março 27, 2010
fevereiro 18, 2010
fevereiro 12, 2010
fevereiro 11, 2010
Um momento de paixão
Paixão Um momento
Quando se quer escrever tem de amar e de escrever cada palavra com amor e paixão, foi assim que me apaixonei e irei continuar assim. Por vezes Sofresse, procurando o encaixe mais puro, mais aberto. Há um mundo que nos pertence, TRASNOS conhecer o que queremos, OE que nos pertence, somos todos um só, e somos tudo também. Este Mundo tem qualquer coisa de ligeireza, e de atabalhoamento. Há um mistério que está para entender as coisas, como Têm coisas de ser levadas Pelos Caminhos para o futuro.
O presente é obscuro triste e é, por vezes é magmanimo, é a pura verdade, é nossa vida em dívida. Não se pode correr para a loucura mas sim para o amor, para a paz e tranquilidade. E onde está a paixão da vida? Os momentos actuais são estranhos não se sabe se é para o bem ou o mal, temos de mergulhar em algo belo e generoso. O desporto é o valor principal para atingirmos a beleza das verdades.
Falando em Bolsa, nada de mal, vamos direitos ao que se quer fazer, usar o que lhe pertence, jogo o dinheiro também não é natural é uma tendência de saber encontrar equilibrado aquilo que pertence ao ver sem protecção. Não precisa é uma tendência que lhe pertence. Tranquilamente sem ansiedade sem acolher. É a sua vida tranquila no mundo de todos Com a sua liberdade e calma, acolhe o que lhe está prometido, o qual pertence um todos na sua simplicidade. Um dia como pessoas vão andar com uma sensação de Paz e de uma verdadeira força de viver tranquilamente.
Porque não acompanhar todos os que são ricos ou não, o mais importante é também o os liga sem ou com amor. O Amor está para ser só simplesmente Feliz.
António Eduardo Mendes Moreira
dezembro 09, 2009
A verdade virá celere com alma e com calma
O meu Blog de sempre
A Oliveira
A Oliveira
Nada feito, está tudo fazer contra alguém e me quer "emendar" não é justo, meteram-se onde Deviam não, o que é meu é meu. Eu sei parece-me que estão zangados, mas talvez não Estejam. Dis-me tudo amigo. Não te quero perder, somos amigos de longa data. Neste momento estou um pouco abatido e constrangido, não se perde um amigo quando tanto o desejamos, felizmente estás bem e que não perdi ninguém. Andei por aí ás voltas e custou-me a encontrar-te, as vezes até me parece que não tenho amigos, ou os meus amigos são a minha única pessoa.
Talvez eu seja um pateta e por isso não tenho amigos, ou talvez tenha todos os amigos que quero é um pouco esquisito? ou não será. O meu blog foi a minha companhia por muito tempo. Agora estou a querer ir para a frente. Há tantas coisas para se fazerem, há muita gente por aí e ainda bem. Vamos deixar-mos de tretas e agarrar a vida mostrando como se pode avançar sem qualquer receio. As coisas mais importantes continuam com quem nos quer e assim vai ser.
O google deu-me uma chance de voltar a escrever, as coisas não estão paradas por isso há muitas coisas a tirar via do mandão Google. Tem um nome interessante, e cheio de coisas novas todos os dias. O drama ainda agora vai começar, Estava eu nos EUA trabalhando todos os dias e assim foi correndo a vida todos os dias. Foi na passagem do final do ano 1999. Um belo ano, estive por lá 4 anos e muitas coisas mudaram. Tenho saudades desse tempo mas é assim a vida, vai uma coisa e vem outra. Se possível que seja bem melhor.
Quero continuar uma saga que por aqui está, quero eu por bastante tempo, sempre na esperança de tudo mudar como sempre. Vamos a ver o que mais irá sair.
Amanhã há mais.
Eduardo Moreira
novembro 30, 2009
O diário do altruista
O diário de Altruísta
Os meus estão por cá.
O mesmo mas não o mais perfeito.
Novo Blog
Como vão as coisas para cristalizar... não se sabe. Ontem assistimos a coisas novas. As coisas mais importantes são as mais importantes, é só algo estranho e triste. Os nossos estão vivos mas muito fora de tudo o que mais desejava.
É uma família grande e generosa. Faltou-lhe a família que se tornou sozinha. Ou sem condições para estar com alguém. As pessoas poderão em vigílias
Uma família, todas elas estão além?....e cá e lá?.. connosco estamos cá, estaremos para sempre, sabermos. Será algo que se sabe e não se pode dizer. O que nos interessa é, senti los no coração.
São seis, uma delas está noutro lado, está ainda com a minha alma.
Talvez nunca mais se possa saber... mas nós estamos cá. Estive tempos sem nada fazer mas quem sabe?.
Não sei onde estarei com a minha família? nada sabemos e tudo por cá estará?. Há casos muito seguros outros nem tanto? Estarei presente quando achar a Paz? Essa sempre a houve, o carinho a palavra.. falta-me uma parte deste blog, porquê?
Eduardo
novembro 29, 2009
Uma pesquisa pelas serras

Uma pesquisa pelas serras
Agora estou aqui, vim para cá para Proteger te, é assim que se cimentimam as alianças, as amizades eo trabalho, vindo de longe, bem longe lá, quero ver o jogo do Barça e Real Madrid e ainda lá não chegavam. Viram por aí, O jogo é importante e com Capacidade de avançar, chegar ver e vencer. Todos queremos vencer, mesmo as mais acutilantes e danados para se começar a trabalhar. Determinação É assim, Paz e Amor.
Muito trabalho espera mas está em uma vontade de mudar as coisas é mais forte. Não sei como Elide chegar por aí mas chagará a nossa vez de arrancarmos uma parte que nos toca. E a força de vencer se, de chegar aos nossos Objectivos. A serra está mais linda, mesmo ainda não chegou a Grande Vitória. A Pátria está sempre no nosso coração. Com determinação chegaremos ali, porém não podemos perder todo em querer o que se vai levando todo o Lançamento no seu próprio desejo.
A nossa força ea nossa crença vai levar-nos ao pleno sucesso. Com dor e com amor. Mais tarde chegarei ao lugar que me ajudará, como montanhas Serão de todos nós.
Eduardo Moreira
outubro 11, 2009
A Selecção Nacional

A Selecção Nacional
Até que enfim, vê-se agora Substância com alguma coisa. As coisas começarão brilhar. Os nossos estão a mostrar as nossas capacidades, estava-se a ver que mais tarde ou mais cedo as coisas entravam nos eixos. Houve grandes arrepios desde que se começou um alinhar as coisas. As capacidades dos nossos jogadores estão bem acima da média de alguns jogadores que tem não como habilidades mesmas.
Não vou aqui elevar os nossos jogadores, mas, verdade seja dita que há uma diferença alongada não diz que Respeita as capacidades dos nossos jogadores e também sobressaem, agora um tempo com as qualidades do treinador Carlos Queirós. Foi um início deveras difícil.
Somos mesmo uns amantes da Pátria, aqui ninguém nos vence, somos indivisíveis e unus, aqui ninguém nos verga, aqui ninguém nos vence. O nosso Rectângulo Juntamente com os Açores com a Madeira e está firme e inquebrantável rijo e invencível. É um amor incomum, inseparável.
Nada nos separa tudo nos une. Para sempre a nossa alma e não vacila, venha quem vier daí a Vitória é nossa.
Eduardo Moreira
outubro 08, 2009
outubro 07, 2009
Lembranças para sempre

Lembranças para sempre
Não vou por aí, vou ver a fonte das quatro bicas, que saudades que eu tenho da Fonte das quatro bicas. Que outras coisas, é, só a minha terra. Tenho uns amigos, João e Toninho. Acho que já os perdi mas não por agora, talvez mais tarde. Ao fim ou no fim. Tudo tem um fim, mas será que posso ver os meus amigos. Está para breve, eu seu que sentirei os meus amigos, num tempo já ultrapassado.
O que é que poderei querer mais, tudo, a fonte continua a jorrar, a sua a nossa fonte das quatro bicas. Não está fácil, que venha depressa, o que não tem pressa. Eu sei que falhei, e sei que voltarei. O espaço é generoso e que mais haverá? tudo, as nossas terras nunca esqueceremos. Fui para longe e para perto mas as lágrimas estão lá e vêem ou sentem. Mais ninguém aqui chegará?.
Quem quer vai, tarde, ou cedo, em que tempo á espaço. Seia é como seja é, Seia, a minha terra. Quero vela no real ou não, mas é a minha terra e a minha gente. Em breve estarei lá. Uma vez comprei seis robes para trazer de Singapura. Um pequeno carinho para a minha família.
Talvez um dia volte aos mares, depois do empurrão, mais tarde. Não está esquecido, está humilhado.
Talvez um dia volte aos mares, depois do empurrão, mais tarde. Não está esquecido, está humilhado.
Vamos por aí, vamos com carinho.
Eduardo .
outubro 06, 2009
Um carinho

Lembranças para sempre
Não vou por aí, vou ver a fonte das quatro bicas, que saudades que eu tenho da Fonte das quatro bicas. Que outras coisas, é, só a minha terra. Tenho uns amigos, João e Toninho. Acho que já os perdi mas não por agora, talvez mais tarde. Ao fim ou no fim. Tudo tem um fim, mas será que posso ver os meus amigos. Está para breve, eu seu que sentirei os meus amigos, num tempo já ultrapassado.
O que é que poderei querer mais, tudo, a fonte continua a jorrar, a sua a nossa fonte das quatro bicas. Não está fácil, que venha depressa, o que não tem pressa. Eu sei que falhei, e sei que voltarei. O espaço é generoso e que mais haverá? tudo, as nossas terras nunca esqueceremos. Fui para longe e para perto mas as lágrimas estão lá e vêem ou sentem. Mais ninguém aqui chegará?.
Quem quer vai, tarde, ou cedo, em que tempo á espaço. Seia é como seja é, Seia, a minha terra. Quero vela no real ou não, mas é a minha terra e a minha gente. Em breve estarei lá. Uma vez comprei seis robes para trazer de Singapura. Um pequeno carinho para a minha família.
Talvez um dia volte aos mares, depois do empurrão, mais tarde. Não está esquecido, está humilhado.
Vamos por aí, vamos com carinho.
Eduardo .
A verdade virá celere com alma e com calma

A verdade virá célere com alma e com calma
Fervendo, vivendo, sonhando, amando, cantando, etc. estão coisas e coisas, pensando.. fervendo ? rasgando. Sonhando. Para onde vamos, por onde estamos? o que queremos o que não temos, nada faz mal, faz bem ou não.
Algo nos chega um dia? ou não?. Tão longe e tão perto, os nossos estão sempre aqui connosco, também se canta o fado, da Amália e de todos que gostam, nesta hora cá estamos, eu incluido.
Recebi uma prenda, uma daquelas que nos faz sorrir, um sorriso carinhoso, merecido como todos aqueles que são belos e amorosos, não são letras de poesia, são poisia mesmo, de quem ama a vida, sempre aconchegada com a amizade pura da amizade carinhosa.
A poésia está fraca? não está, nunca estará dedicada a ti Aninha
Um beijo Aninha. Um abraço Bruno.
Eduardo e Bruno
outubro 04, 2009
Coisas do passado e do presente

Coisas do passado e do presente - (sem desculpas ou não) -
Nada está esquecido, muito pelo contrário, porem as coisas estão na nossa cabeça desde a primeira hora. Um dia se saberá em que nada está esquecido, bem pelo contrário. Não são as coisas tristes ou alegres, são as nossas vidas, são as nossas coisas imortais. Logo logo sentirei o que é que sentir dentro do coração.
As razões estão por aqui, uma alma estraçalhada, sem nada que se possa justificar. Vamos caminhando para onde não se pode contactar, a não ser atravez da alma, do amor, da ternura, da mágoa que sentimos. Há tantas coisas que não podemos fazer, que coisa tão, má e tão boa. Onde estamos todos, eu também já não sei bem onde estou.
E outras coisas que se fecharão, ou que estão pura e simplesmente no espaço. Este também é sem físico, sem nada, zero, é um esvoaçar para todos os lados da existência. Há um serra, bem no alto, lá de cima, onde um dia alguém me quis castigar, uma coisa absurda, uns do nada que podem culpar como se isso fosse positivo, vamos ao real e não ao castigo ridículo.
Mas o mais importante é navegar em algo que faz parte, um pouco de tudo, um pouco de coisas belas bem longe numa volta ao mundo, mas como que um presente daqueles que sabem quem somos todos. Em Paz, em amor. Singapura. Em Portugal onde se lembram muitas coisas. Mais tarde mostrarei e sentirei um abraço ao Mundo. Foram seis Robes para as Senhoras. Um beijo destes para sempre.
Tenho de voar mais alto, talvez o voar para todos com amor e o meu pedido de perdão.
Eduardo Moreira
outubro 03, 2009
Deixem correr a vida

