outubro 17, 2005

Foge da Bola



Foge da Bola

Que grande “show” de bola. Que lição se pode tirar desta novela verde, onde se passa de excelente a medíocre. Tudo começa com uma enorme vontade de vencer, e ao mesmo tempo, um conjunto de vicissitudes leva ao desmoronar do sonho. Eh, as coisas começam a correr mal, ele é a “má criação” é a indisciplina daqueles desrespeitam quem acham não ter o “curricullum” suficiente. (vai de carregar)
Daí vem o desmembrar do grupo, do conjunto, as coisas correm mal. O pior acontece, aqueles que, tão bem jogavam e aquele que presumivelmente tão bem comandava, vão perdendo todo o seu valor o seu jeito.
O desenrolar firme e gracioso dos artistas torna-se um chorrilho de desgarrado entorpecimento. Nada sai bem, a humilhação está aí, os nervos dominam, os adeptos assobiam os lenços brancos esvoaçam, estão sem moral.
Logo, nada resulta com a malta assim. Importantíssimo, talvez o mais importante na vida, é a harmonia psicológica, como a constelação solar, suave e firme na ronda à volta do sol. Lá dizia um ex-benfiquista: quando não está moralizado, o jogador até foge da bola.

MorbidMan

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