algo agreste e agressivo. A necessidade impõe-se a todos as dificuldades encontradas. Será um David contra Golias, será a pequena luz, que mal se espera num hipotético final da imensa travessia do deserto. Será uma injustiça ou será parte do crescimento a pulso, numa teimosia do braço de ferro entre o Deus maior e o Deus menor. Será que há um só ou vários? Há, a primeira, a unicelular que teima em passar a duas e três e por aí fora, e quando se chega a milhões ainda há mais para realizar, no infindável caminho da perfeição e do crescimento. A força do querer universal é a evolução é Deus. Todos somos diferentes e todos temos a “chance” da vida. Os caminhos penosos são parte importante do processo. Haja Deus.
A. Eduardo Moreira


janeiro 12, 2006

O Homem. O Sol. O Milagre

O Homem. O Sol. O Milagre
As pessoas encontram-se, para viver em grupo, é essa a sua essência, juntos formulam os seus objectivos, perseguem-nos até os alcançarem e continuam buscando outros, e mais e mais. Nós nunca paramos, porque não queremos. Sabemos que se paramos logo sentimos um vazio, falta-nos algo, o entusiasmo esse que nos dá toda a força a determinação a alma e tudo acontece, as coisas aparecem como por milagre e quase sempre com muita inspiração e, também, transpiração. As vezes as combinações correm mal, há falhas na engrenagem, não se cumpre o combinado, outras motivações aparecem às vezes são interesses contraditórios. As pessoas lutam por valores, interesses, ambições particulares, poder, dinheiro, conquistas, clubismo etc. Também isto faz parte da nossa existência, a paixão, leva a tudo, e não se pode dizer "desta água não beberei" porque nós humanos, não somos "Robots" de uma hora para a outra podemos fazer o que nunca admitimos poder fazer. Porém, temos as nossas próprias defesas e capacidades preventivas aos altos e baixos da vida.
A. Eduardo Moreira


janeiro 10, 2006

Invistam cá dentro por favor.Ainda há a outra Terra onde se nasce


Diário – 26-12-2005 – 10:17 – 2ª f

A chuva não cessou todo o dia, na tv lembra-se o Tesunami, as visitas foram-se embora pelas 16:00 – Pedras lá para baixo. Quim e M.Anjos levaram Zé e Mariana até Beja. Fernanda e Guilherme e Julieta foram para cima. È noite e o dia parece que não surtiu. Tenho tudo em atraso. O sistema Zaap está a custar. Resolvi começar um diário que pode ser passado para o Blog. Tenho de estar a par de tudo. Alguma coisa me está a fugir, o aparecer da fuga do acompanhar. Há qualquer coisa em desmoronamento e esta tarefa diária é para segurar o barco e o piano a flauta também já foram parte do processo “intelligence” há que
Seia Monumentos.
despertar diariamente. Onda gigante Sri Lanka. Porquê o sleep out of control. Amanhã é terça feira dia
PS – Christmas Evening and Day are fine. Chr. Day 18 persons to lunch it is the resistance.

27-12-2005 3ª Feira

Foi um plantar, plantar duas árvores de fruto, laranjeira e tangerineira, sabe bem plantar, foi o Gui e a Juliet e há coisas a tratar para o Fim de Ano. Os alhos estão em banho-maria assim como as favas e as ervilhas. Há a tarde ainda e a Câmara amanhã? O Zapp está também em banho-maria assim como o Moto-cultivadora e há terra, alguma terra para tratar. O Sr. Juiz telefonou no Natal foi bonito Sr. Dr.é poesia real é a vida. Os candidatos lá estão em preparação para o dia 22 Janeiro próximo. Que ganhe o melhor, apesar dos 81 talvez seja o melhor, ou talvez o mais novo. No almoço do dia de Natal foram 18 os comensais e não foram de mais. Também cá esteve na 2ª o Algarvio da família a almoçar no seu melhor. É assim o Natal e os avós não podiam faltar. Em Azinheira dos Barros, a aldeia do Monte da Cerca. Tudo bem molhado, chuva e não só. A terra a quem a trabalha. Já ouvi isto. Amanhã um clube em reunião para além da Câmara do Povo que é quem mais ordena.