Deixem correr a vida
Sábado, 3 de Outubro 2009
A vida é tão complexa que até dá graça, outras vezes não. Vejo-te assim como tanta coisa que eu gostaria de ver. Vem de longe (não) muito. Está também muito perto. Engraçado, um esculpido de coisas, antigas e algumas recentes. Num á parte, o Jorge de Jesus deixou escapar o caminho em que tão bem seguia. É assim a vida, é sempre mau quando um pequeno pormenor, estraga tudo. Não pode haver facilitismos, será que o Jorge se descuidou. É um pequeno deslize mas marca. Mas onde quero eu chegar? só se sabe que se quer alguma coisa? o que será. Onde estão os meus?.
O que fica depois da escrita? a mensagem para algo, para alem do que fica num abraço de solidariedade e de amor. A força que temos quer-se para dar aos outros, aquilo que todos merecem e que sintam o calor dum carinho forte e extremamente puro.
Tenho, uma paragem no tempo, essa é totalmente desejada, seja em que patamar se encontre. Há uma tentativa de se chegar onde já só sentimos a perca a falha a dor.
Um beijo.
Tó
setembro 27, 2009
O diário do Altruísta

O diário do Altruísta
Tem os seus custos ser altruísta, mas é quem é e pronto, não é nada que alguém se possa gabar, pois quem se mete nessas coisas são os genes esses marotos. Não é que seja grande coisa pois traz-nos bastantes inconvenientes "the other first" às vezes até chateia, porém a gente sente-se bem, luta contra a intolerância, é um contraponto do ódio, inveja etc. não é intendível para muita gente, muitas vezes passa-se mesmo por idiota, e bombo da festa em muitas ocasiões, mas isso não conta para o dito, o que interessa é saber-se que há mais na vida do que ser egoísta, mesquinho e mau camarada.
Hoje é domingo dia 13 de Abril de 2008. Há biliões de seres humanos por esse mundo, quiçá haja mais altruístas do que alguém possa imaginar, é assim o ser humano, amor e ódio faz parte da vida, já agora bem seria melhor que fossem mais os altruístas, menos sofrimento e menos guerras, toldariam os execráveis ódios.
Tenho de bazar por agora, não se tem o tempo que se quer, gostaria de escrever no diário todos os dias mas não é fácil, mesmo para meia dúzia de linhas.aemm.Posted by O Altruista-morbidman-naif at 03:03 0 comments
O diario do altruista

O diário do Altruísta
Tem os seus custos ser altruísta, mas é quem é e pronto, não é nada que alguém se possa gabar, pois quem se mete nessas coisas são os genes esses marotos. Não é que seja grande coisa pois traz-nos bastantes inconvenientes "the other first" às vezes até chateia, porém a gente sente-se bem, luta contra a intolerância, é um contraponto do ódio, inveja etc.
não é intendível para muita gente, muitas vezes passa-se mesmo por idiota, e bombo da festa em muitas ocasiões, mas isso não conta para o dito, o que interessa é saber-se que há mais na vida do que ser egoísta, mesquinho e mau camarada.Hoje é domingo dia 13 de Abril de 2008.
Há biliões de seres humanos por esse mundo, quiçá haja mais altruístas do que alguém possa imaginar, é assim o ser humano, amor e ódio faz parte da vida, já agora bem seria melhor que fossem mais os altruístas, menos sofrimento e menos guerras, toldariam os execráveis ódios.
Tenho de bazar por agora, não se tem o tempo que se quer, gostaria de escrever no diário todos os dias mas não é fácil, mesmo para meia dúzia de linhas.aemm.Posted by O Altruista-morbidman-naif at 03:03 0 comments
Posted by O Altruista-morbidman-naif at 03:03
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setembro 19, 2009
Soares Franco e Paulo Bento em queda total.

MorbidMan
Morbid Man Blog
Setembro 19, 2009
Sócrates o Louco Megalómano
Sócrates o Louco Megalómano
O Primeiro-ministro, que assim se tornou porque beneficiou de uma conjuntura assaz sortuda,está para aqui a ignorar os cidadãos portugueses em favor de um putativo desejo de equilibrar as finanças públicas, levar o País a ficar bem visto perante os restantes Países da EU. O homem está possesso, anda muito sorridente, faz corridas, até na Rússia, talvez queira impressionar o Presidente Putim.< br/>
Putim é impressionável, é pequenino e dorido com tantos Países a fugirem-lhe por entre os dedos, é duro como o ferro, daqueles que não dobra. O nosso PM está desvanecido consigo próprio, brilha como uma lâmpada ao pensar que, a mim me reconhece como um ponta de lança frio e eficaz, fixado num horizonte de futuro garantido, qual D. Quixote de Lá Mancha, de Lança um punho perseguindo o seu destino até à vitória final.
O Sr. Primeiro-Ministro, que sorri muito, não se apercebe que está a fazer uma grande porcaria, mesmo porcaria. Só pensa em fazer coisas grandes, muito grandes, esquece-se de um factor importantíssimo o Povo deste País, o nosso País. O homem não sabe que a grandeza de um País é a sua gente, é a escola, a Universidade, as Empresas a produzir, a criação do saber e do evoluir, etc. etc.Por favor não me venha mais com a bostada do TGV, ó homem acalme-se e pense, pare de derreter dinheiro só para querer mostrar grandes obras.
Eu sei que o processo está, infelizmente, a correr, mas ainda se pode parar, pare já com isso e faça obra a sério, não, fachada, Megalómano.Vire-se para o seu povo e não lhe tire coisas básicas que lhes fazem tanta falta, arrepie caminho, o nosso Povo “first”. Não tem consciência de que está a desmoralizar um Povo, um povo abnegado, firme e rijo quando é preciso, tanto suor, tanto penacho não. Mostre que está preocupado com o que se passa em todas as áreas, parece que um terramoto alcançou as almas dos portugueses, esses que pelo seu País dão tudo, somos um País uno, cada português, esteja onde estiver, por essa Diáspora fora, dá a alma e a vida.
Tenham vergonha Srs. Ministros seus emproados, deixem-se de pirosices e toquem o barco para a frente, inspirem-se nas nossas Caravelas, cruzem os mares outra vez, mostrem a fibra de um português, seus empata-fadas, egoístas e snobes.Não têm vergonha de verem os bebés portugueses nascerem numa ambulância em grande aparato, numa qualquer estrada, com uns bombeiros afadigados numa missão pouco apropriada para eles e para uma mãe, também ela quiçá, inexperiente.O País não precisa de
TGV coisíssima nenhuma. Deixem-se de idiotices e ponham as coisas a andar a sério.
Eduardo MoreiraPosted by O Altruista- morbidman- naif at 11:29 0 comments Posted by O
Altruista-morbidman-naif at 11:29 0 comments ~
Sócrates o Louco Megalómano

Sócrates o Louco Megalómano
O Primeiro-ministro, que assim se tornou porque beneficiou de uma conjuntura assaz sortuda,
está para aqui a ignorar os cidadãos portugueses em favor de um putativo desejo de equilibrar as finanças públicas, levar o País a ficar bem visto perante os restantes Países da EU. O homem está possesso, anda muito sorridente, faz corridas, até na Rússia, talvez queira impressionar o Presidente Putim.< br/>
está para aqui a ignorar os cidadãos portugueses em favor de um putativo desejo de equilibrar as finanças públicas, levar o País a ficar bem visto perante os restantes Países da EU. O homem está possesso, anda muito sorridente, faz corridas, até na Rússia, talvez queira impressionar o Presidente Putim.< br/>
Putim é impressionável, é pequenino e dorido com tantos Países a fugirem-lhe por entre os dedos, é duro como o ferro, daqueles que não dobra. O nosso PM está desvanecido consigo próprio, brilha como uma lâmpada ao pensar que, a mim me reconhece como um ponta de lança frio e eficaz, fixado num horizonte de futuro garantido, qual D. Quixote de Lá Mancha, de Lança um punho perseguindo o seu destino até à vitória final.
O Sr. Primeiro-Ministro, que sorri muito, não se apercebe que está a fazer uma grande porcaria, mesmo porcaria. Só pensa em fazer coisas grandes, muito grandes, esquece-se de um factor importantíssimo o Povo deste País, o nosso País. O homem não sabe que a grandeza de um País é a sua gente, é a escola, a Universidade, as Empresas a produzir, a criação do saber e do evoluir, etc. etc.Por favor não me venha mais com a bostada do TGV, ó homem acalme-se e pense, pare de derreter dinheiro só para querer mostrar grandes obras.
Eu sei que o processo está, infelizmente, a correr, mas ainda se pode parar, pare já com isso e faça obra a sério, não, fachada, Megalómano.Vire-se para o seu povo e não lhe tire coisas básicas que lhes fazem tanta falta, arrepie caminho, o nosso Povo “first”. Não tem consciência de que está a desmoralizar um Povo, um povo abnegado, firme e rijo quando é preciso, tanto suor, tanto penacho não. Mostre que está preocupado com o que se passa em todas as áreas, parece que um terramoto alcançou as almas dos portugueses, esses que pelo seu País dão tudo, somos um País uno, cada português, esteja onde estiver, por essa Diáspora fora, dá a alma e a vida.
Tenham vergonha Srs. Ministros seus emproados, deixem-se de pirosices e toquem o barco para a frente, inspirem-se nas nossas Caravelas, cruzem os mares outra vez, mostrem a fibra de um português, seus empata-fadas, egoístas e snobes.Não têm vergonha de verem os bebés portugueses nascerem numa ambulância em grande aparato, numa qualquer estrada, com uns bombeiros afadigados numa missão pouco apropriada para eles e para uma mãe, também ela quiçá, inexperiente.O País não precisa de
TGV coisíssima nenhuma. Deixem-se de idiotices e ponham as coisas a andar a sério.
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setembro 18, 2009
Deixem correr a vida

Deixem correr a vida
A vida vai correndo como que seja um rio, vai no seu caminho sem parar, é como ombro amigo do coração está sempre presente, nada o faz mudar para onde quer que seja. Vai por mim esse nunca falta, está sempre presente. O Rio que passa na minha terra é o mais belo de todos os rios. Eu quero ver o meu rio todas as vezes que me seja disponível.
As pessoas que gostam do meu rio, são gente de amor ao rio. Mas não vou falar do meu rio, quero mantêm-lo discreto e suave. Quero falar com ele, mas não creio que seja viável, ele não tem tempo para parar tem que estar sempre a correr como um tolinho. Aliás, quem é que não fica louco quando tem o seu Rio para poder falar com ele. Meu amigo, não te conto contos da minha viva porque quero mantelo em segredo, entre mim e ele.
Escrevi para os meus amigos e amigas mas não falei com os meus companheiros. Fico por aí indiscreto, mesmo muito indiscreto, talvez seja melhor assim cada um com as suas loucuras sim até essas coisas são estranhas às vezes.
Escrevi ainda hoje um artigo que não caiu mal. Foi assim mesmo como aconteceu fico mesmo por aí, há uma necessidade séria de falar com os meus amigos mas eles não andam por aqui nem aparecem, sei lá como estão, é tão estranha a forma para os ver. Alguma coisa se passa ou passou e eu não estava lá.
Está tudo muito estranho, mas a gente sabe sempre quem está por lá ou por aqui em pensamento, não sabemos de nada é tudo muito discreto. Quem sabe se estou a ver gente pela frente e não chego a perceber. As coisas fortes estão por todo o lado que mais podemos desejar.
Não vou mais longe porque está tudo muito perto. Sem abraços e sem nada mas há boas coisas por outros lados. Falando assim parece estranho mas vamos andando e o Rio da minha terra vai-me dizer algumas coisas.
Talvez não esteja a escrever bem mas são coisas muito subtil
António E. M. Moreira
outubro 26, 2007
Hello, old guy. Morbidman

Outubro 26, 2007
Hello, old guy. Morbidman
Foi em Agosto de 2005 que começaram as “naifs” prosas de escrita, subiram para o teatro do Blogue. Antes lá para os lados de 1999/2000, comecei por lançar para o Diário de Noticias, o meu parecer no dia-a-dia que passava, variadíssimas vezes as minhas opiniões, eram aceites e publicadas no jornal DN. Senti-me babado e fui escrevendo no meu estilo “naif” e por aí fui andando.
Acontece que por volta de meados de 2005 apareceu o tal Blog, ou seja um sítio onde se podia escrever, publicar os escritos e também imagens, achei e criei o meu Blog, de seu nome Morbidman. Achei este nome chamativo pela sua aberração e vai daí fui publicando os meus “posts” e,até que um dia me apareceu uma “dica” dos craques que estão põem detrás das cortinas, lá longe. E me disseram para criar outro blog.
Esse ficou-se por aí e entrou em campo o Morbidan-Naif que tem trabalhado até agora onde nasceu o Oaltruísta-Morbidman-Naif.Blogspot.Com.
Com uma mensagem de apreço ao pioneiro, Morbidman, e um pedido a este para voltar às lides e que faça o seu aparecimento juntando-se num trio de guerreiros animados numa continuação conjunta, não deixando morrer a vontade de fazer sempre mais coisas, por mais vicissitudes que a vida nos possa trazer é de continuar, marchar, marchar.
Um abraço a todos que gostam de pôr as suas ideias.
Eduardo Moreira
Hello, old guy. Morbidman

