
É um manto suave, terno, limpo e puro abençoando as almas com véu branco acariciando os telhados das imensas Igrejas que, especialmente, nas terras altas há. Em Seia também lá estão, lá no alto insinuando antigos Castelos protegendo todos, mostrando a sua altivez rasgando as Serras Montanhas e Vales produzindo de tudo, de tudo e de bom. Muitas faces marcadas dos frios e dos gelos das chuvas e dos ventos. Gente valente, em tudo se pega nada mete medo é esse o segredo de gente valente e sem receio. Não esquecendo as Fábricas, Seia, S.Romão, Loriga, Gouveia etc., em tempos os Teares teciam com a força das águas que das montanhas desciam, as máquinas andavam e os tecidos nos rolos cresciam das mãos competentes, para o estrangeiro se vendiam.
Teares mais modernos entretanto apareciam, as gentes da Estrela têm boa têmpera a nada viram a cara com raça e saber e que saudades começo a ter.
Dividido por vários amores, amanhã que termina o Janeiro vou para Sul outras vezes vou para Norte, outras vezes estou nas grandes cidades, todos os lugares têm o seu encanto, e em todos os lugares há que fazer. O fazer faz viver faz amar faz gostar de estar e acompanhar vivendo as vidas e as expectativas.
Tivemos também no final de Janeiro as comemorações a Mozart ouvimos as suas musicas, os seus “CDs” vimos o Sporting a devorar o Benfica (1-3) aí está um campeonato melhor o Leão afugentou a �?guia, o FCPorto perdeu o norte com o Co Adriance (o homem não tem jeito, não sabe lidar com a arte).
Na política nacional, há uma luz ao fundo do túnel, nem que a vaca tussa não deixem apagar a luzinha, falaram sempre demais e não era sobre o trabalho que tinham pela frente era pelo “poleiro” vergonhoso quando a única preocupação que tinham era derrubar o outro partido, que coisa horrível esse carácter, não sei como é que muita gente não tem isso na memória e não se envergonha, ainda estão a tempo de fazer meia-culpa.
A política internacional é que não tem franja por onde se pegue. Já o tenho dito há muito tempo, só lá vai com um grave conflito internacional.
A. Eduardo Moreira










