O Papa Bento XVI é um homem de coragem, determinado. Não sei se será o mais apropriado proibir, dado que agora esta palavra é mal aceite especialmente nas democracias, porém, o mais importante, talvez até seja isso o que o Papa pretende, é alertar a sociedade para o descaminho que por todo o lado se vê, sendo o pior de tudo a causa da pedofilia.É obvio que não se deve permitir o Sacerdócio a um homossexual? Deve e não deve, depende do tipo de homossexual que pretende ser padre, sendo este de origem genética e uma pessoa de carácter, integro, aquele, um de milhões que através da missão efectiva da Igreja desde há séculos e séculos para esse fim trabalha e para esse fim foi criada, com o específico fim de humanizar o Homem ajudando-o a reger-se pelos altos valores da vida harmoniosa, e equilibrada, que também se diz de Deus.
Quanto a outros homossexuais e heterossexuais que, assim são, por várias razões, algumas delas, apenas, involuntariamente e por temperamento libertário, e outras, agarraram essa forma vida, que, pelo seu tremendo peso psicológico se torna numa situação quase impossível de recuo.
O que a Igreja e o Papa Bento XVI agora pretende, é resfriar este embarcar, até por ser, vejam lá, “moda” , entrando até pelo caminho do crime, esquecendo que este e outros tipos de consumos desviadores da realidade turvam a mente de gente que até aí eram pessoas de toda a integridade e valores passando para a sua autodestruição encharcando de dor os seus mais queridos.
O Papa Bento VI sabe o que está a fazer e não é retrógrado. A Dignidade não se moderniza. Fortalece-se.
Eduardo Moreira