Foi em Agosto de 2005 que começaram as “naifs” prosas de escrita subiram para o teatro do Blogue. Antes, lá para os lados de 1999/2000, comecei por lançar para o Diário de Notícias, o meu parecer no dia-a-dia que passava, variadíssimas vezes as minhas opiniões eram aceites e publicadas no jornal DN. Senti-me babado e fui escrevendo no meu estilo “naif” e por aí fui andando.
Acontece que por volta de meados de 2005 apareceu o tal Blog, ou seja um sítio onde se podia escrever, publicar os escritos e também imagens, achei e criei o meu Blog, de seu nome Morbidman.
Achei este nome chamativo pela sua aberração e vai daí fui publicando os meus “posts” e fotografias até que um dia me apareceu uma “dica” dos craques que estão por detrá sdas cortinas, lá longe, e me disseram para criar outro blog.
Esse ficou-se por aí e entrou em campo o Morbidan-Naif que tem trabalhado até agora onde nasceu o Oaltruísta-Morbidman-Naif. Blogspot.com.
Com uma mensagem de apreço ao pioneiro, Morbidman e um pedido a este para voltar às lides e que faça o seu aparecimento juntando-se num trio de guerreiros animados numa continuação conjunta de não deixar morrer a vontade de fazer sempre mais coisas, por mais vicissitudes que a vida nos possa trazer é de continuar, marchar, marchar.
Um abraço a todos que gostam de pôr as suas ideias.
Eduardo Moreira
Hello, old guy. Morbidman
Hello, old guy. Morbidman
Foi em Agosto de 2005 que começaram as “naifs” prosas de escrita subiram para o teatro do Blogue. Antes lá para os lados de 1999/2000, comecei por lançar para o Diário de Noticias, o meu parecer no dia-a-dia que passava, variadíssimas vezes as minhas opiniões eram aceites e publicadas no jornal DN. Senti-me babado e fui escrevendo no meu estilo “naif” e por aí fui andando.
Acontece que por volta de meados de 2005 apareceu o tal Blog, ou seja um sítio onde se podia escrever, publicar os escritos e também imagens, achei e criei o meu Blog, de seu nome Morbidman. Achei este nome chamativo pela sua aberração e vai daí fui publicando os meus “posts” e fotografias até que um dia me apareceu uma “dica” dos craques que estão põem detrás
das cortinas, lá longe. E me disseram para criar outro blog.
Esse ficou-se por aí e entrou em campo o Morbidan-Naif que tem trabalhado até agora onde i nasceu o Oaltruísta-Morbidman-Naif. Blogspot.Com.
Com uma mensagem de apreço ao pioneiro, Morbidman e um pedido a este para voltar às lides e que faça o seu aparecimento juntando-se num trio de guerreiros animados numa continuação conjunta não deixando morrer a vontade de fazer sempre mais coisas, por mais vicissitudes que a vida nos possa trazer é de continuar, marchar, marchar.
Um abraço a todos que gostam de pôr as suas ideias.
Eduardo Moreira
Foi em Agosto de 2005 que começaram as “naifs” prosas de escrita subiram para o teatro do Blogue. Antes lá para os lados de 1999/2000, comecei por lançar para o Diário de Noticias, o meu parecer no dia-a-dia que passava, variadíssimas vezes as minhas opiniões eram aceites e publicadas no jornal DN. Senti-me babado e fui escrevendo no meu estilo “naif” e por aí fui andando.
Acontece que por volta de meados de 2005 apareceu o tal Blog, ou seja um sítio onde se podia escrever, publicar os escritos e também imagens, achei e criei o meu Blog, de seu nome Morbidman. Achei este nome chamativo pela sua aberração e vai daí fui publicando os meus “posts” e fotografias até que um dia me apareceu uma “dica” dos craques que estão põem detrás
das cortinas, lá longe. E me disseram para criar outro blog.
Esse ficou-se por aí e entrou em campo o Morbidan-Naif que tem trabalhado até agora onde i nasceu o Oaltruísta-Morbidman-Naif. Blogspot.Com.
Com uma mensagem de apreço ao pioneiro, Morbidman e um pedido a este para voltar às lides e que faça o seu aparecimento juntando-se num trio de guerreiros animados numa continuação conjunta não deixando morrer a vontade de fazer sempre mais coisas, por mais vicissitudes que a vida nos possa trazer é de continuar, marchar, marchar.
Um abraço a todos que gostam de pôr as suas ideias.
Eduardo Moreira
junho 05, 2007
The River - Bruce Springsteen
The River - Bruce Springsteen
I come from down in the valley
where mister when you're young
They bring you up to do like your daddy done
Me and Mary we met in high school
when she was just seventeen
We'd ride out of that valley down to where the fields were green
We'd go down to the river
And into the river we'd dive
Oh down to the river we'd ride
Then I got Mary pregnant
and man that was all she wrote
And for my nineteenth birthday I got a union card and a wedding coat
We went down to the courthouse
and the judge put it all to rest
No wedding day smiles no walk down the aisle
No flowers no wedding dress
That night we went down to the river
And into the river we'd dive
Oh down to the river we did ride
I got a job working construction for the Johnstown Company
But lately there ain't been much work on account of the economy
Now all them things that seemed so important
Well mister they vanished right into the air
Now I just act like I don't remember
Mary acts like she don't care
But I remember us riding in my brother's car
Her body tan and wet down at the reservoir
At night on them banks I'd lie awake
And pull her close just to feel each breath she'd take
Now those memories come back to haunt me
they haunt me like a curse
Is a dream a lie if it don't come true
Or is it something worse
that sends me down to the river
though I know the river is dry
That sends me down to the river tonight
Down to the river
my baby and I
Oh down to the river we ride
where mister when you're young
They bring you up to do like your daddy done
Me and Mary we met in high school
when she was just seventeen
We'd ride out of that valley down to where the fields were green
We'd go down to the river
And into the river we'd dive
Oh down to the river we'd ride
Then I got Mary pregnant
and man that was all she wrote
And for my nineteenth birthday I got a union card and a wedding coat
We went down to the courthouse
and the judge put it all to rest
No wedding day smiles no walk down the aisle
No flowers no wedding dress
That night we went down to the river
And into the river we'd dive
Oh down to the river we did ride
I got a job working construction for the Johnstown Company
But lately there ain't been much work on account of the economy
Now all them things that seemed so important
Well mister they vanished right into the air
Now I just act like I don't remember
Mary acts like she don't care
But I remember us riding in my brother's car
Her body tan and wet down at the reservoir
At night on them banks I'd lie awake
And pull her close just to feel each breath she'd take
Now those memories come back to haunt me
they haunt me like a curse
Is a dream a lie if it don't come true
Or is it something worse
that sends me down to the river
though I know the river is dry
That sends me down to the river tonight
Down to the river
my baby and I
Oh down to the river we ride
junho 01, 2007
Primavera
Primavera
É Primavera agora, meu Amor !
O campo despe a veste de estamenha;
Não há árvore nenhuma que não tenha
O coração aberto, todo em flor !
Ah ! Deixa-te vagar, calmo, ao sabor
Da vida... não há bem que nos não venha
Dum mal que o nosso orgulho em vão desdenha !
Não há bem que não possa ser melhor !
Também despi meu triste burel pardo,
E agora cheiro a rosmaninho e a nardo
E ando agora tonta, à tua espera...
Pus rosas cor-de-rosa em meus cabelos ...
Parecem um rosal"! Vem desprendê-los !
Meu Amor, meu Amor, é Primavera ! ...
Fonte: "Sonetos" - Florbela Espanca - 5a Edição
outubro 25, 2006
,,,,, O Morbidman tem um irmão mais novo chama-se Morbidman-Naif,,,, Visite-o