10-01-2006 3ª Feira
Ainda a terra que se rasga e ama, a terra que revolve e revolve dura e crua e ali está para dar muito, ela é esbanjadora dá muito mas tem de ser amada. Os braços não dão para tudo, mas a alma, o querer faz andar tudo para a frente. Há as máquinas fortes robustas, monstros feios que nos obedecem e ajudam a limpar, revirar e limpar e as árvores crescem firmes na terra, só querem água e sol e amor.
Há as leis que têm de ser cumpridas, há o contribuir o fazer e acreditar. Há o estrumar, alimentar, sonhar. Os Países estão intranquilos, porque será? Os espanhóis estão bem na Economia e Finanças mas não estão tranquilos. Portugal não tem dinheiro, mas quer fazer obras megalómanas, é um fugir para a frente e ficar o País ainda mais deprimido.
Deixem o País trabalhar, é cá dentro que está a solução, nós já não queremos imigrar mais, já chega, queremos fazer coisas bonitas no nosso País, não queremos mais Elefantes Brancos invistam cá dentro por favor.

Ainda há a outra Terra onde se nasce. Também se ama a "nossa" terra para sempre. E também o nosso País. Portugal
A. Eduardo Moreira

janeiro 06, 2006

Molengas, diz M. Filomena Mónica


Molengas, diz M. Filomena Mónica

1. Excessos de VFFF (Vinho, Fado, Futebol e Feriados). Magnifico debate de Fátima Campos Ferreira – Prós e Contras – na 2ª feira dia 4 de Janeiro 06. Foi dos melhores debates que assisti nesse excelente programa.
2. Estamos a querer chegar lá, e já não é sem tempo, só há duas opções e não é “socialismo ou fascismo” é, se queremos ser um País desenvolvido ao nível dos nossos parceiros na EU ou se queremos continuar como até aqui dando um passo para a frente e dois para trás.
3. Sabemos que não é fácil dado ao nosso passado, aos nossos costumes com séculos de História. A nossa história é riquíssima, mas, nada é estático, tudo vai mudando, já não estamos orgulhosamente sós, estamos orgulhosamente em grupo, integrados num grupo fabuloso, com países, poderosos que, naturalmente, já se digladiaram e que agora querem estar unidos numa união forte, capaz de equilibrar com outras grandes potências neste nosso planeta que há bem pouco tempo eram países pouco desenvolvidos e estão agora num crescimento fortíssimo ameaçando uma harmonia que se conseguirá com a resposta de quem já foi superpotência e agora tem ao seu nível democrático e humano a capacidade liderar um mundo com preocupações de ambiente, de igualdades sociais, de justiça e manutenção da Paz.
4. Quanto ao nosso país, é aqui que entra a “opção” queremos estar na EU com toda a dignidade ou como os parentes pobres que deviam estar a convergir e não a divergir no crescimento da nossa economia como vai acontecendo.
5. Para avançarmos temos de abdicar da mentalidade (alguém falou em reforma de mentalidades) que se falou no início e entra aqui o VFFF, ou seja, arregaçamos as mangas, todos, e deitamos ás urtigas os hábitos ancestrais de molengas e excessos VFFF. Vamos ser realistas e não queixinhas ou então aí está a humilhação para sempre.
6. Maria Filomena Mónica foi directa à questão ou seja disse claramente sem mas nem meios mas, dizendo que os portugueses são molengas e sendo molengas jamais sentirão o orgulho de colocar o nosso País no lugar que ele merece considerando o seu passado e até a nossa humanidade a nossa maneira de ser, no bem receber e no bem fazer se para isso estiveram motivados. Obrigado Filomena, obrigado Fátima.

A. Eduardo Moreira

janeiro 03, 2006

Oh meu rico sistema de ar condicionado.


Oh meu rico sistema de ar condicionado.

Este frio de Janeiro de 2006 deita qualquer um por terra, é assim que estou, por terra. Preciso de comprar um sistema de ar condicionado, é, quase imprescindível, já tive o privilégio desse bem por algum tempo e foi perfeito, merece que se deitem ao lixo uma quantidade de coisas que servem para coisa nenhuma e mantém-se a tortura do frio e as encolhas pelos quartos e salas, se num lado está frio no outro está gelado. Lembrar-me eu, que me curei de alergias e sinusites e outra maleitas e aqui no nosso País temperado é uma desgraça. Haverá por aí alguém que ajude? Neste cantinho da Europa, e vizinhos dos fogosos Espanhóis, morre-se aqui de frio. Os Espanhóis cantam dançam e bebem “unas copas” comem “unas tapas” não há frio que lhes chegue. Eu, então, estou aqui que nem posso. Festas de Natal foram assim... assim... Ainda me aguentei. Com a passagem de ano a desgraça foi total, em casa claro, o fumo dos cigarros era mais que muito, não aguentava, na rua a passear dum lado para o outro piorava a constipação, o relógio parecia que não andava, congelou também?
Entretanto lá vieram as badaladas e as 12 passas. As rolhas das garrafas de champanhe barato saltaram, e aí vai garganta abaixo. O prometido baile estava ameaçado, eu que até sou dançarino, nada, a acumulação do fumo dos cigarros e o frio da rua arruinaram a parte melhor do “réveillon” a minha mulher também não se virou para ficar no dito “réveillion” o local não era o adequado e os mais próximos eram muito longe. Conclusão vamos a caminho da geladeira abandonada com os narizes vermelhos do frio,
Os brônquios em luta contra o frio e o fumo dos cigarros. Oh meu rico sistema de ar condicionado.