As Sanções contra a Coreia do Norte
O perigo de uma catástrofe está aí presente e a forma de a contornar está muito mal ajuizada. Embora a resolução exclua o uso da força a situação permanece quente e com hipóteses de estourar. Num País como este tem de haver muita sensibilidade no tratamento da mesma. Todos sabemos como está a situação no que diz respeito ao modo de vida deste povo, extremamente má. A Península está dividida, os do Sul estão muito bem e os do Norte estão muito mal, isolados, acusados e ameaçados.
Numa situação destas é um barril de pólvora prestes a rebentar, pressão em cima deles é a pior coisa que se pode fazer. Têm um exército de um milhão e duzentos mil soldados prontos para o que der e vier. Não têm nada a perder porque na situação em que estão leva-os a aceitar tudo.
Falarmos para aqui, não leva a nada, sanções ainda pior, ameaças nem pensar. O que eles precisam e o que o Mundo precisa é que chegue lá uma mão estendida sem arrogâncias e estupidez.
Humildade onde ela faz falta, compreensão pelos outros povos que não vivem numa abundância esbanjadora. Tentar compreender os sentimentos de revolta de umas tantas situações à beira de vários ataques de nervos na sua humilhação. Vamos lá ter tento na língua e nas intenções. Não se pode brincar com coisas tão sérias, sérias mas mesmo, mesmo, mesmo muito, muito sérias.
Avancem com as mãos estendidas para a frente. Não estão fartos de conflitos perfeitamente escusados?.
Quanto aos testes nucleares, não há volta a dar, não se pode proibir, é pior, não faz sentido uns podem outros não podem. Não há resolução da ONU que possa dar a volta a isto, daí, há que aceitar o que tem de ser e avançam com métodos de solidariedade e ajuda, sim ajuda a quem precisa. Não sabem que tem de ser assim. O quero posso e mando está fora de contexto.
Eduardo Moreira
O perigo de uma catástrofe está aí presente e a forma de a contornar está muito mal ajuizada. Embora a resolução exclua o uso da força a situação permanece quente e com hipóteses de estourar. Num País como este tem de haver muita sensibilidade no tratamento da mesma. Todos sabemos como está a situação no que diz respeito ao modo de vida deste povo, extremamente má. A Península está dividida, os do Sul estão muito bem e os do Norte estão muito mal, isolados, acusados e ameaçados.
Numa situação destas é um barril de pólvora prestes a rebentar, pressão em cima deles é a pior coisa que se pode fazer. Têm um exército de um milhão e duzentos mil soldados prontos para o que der e vier. Não têm nada a perder porque na situação em que estão leva-os a aceitar tudo.
Falarmos para aqui, não leva a nada, sanções ainda pior, ameaças nem pensar. O que eles precisam e o que o Mundo precisa é que chegue lá uma mão estendida sem arrogâncias e estupidez.
Humildade onde ela faz falta, compreensão pelos outros povos que não vivem numa abundância esbanjadora. Tentar compreender os sentimentos de revolta de umas tantas situações à beira de vários ataques de nervos na sua humilhação. Vamos lá ter tento na língua e nas intenções. Não se pode brincar com coisas tão sérias, sérias mas mesmo, mesmo, mesmo muito, muito sérias.
Avancem com as mãos estendidas para a frente. Não estão fartos de conflitos perfeitamente escusados?.
Quanto aos testes nucleares, não há volta a dar, não se pode proibir, é pior, não faz sentido uns podem outros não podem. Não há resolução da ONU que possa dar a volta a isto, daí, há que aceitar o que tem de ser e avançam com métodos de solidariedade e ajuda, sim ajuda a quem precisa. Não sabem que tem de ser assim. O quero posso e mando está fora de contexto.
Eduardo Moreira
outubro 24, 2006
Querem modernização ou não?
Essa gente dos sindicatos ainda não perceberam que a luta sindicalista é, actualmente, bem diferente. Agora está em causa a nossa modernização ou seja o nosso desenvolvimento, para fazermos frente à concorrência que quer a nível mundial quer a nível da EU vergonhosamente estamos cada vez mais atrás e assim sendo não há santo que nos valha. Se não produzirmos competitivamente, continuamos na miséria.
Essa gente dos sindicatos ainda não perceberam que a luta sindicalista é, actualmente, bem diferente. Agora está em causa a nossa modernização ou seja o nosso desenvolvimento, para fazermos frente à concorrência que quer a nível mundial quer a nível da EU vergonhosamente estamos cada vez mais atrás e assim sendo não há santo que nos valha. Se não produzirmos competitivamente, continuamos na miséria.
Os nossos inefáveis sindicalistas lêem ainda pela mesma cartilha de há muitos anos atrás, mobilizam as massas para irem buscar uns tostões e estão-se nas tintas para o País, não querem saber nada, se o País vai para a frente ou, sabem que está em curso um esforço enorme em marcha para o desenvolvimento e toca de boicotar com manifestações e greves. Esta hora é de união não de destabilização.
Veio por aí a baixo o Sr. Luís Filipe Meneses de mansinho “blá blá “ que até chegou a falar em moção de censura ao governo. E outros que tais, que como uma carneirada, viram logo o seu discurso para alinharem no bota a baixo consertado, só de sonharem que já ali está a nossa chance.
Só pensam em ir para o poleiro, ignorando completamente os altos interesses do País especialmente numa fase tão crucial como a que estamos a viver. Agora deveríamos estar todos unidos com o governo para darmos decisivamente o salto para a média dos nossos parceiros da EU. Ou agora ou nunca.
O nosso também inefável Marcelo veio nas suas escolhas ajudar a quebrar o caminho em curso por parte do Governo e que “se não recuperamos o deficit agora pose ser daqui por uns anos”. Para esse peditório todos nós já demos. Não queremos esperar mais, se não for agora não o será nunca. O que é preciso Professor é realmente fazer o País andar, não é só debitar um chorrilho de tácticas de jogo e não arriscar uma palavra para impulsionar o País, eu a si hoje só lhe dou 9.
Veio por aí a baixo o Sr. Luís Filipe Meneses de mansinho “blá blá “ que até chegou a falar em moção de censura ao governo. E outros que tais, que como uma carneirada, viram logo o seu discurso para alinharem no bota a baixo consertado, só de sonharem que já ali está a nossa chance.
Só pensam em ir para o poleiro, ignorando completamente os altos interesses do País especialmente numa fase tão crucial como a que estamos a viver. Agora deveríamos estar todos unidos com o governo para darmos decisivamente o salto para a média dos nossos parceiros da EU. Ou agora ou nunca.
O nosso também inefável Marcelo veio nas suas escolhas ajudar a quebrar o caminho em curso por parte do Governo e que “se não recuperamos o deficit agora pose ser daqui por uns anos”. Para esse peditório todos nós já demos. Não queremos esperar mais, se não for agora não o será nunca. O que é preciso Professor é realmente fazer o País andar, não é só debitar um chorrilho de tácticas de jogo e não arriscar uma palavra para impulsionar o País, eu a si hoje só lhe dou 9.
PS: Egoísmo e desprezo pelo País só por sonharem em ser ministros. E horrível. Hipócritas.
Eduardo Moreira
Eduardo Moreira
outubro 20, 2006
Tempo de Trovoada
Tempo de Trovoada
Os tempos mudam, as vontades mudam também, parei uns dias por aqui pelo meu Blog, não me zanguei com ele, também não estou com saudades de trovoadas, parece que alguém está irritado lá por cima. Falando de outras trovoadas não há novidades, tudo está a acontecer como eu previ logo no September Elevan. No Iraque é o que se vê, carnificina até demais e no Afeganistão para lá vai. Que falta de sensibilidade nas cabeças de quem manda, decide etc. Às vezes esta gente parece que pode mandar em tudo e já está, faz-se o que os poderosos querem e pronto.
Não sabem, eles não sabem lidar com as pessoas, são uns toscos. São exímios em deitar água nas fogueiras, malvados e ignorantes. Há que ter a humildade e a inteligência de saber ler as situações e a humilhação que incendeiam as almas, há que ir ao fundo das questões e observar as raízes bem profundas. Ouvi o Presidente Bush dizer que não abandonará o Iraque enquanto não transformar aquele País com uma Democracia.
Tem que se saber quem muda o que tiver que mudar, e devia mudar, são os seus próprios cidadãos. Já nos vai lembrando o Vietname, mas não vamos por aí.
Uns podem ter armas nucleares outros não, o que é isto? Acordem, não é com proibições que se chega lá, muito menos com as sanções aos meninos de escola. O Irão vai vagueando, numa atitude de balanceamento para um lado e para outro, tem a sua personalidade e não gosta que o tratem como um arguido. Todos querem os seus povos a viverem melhor numa situação de igualdade e aí só há que ajudar, ajudar, ajudar e respeitar e então todos vamos marchando com o passo mais acertado.
Quanto à personagem de Bem Laden, ouve quem dissesse que era impossível lidar com quem não se conhece, ultimamente já se vai dizendo que poderá haver diálogos, com certeza que sim e esse é sem dúvida a vitória de todos.
Os tempos mudam, as vontades mudam também, parei uns dias por aqui pelo meu Blog, não me zanguei com ele, também não estou com saudades de trovoadas, parece que alguém está irritado lá por cima. Falando de outras trovoadas não há novidades, tudo está a acontecer como eu previ logo no September Elevan. No Iraque é o que se vê, carnificina até demais e no Afeganistão para lá vai. Que falta de sensibilidade nas cabeças de quem manda, decide etc. Às vezes esta gente parece que pode mandar em tudo e já está, faz-se o que os poderosos querem e pronto.
Não sabem, eles não sabem lidar com as pessoas, são uns toscos. São exímios em deitar água nas fogueiras, malvados e ignorantes. Há que ter a humildade e a inteligência de saber ler as situações e a humilhação que incendeiam as almas, há que ir ao fundo das questões e observar as raízes bem profundas. Ouvi o Presidente Bush dizer que não abandonará o Iraque enquanto não transformar aquele País com uma Democracia.
Tem que se saber quem muda o que tiver que mudar, e devia mudar, são os seus próprios cidadãos. Já nos vai lembrando o Vietname, mas não vamos por aí.
Uns podem ter armas nucleares outros não, o que é isto? Acordem, não é com proibições que se chega lá, muito menos com as sanções aos meninos de escola. O Irão vai vagueando, numa atitude de balanceamento para um lado e para outro, tem a sua personalidade e não gosta que o tratem como um arguido. Todos querem os seus povos a viverem melhor numa situação de igualdade e aí só há que ajudar, ajudar, ajudar e respeitar e então todos vamos marchando com o passo mais acertado.
Quanto à personagem de Bem Laden, ouve quem dissesse que era impossível lidar com quem não se conhece, ultimamente já se vai dizendo que poderá haver diálogos, com certeza que sim e esse é sem dúvida a vitória de todos.
Para com a Coreia do Norte aplicasse o mesmo critério, não os encontem à parede... as caldeiras estão a ferver haja bom senso. Todos merecem respeito e merecem ser ajudados não o contrário.
Foi mais um desabafo a acabar com uma pequena paragem. Até em mim caem trovoadas como a destes dias, mas logo logo aí vem um clima bem ao nosso estilo, não o devemos estragar.
Foi mais um desabafo a acabar com uma pequena paragem. Até em mim caem trovoadas como a destes dias, mas logo logo aí vem um clima bem ao nosso estilo, não o devemos estragar.
Eduardo Moreira
outubro 08, 2006
Proibir a Coreia do Norte
Alguém acredita que isso vai resolver alguma coisa? Não, nada. A resoluções da ONU, serão sempre letra morta neste caso. O País tem um problema que não consegue engolir e as ameaças com sanções só vão espicaçar ainda mais um País que vê o que era a Coreia e não uma parte dela. È certo que tudo isto teve a aprovação das entidades que decidem, mas, as coisas não se resolvem assim. A outra parte da Coreia, os seja a Coreia do Sul é qualquer coisa que a Coreia (do Norte) não vai ultrapassar nunca e o que está escrito, não passa disso.
Não se pode dividir um País por mais que os do Sul se sintam bem (muitos) com a presença dos EUA instalados lá na outra parte o que acontece é que o orgulho da gente do Norte, está muito ferido e humilhado e não será o poder da força que vai resolver, mesmo sabendo-se de que a parte Norte, vive, ou sobrevive muito mal, especialmente o grande povo. A grande decisão será a reunião e aí a do Sul terá de dar o passo e com humildade chegar-se aos seus irmãos mandando os amigos e protectores do Sul irem para sua casa.
As armas são a única esperança da parte Norte, não se vislumbra, para eles, outra solução para reunir a Coreia, humildade mais humildade, ao fim e ao cabo são irmãos que estão desavindos e irmão não mata irmão. Neste caso dramático está-se a chegar à catástrofe. No Norte aparecem os testes a grandes poderios de destruição massiva, é a derradeira esperança de satisfazer o ego e acabar com a humilhação de não serem tratados com dignidade, trazendo o Povo, meio ou completamente anestesiados, aceitando todos os sacrifícios para lavar a alma que outros acham que podem manter ou resolver pelo poder bélico.
Quase ninguém acredita numa possível reconciliação pacifica, mas também ninguém acredita numa resolução com as sanções da ONU, por isso é imperioso que haja humildade parte a parte e os do Sul têm de ser os primeiros a avançar com uma atitude de irmandade para com os irmãos ricos e desenvolvidos, é essa a tarefa e ninguém encontrará outra a não ser esta, sem ódios recalcados.
Eduardo Moreira
Alguém acredita que isso vai resolver alguma coisa? Não, nada. A resoluções da ONU, serão sempre letra morta neste caso. O País tem um problema que não consegue engolir e as ameaças com sanções só vão espicaçar ainda mais um País que vê o que era a Coreia e não uma parte dela. È certo que tudo isto teve a aprovação das entidades que decidem, mas, as coisas não se resolvem assim. A outra parte da Coreia, os seja a Coreia do Sul é qualquer coisa que a Coreia (do Norte) não vai ultrapassar nunca e o que está escrito, não passa disso.
Não se pode dividir um País por mais que os do Sul se sintam bem (muitos) com a presença dos EUA instalados lá na outra parte o que acontece é que o orgulho da gente do Norte, está muito ferido e humilhado e não será o poder da força que vai resolver, mesmo sabendo-se de que a parte Norte, vive, ou sobrevive muito mal, especialmente o grande povo. A grande decisão será a reunião e aí a do Sul terá de dar o passo e com humildade chegar-se aos seus irmãos mandando os amigos e protectores do Sul irem para sua casa.
As armas são a única esperança da parte Norte, não se vislumbra, para eles, outra solução para reunir a Coreia, humildade mais humildade, ao fim e ao cabo são irmãos que estão desavindos e irmão não mata irmão. Neste caso dramático está-se a chegar à catástrofe. No Norte aparecem os testes a grandes poderios de destruição massiva, é a derradeira esperança de satisfazer o ego e acabar com a humilhação de não serem tratados com dignidade, trazendo o Povo, meio ou completamente anestesiados, aceitando todos os sacrifícios para lavar a alma que outros acham que podem manter ou resolver pelo poder bélico.
Quase ninguém acredita numa possível reconciliação pacifica, mas também ninguém acredita numa resolução com as sanções da ONU, por isso é imperioso que haja humildade parte a parte e os do Sul têm de ser os primeiros a avançar com uma atitude de irmandade para com os irmãos ricos e desenvolvidos, é essa a tarefa e ninguém encontrará outra a não ser esta, sem ódios recalcados.
Eduardo Moreira
outubro 03, 2006
O Palácio da despedida
Era uma vez uma pessoa que vivia num Pálacio, não era um palácio de brincar, era um Palácio a sério. Havia muita alegria dentro dele e também fora dele, tudo era belo e alegre, era como se fosse o País das maravilhas e dos sonhos que teimavam em querer ser verdadeiros e sinceros como em tantas ilusões, os sonhos eram tão reais e autênticos que parecia que não iriam acabar nunca a não ser que houvesse alguma ameaça no ar, quiçá uma ameaça verdadeira que viria de forma irreversível e cruel, não sua caminhada desconhecida, ou não, real ou virtual, mas que prometia chegar.
O subconsciente tem destas coisas, guarda zelosamente os segredos quando assim o entende e quando outros valores bem mais importantes se impõem na selva da vida, ou na vida selvagem. A beleza da vida é assim, tem espinhos nos caminhos e no seu próprio caminho, sabe tudo, parece que o mais singelo pormenor está previsto no nosso próprio caminho. Será que a Mãe natureza é assim tão perspicaz? Estou em querer que sim, é como na criação, tudo meticulosamente perfeito para todos os “items” a mais pequena folha que cai da árvore é sem dúvida o fim do seu percurso do seu caminho, mas na Primavera logo vem outra folha nova, tenra e feliz a cumprir a infalibilidade da criação do redentor.
Os caminhos como o de cada um de nós tem os seus picos onde nos podemos picar e há picos que picam muito e outros nem tanto, será que nós todos temos de passar pelos picos da vida? ou sabemos contorna-los ou precisamos deles para melhor caminharmos no nosso próprio caminho da vida. Temos sempre ensinamentos que não podemos desprezar e há que entender esses caminhos que podem ser de tortura no intuito de nos moldarmos aos ziguezagues da vida acreditando que, como já se disse acima, o equilíbrio em que todos nos devemos manter é o mesmo que vemos quando olhamos para o céu estrelado e saboreamos a suavidade em com que os astros dia a dia fazem a sua dança encantada sem falhar. Já nós por cá não estamos sempre bem sintonizados.
Voltamos ao Palácio dos sonhos e queremos encarar a realidade fora do Palácio, então é como um acordar para a verdade que não queríamos enfrentar mas não há outra opção e então há o tal caminho que está ruim, com muitas silvas e muitos picos, porém é um caminho que tem de ser percorrido aceitando ou não as realidades doridas e crescendo com elas ou não consoante o carácter que se caracteriza ou não, dentro de nós.
Eduardo Moreira
Era uma vez uma pessoa que vivia num Pálacio, não era um palácio de brincar, era um Palácio a sério. Havia muita alegria dentro dele e também fora dele, tudo era belo e alegre, era como se fosse o País das maravilhas e dos sonhos que teimavam em querer ser verdadeiros e sinceros como em tantas ilusões, os sonhos eram tão reais e autênticos que parecia que não iriam acabar nunca a não ser que houvesse alguma ameaça no ar, quiçá uma ameaça verdadeira que viria de forma irreversível e cruel, não sua caminhada desconhecida, ou não, real ou virtual, mas que prometia chegar.
O subconsciente tem destas coisas, guarda zelosamente os segredos quando assim o entende e quando outros valores bem mais importantes se impõem na selva da vida, ou na vida selvagem. A beleza da vida é assim, tem espinhos nos caminhos e no seu próprio caminho, sabe tudo, parece que o mais singelo pormenor está previsto no nosso próprio caminho. Será que a Mãe natureza é assim tão perspicaz? Estou em querer que sim, é como na criação, tudo meticulosamente perfeito para todos os “items” a mais pequena folha que cai da árvore é sem dúvida o fim do seu percurso do seu caminho, mas na Primavera logo vem outra folha nova, tenra e feliz a cumprir a infalibilidade da criação do redentor.
Os caminhos como o de cada um de nós tem os seus picos onde nos podemos picar e há picos que picam muito e outros nem tanto, será que nós todos temos de passar pelos picos da vida? ou sabemos contorna-los ou precisamos deles para melhor caminharmos no nosso próprio caminho da vida. Temos sempre ensinamentos que não podemos desprezar e há que entender esses caminhos que podem ser de tortura no intuito de nos moldarmos aos ziguezagues da vida acreditando que, como já se disse acima, o equilíbrio em que todos nos devemos manter é o mesmo que vemos quando olhamos para o céu estrelado e saboreamos a suavidade em com que os astros dia a dia fazem a sua dança encantada sem falhar. Já nós por cá não estamos sempre bem sintonizados.
Voltamos ao Palácio dos sonhos e queremos encarar a realidade fora do Palácio, então é como um acordar para a verdade que não queríamos enfrentar mas não há outra opção e então há o tal caminho que está ruim, com muitas silvas e muitos picos, porém é um caminho que tem de ser percorrido aceitando ou não as realidades doridas e crescendo com elas ou não consoante o carácter que se caracteriza ou não, dentro de nós.
Eduardo Moreira
setembro 26, 2006
A Mística Benfiquista
Dentro de algumas horas eles vão-se encontrar outra vez, eles são o Benfica e o Manchester United. Sem se estar a contar o Benfica fez-se em brios e derrotou o Manchester na Luz, estava toda a gente muito céptica, ainda com o treinador Holandês em quem eu nunca acreditei que pudesse ser um bom treinador. Não me enganei, ele já regressou à Holanda e o seu companheiro das conquistas em Portugal, um tal Co Adriaance, eram boas pessoas mas nem um nem outro mostrou ter algum jeito para comandar jogadores de futebol.
O grande clube que é o Benfica, não está bem, o seu treinador está pior ainda, pois ainda não atinou no discurso certo para galvanizar os jogadores. Há quem diga que ele é bom, mas, penso eu, ele peca por falta de carisma no sentido de levar os jogadores, é por eles que passa tudo, desde que estejam bem envolvidos num espírito de vitória, levados por uma liberdade de acção em que as coisas saem de forma espontânea. Não é fácil lá chegar mas, chega-se, o contrário disto é exigir tácticas e técnicas que a própria exigência rejeita e vai tudo por água a abaixo.
Falando agora no jogo que vai decorrer dentro de horas acontece uma coisa engraçada é que o Benfica ganhou no ano passado e este ano fala-se em vingança da parte do ilustre derrotado no passado jogo. Ora aqui entra um fenómeno estranho que é aquela história da vingança que vai bailando na cabeça dos jogadores, que é negativo para quem quer vingar e positivo para o outro lado que beneficia da ansiedade do vingador.
Para além desta teoria há também um factor importante que é a grandeza do Benfica, ou seja, há uma mística tão grande naquele estádio que os jogadores e o público transcendem-se completamente quando, num jogo, como o de hoje, dois colossos da arte do futebol se defrontam com toda aquela carga psicológica, arrastando uma magia que dá gosto viver, por isso lá estarão 60 e tal mil crentes.
Quem, vai ganhar? É sem dúvida a gente da casa. “Para cá do Marão mandam os que cá estão”.
Dizem muito bem os trasmontanos.
Eduardo Moreira
Dentro de algumas horas eles vão-se encontrar outra vez, eles são o Benfica e o Manchester United. Sem se estar a contar o Benfica fez-se em brios e derrotou o Manchester na Luz, estava toda a gente muito céptica, ainda com o treinador Holandês em quem eu nunca acreditei que pudesse ser um bom treinador. Não me enganei, ele já regressou à Holanda e o seu companheiro das conquistas em Portugal, um tal Co Adriaance, eram boas pessoas mas nem um nem outro mostrou ter algum jeito para comandar jogadores de futebol.
O grande clube que é o Benfica, não está bem, o seu treinador está pior ainda, pois ainda não atinou no discurso certo para galvanizar os jogadores. Há quem diga que ele é bom, mas, penso eu, ele peca por falta de carisma no sentido de levar os jogadores, é por eles que passa tudo, desde que estejam bem envolvidos num espírito de vitória, levados por uma liberdade de acção em que as coisas saem de forma espontânea. Não é fácil lá chegar mas, chega-se, o contrário disto é exigir tácticas e técnicas que a própria exigência rejeita e vai tudo por água a abaixo.
Falando agora no jogo que vai decorrer dentro de horas acontece uma coisa engraçada é que o Benfica ganhou no ano passado e este ano fala-se em vingança da parte do ilustre derrotado no passado jogo. Ora aqui entra um fenómeno estranho que é aquela história da vingança que vai bailando na cabeça dos jogadores, que é negativo para quem quer vingar e positivo para o outro lado que beneficia da ansiedade do vingador.
Para além desta teoria há também um factor importante que é a grandeza do Benfica, ou seja, há uma mística tão grande naquele estádio que os jogadores e o público transcendem-se completamente quando, num jogo, como o de hoje, dois colossos da arte do futebol se defrontam com toda aquela carga psicológica, arrastando uma magia que dá gosto viver, por isso lá estarão 60 e tal mil crentes.
Quem, vai ganhar? É sem dúvida a gente da casa. “Para cá do Marão mandam os que cá estão”.
Dizem muito bem os trasmontanos.
Eduardo Moreira
setembro 22, 2006

Falar na Paz
Mahmoud Ahmadinejad deu uma cambalhota de cento e oitenta graus nestes últimos dias e fez muito bem. Aqui está como de momento para o outro duas pessoas intransigentes, passam a ser duas pessoas normais, que é o mesmo que serem sensatos e dialogantes independentemente do que tenham dito antes, pois em primeiro lugar está o bom senso e especialmente nos tempos que passam é mesmo isso que faz falta.
Alguém disse e muito bem que “temos de falar com os nossos inimigos” e é verdade, não se pode, especialmente quem tem a responsabilidade de evitar grandes conflitos ou outra coisa muito diferente que é a guerra invisível, sim aquela que veio sem se saber de onde e sem se saber bem onde estão os protagonistas e quem são. Quem tem um grande arsenal de armas acha, e mal, que pode resolver tudo num fechar de olhos e já está, grande erro. Este raciocínio aconteceu no dia 11 de Setembro de 2001. Eu tive a clara visão do que ia acontecer quando os vi ir de armas e bagagens lá para os lados do Afeganistão, foram bombas e mais bombas e o resultado é zero, não se resolveu nada tudo piorou.
Quando acontece o que aconteceu na bela cidade de Nova Iorque é porque há um forte vazio de vida e recalcamento por parte de um povo que se sente deveras humilhado, muito humilhado. Será que ao Sr. Presidente dos EUA não lhe ocorreu que haveria outras coisas a esclarecer, o porquê ?. Antes de arrancar com o arsenal militar.
Isto veio a lume agora pela reviravolta aparente ou não, nas palavras de Mahmoud Ahmadinejad e também de G.W. Bush, pareceu que com algumas palavras se poderia evitar uma guerra.
Aprendam a dialogar e aprendam a saber ler o que se passa no mundo e no mundo também está a responsabilidade de se chegar aqueles que precisam de apoio e nunca queiram resolver as coisas pela espada como dizia Moisés. Os tempos são outros.
Eduardo Moreira
Mahmoud Ahmadinejad deu uma cambalhota de cento e oitenta graus nestes últimos dias e fez muito bem. Aqui está como de momento para o outro duas pessoas intransigentes, passam a ser duas pessoas normais, que é o mesmo que serem sensatos e dialogantes independentemente do que tenham dito antes, pois em primeiro lugar está o bom senso e especialmente nos tempos que passam é mesmo isso que faz falta.
Alguém disse e muito bem que “temos de falar com os nossos inimigos” e é verdade, não se pode, especialmente quem tem a responsabilidade de evitar grandes conflitos ou outra coisa muito diferente que é a guerra invisível, sim aquela que veio sem se saber de onde e sem se saber bem onde estão os protagonistas e quem são. Quem tem um grande arsenal de armas acha, e mal, que pode resolver tudo num fechar de olhos e já está, grande erro. Este raciocínio aconteceu no dia 11 de Setembro de 2001. Eu tive a clara visão do que ia acontecer quando os vi ir de armas e bagagens lá para os lados do Afeganistão, foram bombas e mais bombas e o resultado é zero, não se resolveu nada tudo piorou.
Quando acontece o que aconteceu na bela cidade de Nova Iorque é porque há um forte vazio de vida e recalcamento por parte de um povo que se sente deveras humilhado, muito humilhado. Será que ao Sr. Presidente dos EUA não lhe ocorreu que haveria outras coisas a esclarecer, o porquê ?. Antes de arrancar com o arsenal militar.
Isto veio a lume agora pela reviravolta aparente ou não, nas palavras de Mahmoud Ahmadinejad e também de G.W. Bush, pareceu que com algumas palavras se poderia evitar uma guerra.
Aprendam a dialogar e aprendam a saber ler o que se passa no mundo e no mundo também está a responsabilidade de se chegar aqueles que precisam de apoio e nunca queiram resolver as coisas pela espada como dizia Moisés. Os tempos são outros.
Eduardo Moreira
setembro 21, 2006
As pedras, o Outono e a Primavera
Elas são tantas tantas que eu não consigo dar conta delas, as pedras, elas são todas diferentes, não estou a falar delas em especial, das muito bonitas, estou a falar delas todas, todinhas, algumas nem as faço mexer de tão pesadas serem. È um trauma que eu tenho por elas, até já gosto delas de tanto trabalho me darem.
Elas começaram a perseguir-me há uns anos atrás, foi em 2003. Já passaram três anos e continuo com elas, é uma boa relação, eu fui procurando por elas e elas foram aparecendo, especialmente quando, vencido pela necessidade de terra, elas, oportunistas vieram também, foram toneladas e toneladas delas, também amante da terra fui remexendo e elas continuaram a aparecer.
Já têm feito jeito, às vezes é preciso pedra muita pedra. Às vezes aproveito-as para ornamentar o jardim e as cazolas das árvores, mantêm as terras mais frescas. Mas tem sido uma perseguição, eu, teimoso procuro a terra, essa que não se cansa de rebentar pela Primavera e como por milagre, vem daí as ervas, as plantas etc. tudo rebentando, quase num desafio de quem mais belo quer apresentar, é um espanto o renascer da vida todos os anos.
Estou ansioso pela Primavera, oxalá não haja nenhuma catástrofe agrícola, às vezes acontece, mas nós cá estamos a preparar coisas que queremos ver reviver numa Primavera nova e linda. É o milagre da criação é a vida a dar vida, é o equilíbrio suave e seguro que mantém a orquestra filarmónica em harmonia e perfeição, a este conjunto de maravilhas há quem lhe chame Deus.
O Outono vai já começar depois de amanhã dia 23 de Setembro, é a despedida do Verão, que foi bem quente, quiçá, quente de mais, tudo fugia para as sombras, ou para a praia e também para o ar condicionado. Eu não sei para onde fugia, talvez fugisse de mim mesmo a pensar em algo que se desejava muito, o ser humano é assim, quer sempre atingir o limite na vida, salvar a Pátria e acabar com a miséria. Mas quando assim não é, o que é não é nada, é o desistir o perder da alma e esta é a que tem de estar sempre bem viva.
Voltando às pedras, que eu amo, vou pondo sempre pedra sobre pedra e assim se constrói o nosso castelo o castelo das nossas ilusões, das nossas paixões, na caminhada do êxito ou não.
Eduardo Moreira
Elas são tantas tantas que eu não consigo dar conta delas, as pedras, elas são todas diferentes, não estou a falar delas em especial, das muito bonitas, estou a falar delas todas, todinhas, algumas nem as faço mexer de tão pesadas serem. È um trauma que eu tenho por elas, até já gosto delas de tanto trabalho me darem.
Elas começaram a perseguir-me há uns anos atrás, foi em 2003. Já passaram três anos e continuo com elas, é uma boa relação, eu fui procurando por elas e elas foram aparecendo, especialmente quando, vencido pela necessidade de terra, elas, oportunistas vieram também, foram toneladas e toneladas delas, também amante da terra fui remexendo e elas continuaram a aparecer.
Já têm feito jeito, às vezes é preciso pedra muita pedra. Às vezes aproveito-as para ornamentar o jardim e as cazolas das árvores, mantêm as terras mais frescas. Mas tem sido uma perseguição, eu, teimoso procuro a terra, essa que não se cansa de rebentar pela Primavera e como por milagre, vem daí as ervas, as plantas etc. tudo rebentando, quase num desafio de quem mais belo quer apresentar, é um espanto o renascer da vida todos os anos.
Estou ansioso pela Primavera, oxalá não haja nenhuma catástrofe agrícola, às vezes acontece, mas nós cá estamos a preparar coisas que queremos ver reviver numa Primavera nova e linda. É o milagre da criação é a vida a dar vida, é o equilíbrio suave e seguro que mantém a orquestra filarmónica em harmonia e perfeição, a este conjunto de maravilhas há quem lhe chame Deus.
O Outono vai já começar depois de amanhã dia 23 de Setembro, é a despedida do Verão, que foi bem quente, quiçá, quente de mais, tudo fugia para as sombras, ou para a praia e também para o ar condicionado. Eu não sei para onde fugia, talvez fugisse de mim mesmo a pensar em algo que se desejava muito, o ser humano é assim, quer sempre atingir o limite na vida, salvar a Pátria e acabar com a miséria. Mas quando assim não é, o que é não é nada, é o desistir o perder da alma e esta é a que tem de estar sempre bem viva.
Voltando às pedras, que eu amo, vou pondo sempre pedra sobre pedra e assim se constrói o nosso castelo o castelo das nossas ilusões, das nossas paixões, na caminhada do êxito ou não.
Eduardo Moreira
As pedras, o Outono e a Primavera
Elas são tantas tantas que eu não consigo dar conta delas, as pedras, elas são todas diferentes, não estou a falar delas em especial, das muito bonitas, estou a falar delas todas, todinhas, algumas nem as faço mexer de tão pesadas serem. È um trauma que eu tenho por elas, até já gosto delas de tanto trabalho me darem.
Elas começaram a perseguir-me há uns anos atrás, foi em 2003. Já passaram três anos e continuo com elas, é uma boa relação, eu fui procurando por elas e elas foram aparecendo, especialmente quando, vencido pela necessidade de terra, elas, oportunistas vieram também, foram toneladas e toneladas delas, também amante da terra fui remexendo e elas continuaram a aparecer.
Já têm feito jeito, às vezes é preciso pedra muita pedra. Às vezes aproveito-as para ornamentar o jardim e as cazolas das árvores, mantêm as terras mais frescas. Mas tem sido uma perseguição, eu, teimoso procuro a terra, essa que não se cansa de rebentar pela Primavera e como por milagre, vem daí as ervas, as plantas etc. tudo rebentando, quase num desafio de quem mais belo quer apresentar, é um espanto o renascer da vida todos os anos.
Estou ansioso pela Primavera, oxalá não haja nenhuma catástrofe agrícola, às vezes acontece, mas nós cá estamos a preparar coisas que queremos ver reviver numa Primavera nova e linda. É o milagre da criação é a vida a dar vida, é o equilíbrio suave e seguro que mantém a orquestra filarmónica em harmonia e perfeição, a este conjunto de maravilhas há quem lhe chame Deus.
O Outono vai já começar depois de amanhã dia 23 de Setembro, é a despedida do Verão, que foi bem quente, quiçá, quente de mais, tudo fugia para as sombras, ou para a praia e também para o ar condicionado. Eu não sei para onde fugia, talvez fugisse de mim mesmo a pensar em algo que se desejava muito, o ser humano é assim, quer sempre atingir o limite na vida, salvar a Pátria e acabar com a miséria. Mas quando assim não é, o que é não é nada, é o desistir o perder da alma e esta é a que tem de estar sempre bem viva.
Voltando às pedras, que eu amo, vou pondo sempre pedra sobre pedra e assim se constrói o nosso castelo o castelo das nossas ilusões, das nossas paixões, na caminhada do êxito ou não.
Eduardo Moreira
Elas são tantas tantas que eu não consigo dar conta delas, as pedras, elas são todas diferentes, não estou a falar delas em especial, das muito bonitas, estou a falar delas todas, todinhas, algumas nem as faço mexer de tão pesadas serem. È um trauma que eu tenho por elas, até já gosto delas de tanto trabalho me darem.
Elas começaram a perseguir-me há uns anos atrás, foi em 2003. Já passaram três anos e continuo com elas, é uma boa relação, eu fui procurando por elas e elas foram aparecendo, especialmente quando, vencido pela necessidade de terra, elas, oportunistas vieram também, foram toneladas e toneladas delas, também amante da terra fui remexendo e elas continuaram a aparecer.
Já têm feito jeito, às vezes é preciso pedra muita pedra. Às vezes aproveito-as para ornamentar o jardim e as cazolas das árvores, mantêm as terras mais frescas. Mas tem sido uma perseguição, eu, teimoso procuro a terra, essa que não se cansa de rebentar pela Primavera e como por milagre, vem daí as ervas, as plantas etc. tudo rebentando, quase num desafio de quem mais belo quer apresentar, é um espanto o renascer da vida todos os anos.
Estou ansioso pela Primavera, oxalá não haja nenhuma catástrofe agrícola, às vezes acontece, mas nós cá estamos a preparar coisas que queremos ver reviver numa Primavera nova e linda. É o milagre da criação é a vida a dar vida, é o equilíbrio suave e seguro que mantém a orquestra filarmónica em harmonia e perfeição, a este conjunto de maravilhas há quem lhe chame Deus.
O Outono vai já começar depois de amanhã dia 23 de Setembro, é a despedida do Verão, que foi bem quente, quiçá, quente de mais, tudo fugia para as sombras, ou para a praia e também para o ar condicionado. Eu não sei para onde fugia, talvez fugisse de mim mesmo a pensar em algo que se desejava muito, o ser humano é assim, quer sempre atingir o limite na vida, salvar a Pátria e acabar com a miséria. Mas quando assim não é, o que é não é nada, é o desistir o perder da alma e esta é a que tem de estar sempre bem viva.
Voltando às pedras, que eu amo, vou pondo sempre pedra sobre pedra e assim se constrói o nosso castelo o castelo das nossas ilusões, das nossas paixões, na caminhada do êxito ou não.
Eduardo Moreira
setembro 13, 2006
Uma noite de chuva
Depois de largos meses fugindo ao poder do calor do Sol, hoje pelo fim da tarde a caminho da noite o céu cobriu-se de nuvens e com a ajuda do vento, daí a nada começaram a cair as primeiras gotas frescas, depois já quase frias.
As terras agradecem, pois, têm estado quentes, assim como as árvores, com um sol agressivo começaram a ver cair as folhas queimadas numa antecipação do Outono.
Foi, sem dúvida, bem recebida a água empurrada lá do céu. Parece um bocado aborrecido esta lenga-lenga melancólica e patética, mas, pergunto eu, quem não sente alguma ternura por umas gotas de água fresca depois de um verão quente e ambíguo. Faz-me lembrar alguém que uma vez disse, deixa lá, amanhã é outro dia vamos beijar e abraçar com to o amor e toda a ternura
E pronto, o melhor é falar de futebol, ao menos aí a gente até vê onze mangas de cada lado a darem o litro por um golito e a alegria louca da festa que vai do rectângulo relvado até aquelas bancadas cravejadas de sportinguismos, neste caso.
Foi ontem mesmo, ali sim viu-se um belo jogo, bem disputado e com um excelente golo de Marco Caneira, não estou a dizer isto por ser o meu clube mas foi hino ao desporto e à juventude e ao treinador do Sporting Paulo Bento.
Depois de largos meses fugindo ao poder do calor do Sol, hoje pelo fim da tarde a caminho da noite o céu cobriu-se de nuvens e com a ajuda do vento, daí a nada começaram a cair as primeiras gotas frescas, depois já quase frias.
As terras agradecem, pois, têm estado quentes, assim como as árvores, com um sol agressivo começaram a ver cair as folhas queimadas numa antecipação do Outono.
Foi, sem dúvida, bem recebida a água empurrada lá do céu. Parece um bocado aborrecido esta lenga-lenga melancólica e patética, mas, pergunto eu, quem não sente alguma ternura por umas gotas de água fresca depois de um verão quente e ambíguo. Faz-me lembrar alguém que uma vez disse, deixa lá, amanhã é outro dia vamos beijar e abraçar com to o amor e toda a ternura
E pronto, o melhor é falar de futebol, ao menos aí a gente até vê onze mangas de cada lado a darem o litro por um golito e a alegria louca da festa que vai do rectângulo relvado até aquelas bancadas cravejadas de sportinguismos, neste caso.
Foi ontem mesmo, ali sim viu-se um belo jogo, bem disputado e com um excelente golo de Marco Caneira, não estou a dizer isto por ser o meu clube mas foi hino ao desporto e à juventude e ao treinador do Sporting Paulo Bento.
Falando agora do treinador do Benfica, els até tem muitas características para ser bom, mas, desconfiei dele logo de início e naquele jogo com o Boavista fez-me pressentir qualquer coisa e que vinha aí asneira, especialmente quando lhe lembraram que nunca tinha ganho no Bessa. Notei aí algum menosprezo, ligeirismo o que é fatal e correu bem mal.
Outro caso foi com o último jogo internacional, ou seja, no jogo em que o Rui Costa fez um grande jogo assim como o Nuno Gomes. Acontece que F. Santos não soube gerir os jogadores em campo quando já tinha a vitória garantida e não substituiu R. Costa estando já ele com queixas apôs entradas duras, o mesmo aconteceu com N. Gomes que também estava indiscutivelmente a pedir substituição.
Fernando, Fernando mais atenção na gestão dos jogadores e menos tiques de sabichão.
Eduardo Moreira
setembro 07, 2006