A. Eduardo Moreira

janeiro 02, 2006

A guerra que aí vem


A guerra que aí vem

Novo ano 2006 hoje é o dia 2, que podemos esperar deste novo ano, as coisas estão melhores? Duvido muito. Já tenho dito várias vezes que no enrolamento em que o Mundo está, dificilmente se recomporá sem haver um grande conflito internacional, para não dizer 3ª Guerra Mundial.
Basta olhar para cada um dos cinco continentes para chegar à conclusão de que nada se modificará neste nosso Planeta. O mais recente problema liga Rússia, Ucrânia e Europa. Este assunto é sobre o Gás Russo que atravessa a Ucrânia, e, segundo a versão de Putin, há um desvio para a EU, coisa que é intolerável para este grande País que quer, para já quadruplicar o preço a pagar. Este problema é, por enquanto, uma gota de água no Oceano comparado com os problemas profundos que registam por todo o lado no nosso belo planeta Terra. Não devemos esquecer que a Rússia não conseguirá engolir o facto dos seus vizinhos se estarem a virar para Ocidente.
Podemos começar por nos prepararmos para o pior, sempre nos custará menos se estivermos prevenidos. Também se deve considerar que as guerras ajudam as pessoas a “cair na realidade” cuja, está já muito fora disso mesmo e já não há mão que componha tal coisa a não a coisa grande e dura que será a guerra.
A. Eduardo Moreira

janeiro 01, 2006

Rally 1 Janeiro 2006-01-01


Rally 1 Janeiro 2006-01-01
Carlos Sousa má visibilidade, enganos. 11:30-
Carlos Sainz á frente.
Primeiro dia do ano 2006-01-01, é sempre uma expectativa una esperança. As ameaças de muitos produtos com aumentos etc. deixam apreensivos. Porém também há sempre uma nova esperança de as coisas começarem a ajustar-se. O País está a cair na realidade e isso é muito importante.
O Rally Lisboa Dakar está na curiosidade principal arrancou ontem no último dia do ano a caminho de Portimão. O espanhol Carlos Sainz vai para já à frente o nosso, usualmente, melhor classificado Carlos Sousa está neste momento em quinto, breve vão entrar em Espanha.
A política está em pausa neste dia 1º do Ano, irá logo breve recomeçar a luta pela cadeira do Palácio de Belém, o nosso mais velho na corrida aproveitou esta paragem para lançar algumas críticas à comunicação social, inigualável na sua coragem e coerência. Não seria de certeza mau a sua vitória, que está difícil, a sua presença em Belém como Presidente seria um apoio e um incentivo para a modernização que se apresenta imprescindível. A veterania de Soares o seu prestígio nacional e internacional será uma mais valia o que não prevejo com Cavaco.
O nosso velejador solitário Ricardo Diniz, teve um percalço com uma avaria do piloto automático o que o levou a perder cerca de 30 horas, mas está com as mesmas ganas de continuar rapidamente e recuperar.
Um jovem português prepara-se para fazer sozinho a ligação entre Lisboa e Dakar à vela, embarcando em pleno Inverno numa aventura em que tudo pode acontecer, mas com a confiança de superar dificuldades e o objectivo de simplesmente chegar.
Ricardo Diniz tem 28 anos e a experiência de já ter navegado mais de 60 mil milhas náuticas o que equivale a dar duas voltas e meia ao mundo.
Contudo esta é a primeira vez que vai fazer uma viagem entre Lisboa e Dakar, a bordo do veleiro "Taylor's Port", com 12,5 metros equipado com diversos meios técnicos e tendo como únicos companheiros a música, os livros e o mar.
às 15:30 de 31 de Dezembro Ricardo estará a passar frente ao Padrão dos Descobrimentos, dando início a uma viagem que previsivelmente demorará cerca de 15 dias.