PEZINHO DO PICO
Popular
Eu fui ao Pico, piquei-me,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num silvado,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num silvado.
Nunca mais eu vou ao Pico,
Ai sem o Pico sem o Pico ser podado,
Ai sem o Pico sem o Pico ser podado.
Eu fui ao Pico, piquei-me,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num picão,
O pico nasce da silva,
Nasce da silva e a silva nasce do chão.
Ó meu amor nada, nada,
Ó meu amor nada, nada, nada não.
Nada trago em meu peito,
Ai em meu peito, de que te faça quinhão.
Ponha aqui o seu pezinho,
Aí ponha aqui, ponha aqui, que não faz mal.
Que esta moda do pezinho,
Ai foi do Pico, foi do Pico pró Faial.
Popular
Eu fui ao Pico, piquei-me,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num silvado,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num silvado.
Nunca mais eu vou ao Pico,
Ai sem o Pico sem o Pico ser podado,
Ai sem o Pico sem o Pico ser podado.
Eu fui ao Pico, piquei-me,
Ai sim piquei-me, piquei-me lá num picão,
O pico nasce da silva,
Nasce da silva e a silva nasce do chão.
Ó meu amor nada, nada,
Ó meu amor nada, nada, nada não.
Nada trago em meu peito,
Ai em meu peito, de que te faça quinhão.
Ponha aqui o seu pezinho,
Aí ponha aqui, ponha aqui, que não faz mal.
Que esta moda do pezinho,
Ai foi do Pico, foi do Pico pró Faial.
setembro 06, 2006
Finlândia-Portugal
Jogadores: Ricardo, P.Ferreira(sup), R.Carvalho, Costinha, Deco, Tiago(sup), Nani, N. Valente, Petit, Nuno Gomes, Caneira, Ricardo Costa.
5.56 Hino Nacional Português.
5:58 Hino Finlandês
18 Graus de temperatura.
Início: 06:00 pm
Aos 07 m pressão sobre as Quinas. Ricardo faz boa defesa. Bom desempenho de Nani, 6:8 s. 21:40 Golo da Finlândia.
Finlândia 1 Portugal 0. Portugal tem pela frente uma Finlândia aguerrida e muito bem fisicamente actuando com muita garra.27:17 grande remate de meia distância por Ronaldo. 35:35 canto a favor de Portugal. Nani 7 ataques.41:20 Golo de Nuno Gomes. Finlândia 1 - Portugal 1.
Nani 8 ataques. Recebe assistência aos 45 m. + 3 m 10 s. Acaba a 1ª Parte.
Começou a 2ª parte. Tiago e H. Almeida. Segunda-parte dinâmica para Portugal no início. Ricardo Costa expulso. 52 m.
Já tinha um amarelo. 57 m entra Ricardo Rocha. 59:21 Grande defesa. 81:30 Livre perigoso contra Portugal, defende muito bem Ricardo.
Entra Tiago aos 84 m. Pressão sobre as quinas, mas o empate deve estar garantido. Imussão no último minuto Portugal arrancou um empate com menos um desde o início da segunda parte.
Eduardo Moreira
5.56 Hino Nacional Português.
5:58 Hino Finlandês
18 Graus de temperatura.
Início: 06:00 pm
Aos 07 m pressão sobre as Quinas. Ricardo faz boa defesa. Bom desempenho de Nani, 6:8 s. 21:40 Golo da Finlândia.
Finlândia 1 Portugal 0. Portugal tem pela frente uma Finlândia aguerrida e muito bem fisicamente actuando com muita garra.27:17 grande remate de meia distância por Ronaldo. 35:35 canto a favor de Portugal. Nani 7 ataques.41:20 Golo de Nuno Gomes. Finlândia 1 - Portugal 1.
Nani 8 ataques. Recebe assistência aos 45 m. + 3 m 10 s. Acaba a 1ª Parte.
Começou a 2ª parte. Tiago e H. Almeida. Segunda-parte dinâmica para Portugal no início. Ricardo Costa expulso. 52 m.
Já tinha um amarelo. 57 m entra Ricardo Rocha. 59:21 Grande defesa. 81:30 Livre perigoso contra Portugal, defende muito bem Ricardo.
Entra Tiago aos 84 m. Pressão sobre as quinas, mas o empate deve estar garantido. Imussão no último minuto Portugal arrancou um empate com menos um desde o início da segunda parte.
Eduardo Moreira
Without you - From Nilson
Well I can´t forget this evening,
and your face when you were leaving,
but I guess that´s just the way the story goes,
You always smile but in your eyes your sorrow shows,
Yes it shows.
Well I can´t forget tomorrow,
When I think of all the sorrow,
I had you there and then I let you go.
And now it´s only fair to let you know,
What you should know.
I can´t live is living is without you,
I can´t live, I can´t live anymore.
I can´t live, if leaving is without you,
I can´t live, I can´t live anymore.
Well I can´t forget this evening,
and your face when you were leaving,
but I guess that´s just the way the story goes,
You always smile but in your eyes your sorrow shows,
Yes it shows.
Well I can´t forget tomorrow,
When I think of all the sorrow,
I had you there and then I let you go.
And now it´s only fair to let you know,
What you should know.
I can´t live is living is without you,
I can´t live, I can´t live anymore.
I can´t live, if leaving is without you,
I can´t live, I can´t live anymore.
setembro 05, 2006
A descoberta do não acaso
Estou a ver o jogo Portugal-Polónia, aos 42:00 está a zero zero, tenho visto intermitantemente, ora vejo, ora não vejo. Tenho outros encantos, que têm a ver por exemplo o “digitalizador de textos e também com as conversações internacionais via ICQ e também com outros trabalhos que sempre estão presentes no local.
Os meus cães fazem-me companhia, sempre atentos, aos movimentos dos vizinhos.
Os amigos, não se sabe se existem ou não, agora é tudo materializado, e não foi sempre assim? Há a arborização, que está em curso, é interessante como uma coisa aparentemente tão vulgar e é tão significativo. É algo que fica e a gente vai olhando o seu crescimento e a sua beleza, quiçá a suas possíveis maleitas.
As árvores de fruto são mais sensíveis, requerem mais cuidados, em contrapartida também nos enchem de orgulho, com as suas Primaveras, lindíssimas flores e mais tarde os frutos. Depois é a criação, o fazer criar, produzir, embelezar e algum produto, filho da terra e da vontade de quem foi preparando as terras e as suas disponibilidades.
Estamos já a 5 de Setembro de 06. O tempo menos quente agora e mais fresco depois, talvez com chuva também. E é uma nova fase da maravilha da Natureza que nunca se esquece nem se engana. Segue o seu percurso, uma infinidade, contrapondo a beleza da transformação que sempre está a acontecer.
O mundo também vai andando no seu caminho para se ir refazendo, aprendendo devagar, a desfrutar deste milagre contínuo, quais visitantes trabalhadores turistas que se vão preparando para partir e deixar a vaga para os novos visitantes.
Vale a pena vir por cá, aquele tempo que está programado e que os que estão vão sendo tentando prolongá-lo o mais que puderam, mas sempre com a certeza que, não foge muito ao que está traçado, é preciso pois absorvê-lo e prolongá-lo o melhor e mais possível. È o paraíso, é a nossa visita e é aquilo que nós não sabemos e se assim é, é porque assim tem de ser.
Entretanto o jogo já vai nos 65 minutos e Portugal ganha à Polónia 2-0. Sub 21.
Eduardo Moreira
Estou a ver o jogo Portugal-Polónia, aos 42:00 está a zero zero, tenho visto intermitantemente, ora vejo, ora não vejo. Tenho outros encantos, que têm a ver por exemplo o “digitalizador de textos e também com as conversações internacionais via ICQ e também com outros trabalhos que sempre estão presentes no local.
Os meus cães fazem-me companhia, sempre atentos, aos movimentos dos vizinhos.
Os amigos, não se sabe se existem ou não, agora é tudo materializado, e não foi sempre assim? Há a arborização, que está em curso, é interessante como uma coisa aparentemente tão vulgar e é tão significativo. É algo que fica e a gente vai olhando o seu crescimento e a sua beleza, quiçá a suas possíveis maleitas.
As árvores de fruto são mais sensíveis, requerem mais cuidados, em contrapartida também nos enchem de orgulho, com as suas Primaveras, lindíssimas flores e mais tarde os frutos. Depois é a criação, o fazer criar, produzir, embelezar e algum produto, filho da terra e da vontade de quem foi preparando as terras e as suas disponibilidades.
Estamos já a 5 de Setembro de 06. O tempo menos quente agora e mais fresco depois, talvez com chuva também. E é uma nova fase da maravilha da Natureza que nunca se esquece nem se engana. Segue o seu percurso, uma infinidade, contrapondo a beleza da transformação que sempre está a acontecer.
O mundo também vai andando no seu caminho para se ir refazendo, aprendendo devagar, a desfrutar deste milagre contínuo, quais visitantes trabalhadores turistas que se vão preparando para partir e deixar a vaga para os novos visitantes.
Vale a pena vir por cá, aquele tempo que está programado e que os que estão vão sendo tentando prolongá-lo o mais que puderam, mas sempre com a certeza que, não foge muito ao que está traçado, é preciso pois absorvê-lo e prolongá-lo o melhor e mais possível. È o paraíso, é a nossa visita e é aquilo que nós não sabemos e se assim é, é porque assim tem de ser.
Entretanto o jogo já vai nos 65 minutos e Portugal ganha à Polónia 2-0. Sub 21.
Eduardo Moreira
setembro 01, 2006
A fuga ao Sol

A fuga do Sol
Tirando uns mergulhos na praia, estes meses, Junho, Julho, Agosto e o recém-chegado Setembro fazem-nos correr para as zonas com ar condicionado, fresquinho. O todo poderoso Rei Sol é implacável na sua autoridade e poder. É a nossa principal luz. Por vezes andamos ofuscados, mas não é por culpa do Sol é por outras coisas, coisas sem valor, olhando para a frente, temos luz, logo, temos tudo o que é preciso, pois o esplendor solar, qual vitrina ou janela para espreitar e logo nos parece que temos tudo, nada nos falta.
Pela noite manda-nos descansar, para que, melhor pela manhã os possamos apreciar, o Sol a Luz. Na escuridão da noite vemos as estrelas brilhar lá em cima, espectáculo maravilhoso, vemos as constelações. Variando, como que para continuar o encantamento, aparece a Lua, reflectindo uma luz suave a convidar-nos para o velho romantismo que tanto gostamos de absorver com avidez e deleite.
Mas eu estava em fuga do sol, nestes meses veraneantes, é verdade, mas mesmo implacável como é nestes meses, ele é sempre a luz que nos bronzeia e no faz mais rebeldes a atrevidos, pondo os corpos entregues à natureza que é pura e sadia e gosta da nossa nudez mergulhada nas dançarinas ondas do mar.
Sempre, abertas para nos receber fazendo-nos sentir leves e livres naquele mar azul fresco e limpo numa lavagem de espírito e carregamento de energias e esperanças para um Outono de imensos motivos de postais ilustrados a desfazerem-se e refazerem-se no Céu.
Eduardo Moreira
Tirando uns mergulhos na praia, estes meses, Junho, Julho, Agosto e o recém-chegado Setembro fazem-nos correr para as zonas com ar condicionado, fresquinho. O todo poderoso Rei Sol é implacável na sua autoridade e poder. É a nossa principal luz. Por vezes andamos ofuscados, mas não é por culpa do Sol é por outras coisas, coisas sem valor, olhando para a frente, temos luz, logo, temos tudo o que é preciso, pois o esplendor solar, qual vitrina ou janela para espreitar e logo nos parece que temos tudo, nada nos falta.
Pela noite manda-nos descansar, para que, melhor pela manhã os possamos apreciar, o Sol a Luz. Na escuridão da noite vemos as estrelas brilhar lá em cima, espectáculo maravilhoso, vemos as constelações. Variando, como que para continuar o encantamento, aparece a Lua, reflectindo uma luz suave a convidar-nos para o velho romantismo que tanto gostamos de absorver com avidez e deleite.
Mas eu estava em fuga do sol, nestes meses veraneantes, é verdade, mas mesmo implacável como é nestes meses, ele é sempre a luz que nos bronzeia e no faz mais rebeldes a atrevidos, pondo os corpos entregues à natureza que é pura e sadia e gosta da nossa nudez mergulhada nas dançarinas ondas do mar.
Sempre, abertas para nos receber fazendo-nos sentir leves e livres naquele mar azul fresco e limpo numa lavagem de espírito e carregamento de energias e esperanças para um Outono de imensos motivos de postais ilustrados a desfazerem-se e refazerem-se no Céu.
Eduardo Moreira
Primeiro de Setembro - O Barro


Primeiro de Setembro - O Barro
No campo alentejano, aqui estou a desbravar o barro, barro bem barro, fechado duro e imponente, dá que fazer quando se quer trabalha-lo, mas também é moldável quando comandado pela mão humana. Saem peças muito belas e o cheiro também é bom, a água, nas púcaras de barro, está sempre mais fresquinha e faz parte da nossa vida, quando pela sua personalidade, se impõe também, pela sua verticalidade.
Duros e moles consoante o caso são também os Iranianos, que puseram os americanos zangados, porque não, não vergam às exigências dos senhores de Washington e outros que tais. Não aceitam que os “maus” tenham o direito de desenvolver a energia nuclear e outros desenvolvimentos, não enxergão que não se podem armar em Rei Salomão e apontarem quem são os bons e quem são os maus.
Além desse abuso, nem sequer estão a ser inteligentes, pois as sanções, além de serem ineficazes, não vão de encontro ao que se pretende, ou seja, que não se façam descriminações, humilhando quem já está muito humilhado, alimentando assim um mau estar, uma arrogância constrangedora.
Tenham juízo meninos, as coisas já não são o que eram e se querem continuar a viver com uma espada por cima das vossas cabeças, tem de aceitar os outros tal como querem ser e não serem o que os outros querem conseguir à martelada. Assim não, venha lá daí, alguma humildade e falem com todos.
Eduardo Moreira
No campo alentejano, aqui estou a desbravar o barro, barro bem barro, fechado duro e imponente, dá que fazer quando se quer trabalha-lo, mas também é moldável quando comandado pela mão humana. Saem peças muito belas e o cheiro também é bom, a água, nas púcaras de barro, está sempre mais fresquinha e faz parte da nossa vida, quando pela sua personalidade, se impõe também, pela sua verticalidade.
Duros e moles consoante o caso são também os Iranianos, que puseram os americanos zangados, porque não, não vergam às exigências dos senhores de Washington e outros que tais. Não aceitam que os “maus” tenham o direito de desenvolver a energia nuclear e outros desenvolvimentos, não enxergão que não se podem armar em Rei Salomão e apontarem quem são os bons e quem são os maus.
Além desse abuso, nem sequer estão a ser inteligentes, pois as sanções, além de serem ineficazes, não vão de encontro ao que se pretende, ou seja, que não se façam descriminações, humilhando quem já está muito humilhado, alimentando assim um mau estar, uma arrogância constrangedora.
Tenham juízo meninos, as coisas já não são o que eram e se querem continuar a viver com uma espada por cima das vossas cabeças, tem de aceitar os outros tal como querem ser e não serem o que os outros querem conseguir à martelada. Assim não, venha lá daí, alguma humildade e falem com todos.
Eduardo Moreira
agosto 29, 2006
Outra Biblioteca
Outra Biblioteca
A vida num correr, corre, corre e foge-nos das mãos, tantas coisas se passam é como o encolher das balizas, as tantas não se acerta nela. Tudo vai encolhendo, até o futebol parece que quer baralhar tudo, mas aí cuidado, por razões que a gente sabe, ainda é do melhor que nós temos. 4º Lugar no Campeonato do Mundo, é um espectáculo.
Mas os sinais, parecem feios mas não são, parece que se quer arrumar a casa e há pessoas que têm de compreender que as coisas já não podem ser como eram, chegou a vez de trabalhar melhor no desporto rei e os sucessos vão ser maiores. Portugal está a modernizar-se, vamos daí, até o passaporte não deixa passar nada.
As nossas Forças Armadas e Policiais estão em todo o lado e sempre com boa presença. Até em Timor que um local que me diz tanto. Amo-te tanto amo-te tanto.
Não conseguem por aquela gente ocupada e com dinheiro no bolso e no banco, vem aí a força do Petróleo de Timor-Leste e a cambada a governar deixa muito a envergonhar.
Anda ali muita mãozinha da reacção, querem ver o jovem País completamente esfrangalhado, (já é a segunda vez que escrevo esta palavra, gosto tanto dela, amo-te tanto).
Aquela gente da Austrália é uma desgraça, desde o primeiro minuto que os topei, vieram com más intenções, querem tomar conta dos desgraçadinhos. Vai de quanto pior melhor para reinar, mas há mais para destabilizar, exactamente o contrário do que deviam fazer.
Acho que não vou dizer mais nada, está-se a esgotar o meu tempo.
Mas que nós ainda vamos dar cartas, vamos. Somos gente de bem.
Eduardo Moreira
A vida num correr, corre, corre e foge-nos das mãos, tantas coisas se passam é como o encolher das balizas, as tantas não se acerta nela. Tudo vai encolhendo, até o futebol parece que quer baralhar tudo, mas aí cuidado, por razões que a gente sabe, ainda é do melhor que nós temos. 4º Lugar no Campeonato do Mundo, é um espectáculo.
Mas os sinais, parecem feios mas não são, parece que se quer arrumar a casa e há pessoas que têm de compreender que as coisas já não podem ser como eram, chegou a vez de trabalhar melhor no desporto rei e os sucessos vão ser maiores. Portugal está a modernizar-se, vamos daí, até o passaporte não deixa passar nada.
As nossas Forças Armadas e Policiais estão em todo o lado e sempre com boa presença. Até em Timor que um local que me diz tanto. Amo-te tanto amo-te tanto.
Não conseguem por aquela gente ocupada e com dinheiro no bolso e no banco, vem aí a força do Petróleo de Timor-Leste e a cambada a governar deixa muito a envergonhar.
Anda ali muita mãozinha da reacção, querem ver o jovem País completamente esfrangalhado, (já é a segunda vez que escrevo esta palavra, gosto tanto dela, amo-te tanto).
Aquela gente da Austrália é uma desgraça, desde o primeiro minuto que os topei, vieram com más intenções, querem tomar conta dos desgraçadinhos. Vai de quanto pior melhor para reinar, mas há mais para destabilizar, exactamente o contrário do que deviam fazer.
Acho que não vou dizer mais nada, está-se a esgotar o meu tempo.
Mas que nós ainda vamos dar cartas, vamos. Somos gente de bem.
Eduardo Moreira
O Sindroma deles
O Sindroma deles
Há dentro de cada um de nós vários tipos de traumas que são quase sempre de difícil interpretação. Quantos, verdadeiros sábios, são apanhados por estes estranhos devoradores de valores técnicos que ficam por aí mesmo sem provarem a doce alegria de tornar os seus sonhos em realidade.
Mas é assim mesmo, todos temos a nossa aura brilhante, mas quantos a apagam com traumas e teimas. Contudo, há sempre a possibilidade de exorcizar as ditas e mostrar que as ferramentas estão cá dentro e é preciso sabe-las usar.
A Vida é uma incógnita para todos nós, uma coisa sabemos nós e em muitos e muitos anos ninguém se lembra de que a espada está sempre por cima da nossa cabeça e um dia cai. Nós sabemos que não nos devemos importar com isso, talvez se saiba, num tempo.
Agora tenho de acabar, também estou a prazo, estou numa biblioteca pública.
Tudo muito bom.
Eduardo Moreira
Há dentro de cada um de nós vários tipos de traumas que são quase sempre de difícil interpretação. Quantos, verdadeiros sábios, são apanhados por estes estranhos devoradores de valores técnicos que ficam por aí mesmo sem provarem a doce alegria de tornar os seus sonhos em realidade.
Mas é assim mesmo, todos temos a nossa aura brilhante, mas quantos a apagam com traumas e teimas. Contudo, há sempre a possibilidade de exorcizar as ditas e mostrar que as ferramentas estão cá dentro e é preciso sabe-las usar.
A Vida é uma incógnita para todos nós, uma coisa sabemos nós e em muitos e muitos anos ninguém se lembra de que a espada está sempre por cima da nossa cabeça e um dia cai. Nós sabemos que não nos devemos importar com isso, talvez se saiba, num tempo.
Agora tenho de acabar, também estou a prazo, estou numa biblioteca pública.
Tudo muito bom.
Eduardo Moreira
agosto 28, 2006
CANÇÃO - Fernando Pessoa
CANÇÃO - Fernando Pessoa
Sol nulo dos dias vãos,
Cheios de lida e de calma,
Aquece ao menos as mãos
A quem não entras na alma!
Que ao menos a mão, roçando
A mão que por ela passe,
Com externo calor brando
O frio da alma disfarce!
Senhor, já que a dor é nossa
E a fraqueza que ela tem,
Dá-nos ao menos força
De a não mostrar a ninguém!
Sol nulo dos dias vãos,
Cheios de lida e de calma,
Aquece ao menos as mãos
A quem não entras na alma!
Que ao menos a mão, roçando
A mão que por ela passe,
Com externo calor brando
O frio da alma disfarce!
Senhor, já que a dor é nossa
E a fraqueza que ela tem,
Dá-nos ao menos força
De a não mostrar a ninguém!
agosto 24, 2006

Mourinho adormece sentado (01)-(11)- (2-1)
José, pensou para ele, estamos já a ganhar 1-0 ao Middlesbrough, que por sina, não temos sido felizes com este clube, e vai daí, inebriado, ainda com os sucessos dos anos anteriores, sentiu-se bem no conforto das loas passadas e foi esperando que a inevitável vitória estava garantida e o tempo foi passando.
As ameaças no início da segunda parte, foram ignoradas, os jogadores também estavam seguros, é só deixar passar o tempo e com mais um golito, tudo acaba bem como é costume.
Eu, um simples espectador no conforto da minha casa, comecei a mexer-me muito no sofá, era notório um ganhar de confiança por parte do Middlesbrough. Por parte de Mourinho, nada, apatia, pensei: terá adormecido na sua imensa autoconfiança?
O meu coração batia mais rápido, vem o empate, Mourinho continua sentado. Pensou ele, vou já fazer uma mudança, o Middlesbrough crescia, o shelsea tremia já muito enervado, e a reviravolta consumou-se.
Assim não José, um adormecimento sentado?.
Eduardo Moreira
José, pensou para ele, estamos já a ganhar 1-0 ao Middlesbrough, que por sina, não temos sido felizes com este clube, e vai daí, inebriado, ainda com os sucessos dos anos anteriores, sentiu-se bem no conforto das loas passadas e foi esperando que a inevitável vitória estava garantida e o tempo foi passando.
As ameaças no início da segunda parte, foram ignoradas, os jogadores também estavam seguros, é só deixar passar o tempo e com mais um golito, tudo acaba bem como é costume.
Eu, um simples espectador no conforto da minha casa, comecei a mexer-me muito no sofá, era notório um ganhar de confiança por parte do Middlesbrough. Por parte de Mourinho, nada, apatia, pensei: terá adormecido na sua imensa autoconfiança?
O meu coração batia mais rápido, vem o empate, Mourinho continua sentado. Pensou ele, vou já fazer uma mudança, o Middlesbrough crescia, o shelsea tremia já muito enervado, e a reviravolta consumou-se.
Assim não José, um adormecimento sentado?.
Eduardo Moreira
agosto 23, 2006
O Irão não desarma

O Irão não desarma,
desafia a ONU promete manter programa nuclear.
Obviamente o Irão não aceita as exigências da América e da Europa, um País, seja qual for não pode ser tratado deste modo, com menosprezo e arrogância. Não há nada a fazer, não podem nem devem proibir, outros países produzem Energia Atómica e o Irão tem o mesmo direito que os outros, não pode ser tratado de qualquer maneira. É uma humilhação que só piora as coisas.
A única maneira de este assunto poder ser tratado é deixá-los fazer o que, por si, tem direito e engloba-lo no mundo onde as pessoas são de confiança, e essa será a base da segurança, num ambiente de respeito e lealdade, assim sim, se constrói uma base de igualdade.
Não podemos classificar uns como bons e outros como maus, assim, aumenta a desconfiança e o tal ódio de estimação que teima em aumentar cada dia que passa.
Quanto ao enriquecimento de Urânio e até o construir da bomba atómica, não devem proibir nem têm esse direito, tão pouco é inteligente fazê-lo.
A segurança real está em deixar de considerar uns bons e outros maus, os considerados maus só o são porque há um mundo marginalizado que precisa de ser respeitado e não achincalhado.
As atitudes arrogantes de países que se acham com poder para ditar as suas leis, estão enganados e têm de cair na realidade, e ser inteligentes e humanos. Dizer que se não aceitam a bem aceitam a mal é horrível para quem tem o desplante e estupidez de dizer tal coisa. Assim como ter a barbaridade de dizerem que continuam a fazer eliminação selectiva, é de bradar aos céus.
Eduardo Moreira
desafia a ONU promete manter programa nuclear.
Obviamente o Irão não aceita as exigências da América e da Europa, um País, seja qual for não pode ser tratado deste modo, com menosprezo e arrogância. Não há nada a fazer, não podem nem devem proibir, outros países produzem Energia Atómica e o Irão tem o mesmo direito que os outros, não pode ser tratado de qualquer maneira. É uma humilhação que só piora as coisas.
A única maneira de este assunto poder ser tratado é deixá-los fazer o que, por si, tem direito e engloba-lo no mundo onde as pessoas são de confiança, e essa será a base da segurança, num ambiente de respeito e lealdade, assim sim, se constrói uma base de igualdade.
Não podemos classificar uns como bons e outros como maus, assim, aumenta a desconfiança e o tal ódio de estimação que teima em aumentar cada dia que passa.
Quanto ao enriquecimento de Urânio e até o construir da bomba atómica, não devem proibir nem têm esse direito, tão pouco é inteligente fazê-lo.
A segurança real está em deixar de considerar uns bons e outros maus, os considerados maus só o são porque há um mundo marginalizado que precisa de ser respeitado e não achincalhado.
As atitudes arrogantes de países que se acham com poder para ditar as suas leis, estão enganados e têm de cair na realidade, e ser inteligentes e humanos. Dizer que se não aceitam a bem aceitam a mal é horrível para quem tem o desplante e estupidez de dizer tal coisa. Assim como ter a barbaridade de dizerem que continuam a fazer eliminação selectiva, é de bradar aos céus.
Eduardo Moreira





